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domingo, março 24, 2019

Alternativas democráticas como acordos com comunistas?

Costa está com medo da direita... Não, não é da extrema-direita que ele tem medo, dessa teremos todos (como devíamos ter da extrema-esquerda, com quem Costa se associou), é da direita.

Senhor António Costa, ser patriota, defender o país, proteger a cultura, os usos e costumes do povo que se governa, não é ser de extrema-direita, é ser sensato.

O senhor António Costa refere que “As pessoas têm de sentir que, dentro do campo democrático, têm escolhas alternativas" - Aliar-se a comunistas/leninistas/marxistas/eurocépticos, para derrubar uma coligação que teve mais votos que o Partido Socialista, é uma dessas alternativas democráticas? É que, aos olhos de qualquer eleitor sensato, parece uma escolha muito anti-democrática.

É curioso que o António Costa fale que temos de aceitar "quotas" de imigração impostas pela UE (e a palavra impostas aqui revela muito do espírito anti-democrático) - Se os seus parceiros de geringonça tivessem poder suficiente já nem estávamos na UE!

Sabe, senhor António Costa, o que realmente legitima a viragem à direita é o facto de termos a extrema-esquerda no poder. O que realmente legitima a viragem à direita, é a falta de respeito que a esquerda tem demonstrado para com os povos europeus e o seu direito à auto-determinação. É isso que tem legitimado a dita extrema-direita. A direita, por seu lado, já acordou e começou a oferecer alternativas democráticas, já o Costa só lhes ofereceu acordos com comunistas/marxistas/leninistas/anti-europeístas.

sexta-feira, março 22, 2019

A lata de quem faz parte da solução governamental (Geringonça)

O BE divulga no seu site: Esquerda.net, a indignação por vítima do acidente de Borba ainda não ter recebido a indemnização e estar a passar dificuldades. Ou seja, a vítima de uma derrocada de Estrada durante o mandato da Geringonça depois de tanta cativação nos pagamentos a fornecedores, na segurança, na protecção civil, andando o BE a assobiar para o lado, enquanto aprova orçamento e depois aparece muito indignado pelos problemas que surgem da governação por ele aprovada... É uma lata fenomenal...

terça-feira, novembro 10, 2015

Para memória futura, por Rui Mendes Ferreira

"Pensamento do dia: "para memória futura"
Sugiro que tomem nota, do valor, que o actual governo irá deixar nos cofres do Estado, como reserva financeira, de tesouraria, e de "caixa". Os últimos números apresentavam valores superiores a 16 mil milhões de euros.
Confiram esse valor em finais de 2016, inicio de 2017, e comparem com os valores deixados pelo actual governo.
Não me enganarei se afirmar que durante um ano a ano e meio (que é o tempo que prevejo que esse dinheiro irá durar) será dessas reservas que o PS irá retirar as verbas necessárias para pagar o aumento da despesa corrente. E como todo esse capital já está lançado no total do endividamento (nominal) público, durante quase 2 anos, vão andar a dizer ao povo que apesar de terem aumentado a despesa, afinal a dívida não subiu. Mas claro que a realidade é outra, pois a dívida "líquida" irá subir na igual proporção do valor do deficit e do valor que for retirado dessas reservas de caixa do Estado.
Façam igualmente o mesmo exercício, registando os valores das taxas de juros que estávamos a pagar em Setembro de 2015, os valores de juros pagos em 2015 por Portugal, o valor do deficit público, e o montante total da dívida pública nacional.
Em inícios de 2017, e após o PS já ter feito tudo o que o PCP e o BE lhes exigiram, e não podendo continuar a fazer mais cedências, pois nesta altura o dinheiro que estava em caixa, com toda a certeza, já deverá ter desaparecido na sua quase totalidade, e com os juros de novo a atingirem valores incomportáveis, iremos ver o PS a pedir apoio parlamentar ao PSD e ao CDS, para poder reverter e implementar medidas com as quais o PCP e o BE se recusarão a aprovar.
Vai uma aposta?"

sexta-feira, outubro 09, 2015

O mal foi feito... agora é esperar

Não fiquei contente com os resultados eleitorais porque já esperava o que está a acontecer.

O Costa avisou ao que vinha. Na campanha já falava em possível coligação de derrotados, nem que para formar governo tivesse de aliar-se à extrema-esquerda. Ver agora pessoas do PS muito assustadas com o que daí vem, deixa-me completamente desanimada. Não foi sem aviso. Se não concordam e votaram no PS sabendo o que podia vir, a culpa é vossa. Inteiramente vossa.

Obviamente que a esquerda radical está nas nuvens. Nunca foi democrática, e "ganhar" eleições na secretaria para eles é mais que suficiente.

Não sei até que ponto, constitucionalmente, se pode formar governo assim. Não sei até que ponto se poderá afirmar que pegar em três derrotados e dar-lhes o governo não vai contra "os resultados eleitorais", previstos na Constituição. Mas assumindo que é, de facto, possível e que o Presidente o faz (ou é forçado a fazê-lo), que futuro acham que tem o país?

Com Costa como Primeiro-Ministro com boa parte dos socialistas contra ele, e o orgasmo colectivo da extrema-esquerda que se estará a borrifar para a democracia. Depois chegarão as exigências. Saída do Euro. Saída da Nato. Nacionalização da Banca, etc. Tudo coisas que o PS, até agora, não defende. Como se resolverá? Falhando, iremos para eleições antecipadas e acham mesmo que o PS sobreviverá a umas depois deste cenário?

Entretanto, passará tempo suficiente para acabar com a confiança dos investidores, aumentar a despesa, aumentar a dívida. Quando voltar o governo de direita teremos de passar pela austeridade da qual já nos tínhamos livrado. Porque a austeridade, ao contrário do que muitos pensam, não é uma opção política, não é algo que se "defende". É uma inevitabilidade após políticas irresponsáveis de gasto público excessivo, de aumento de dívida irresponsável. Mas, sabem que mais? Mesmo que agora seja o governo minoritário de direita a tomar posse, o resultado não será muito diferente deste. O mal foi feito no dia 4 de Outubro quando os portugueses não perceberam (e talvez ainda não percebam) que as opções viáveis são muito poucas. Agora é esperar que se resolva o mais depressa possível para sofrermos um pouco menos.

terça-feira, julho 07, 2015

Todos temos de ajudar a Grécia... menos eu.

De acordo com os dados das últimas legislativas, temos em Portugal mais de 900 mil pessoas que votaram em partidos com ideias radicais. Ou seja, pelo menos mais de 900 mil pessoas em Portugal concordam com as ideias do Syriza. O número subirá se considerarmos que muitos daqueles que votam PS também concordam (basta ouvir as declarações do líder socialista para o concluir). Mas fiquemo-nos pelos 900 mil radicais. 900 mil pessoas que querem que o dinheiro chegue à Grécia e, como tal, não se importarão de pagar para tal acontecer. 900 mil só em Portugal, muitos milhões por essa Europa fora.

Um Britânico levou a cabo uma tentativa de reunir €1,600,000,000 EUR num fundo para o qual se doava através da internet. Queria esse Britânico alcançar esse valor em 8 dias contando com o apoio de todos os "Syrizas" europeus. A verdade é que ao fim de 8 dias nem aos 2 milhões chegaram e só conseguiram doações de 108,654 pessoas por toda a Europa (menos de metade dos que votaram no BE).

E assim, mais uma vez comprovamos que os radicais gostam muito de exigir que a "sociedade" lhes pague a vida. Desde que a "sociedade" não sejam eles.

sexta-feira, julho 03, 2015

Citações


Os líderes das pessoas que se atrasaram a nível económico e educacional ensinaram os seus seguidores a culpar outras pessoas por todos os seus problemas - e a odiar essas pessoas.
Thomas Sowell

terça-feira, junho 09, 2015

Se for assaltado atire com o quadro à cabeça do ladrão...


Para compreenderem mais ou menos quanto esta gente pede: O governo investe cerca de 4% do PIB para a educação. Para todos os níveis de ensino, para tudo o que aprendemos e ensinamos, desde os 4 até sair da universidade, o governo faz um esforço de investimento de 4% do PIB. Para a saúde são cerca de 9,5% do PIB. Para as FORÇAS ARMADAS (onde nos queixamos que há muito gasto), o governo investe cerca de 1% do PIB (o mesmo que pedem os artistas). Ou seja, os artistas  que fazem aqueles teatrinho que quase ninguém quer ver, pintam aqueles quadros que quase ninguém entende e muito menos quer pagar, fazem aquelas esculturas e "instalações" que quase ninguém gosta e muito menos quer pagar, querem que o Estado invista o mesmo com eles que investe na nossa segurança. Que se lixe a saúde, a segurança e a educação... quando estivermos doentes, com fome ou a ser assaltados, olhamos para um quadro daqueles que não se percebe nada, pago com o nosso dinheiro, e ficamos logo bem... é isso?

quarta-feira, junho 03, 2015

Ajudar aqueles que foram fustigados pelo infortúnio é extremamente diferente de fazer da dependência uma forma de vida
Thomas Sowell

sexta-feira, abril 17, 2015

Costa acha que as mulheres são incapazes

Costa defende a cota de mulheres em empresas porque também deve achar que as mulheres são umas coitadinhas, inferiores, que têm de ser ajudadas porque não têm capacidade de chegar lá pelo mérito. Por mim não, obrigada! Prefiro vencer pelo que valho, ou perder porque não valho, do que ser imposta a uma empresa que tem de preencher uma quota obrigatória com esse ser inferior e incompetente que é a mulher.

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

malditos voluntários a fazer o bem pelos outros!

Ainda hei-de ver o dia em que o voluntariado vai ser proibido porque "estão a roubar postos de trabalho". Já faltou mais.

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Syriza: Uma comédia que dá que falar (parte IV)

Episódio 7 

Título: Vamos lá fazer uma extensão do programa que rejeitámos mas chamemos-lhe outra coisa para os Gregos não darem por ela, ok?

Resumo: Syriza negoceia com a instituição anteriormente conhecida como Troika (IFKAT), mas não lhe chama Toika e "canta" vitória aos gregos porque cumpriu as promessas eleitorais e mandou a Troika dar uma volta ao bilhar grande. A seguir fez uma extensão, perdão, uma transição ou um programa extensível!... É só vitórias este Tsipras! estão a ver como é possível fazer um manguito aos "poderosos" que têm o dinheiro de que precisamos como de pão para a boca? Basta mudar os nomes!


quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Diferenças entre esquerda e direita


Depois de ler o quadro acima, imaginemos que, num país com moeda própria e sem entrar em ditadura, os eleitores nunca mudavam o caminho e iam sempre ou pela esquerda ou pela direita.

Comecemos o cenário pela direita  (liberal)- concentrados na solução:

Inicialmente a ideia seria combater o défice existente. Assim despedia-se parte dos funcionários públicos ao mesmo tempo que se aumentavam impostos. A saúde e educação deixavam de ser gratuitas para todos, passando a ser pagas de acordo com as possibilidades. Faziam-se acordos com os privados para alguns serviços públicos. A taxa de desemprego aumentava bastante e a qualidade de vida percebida diminuía. A criminalidade aumentava. Com o baixar da despesa em ordenados, tratamentos e educação, baixavam-se inicialmente os impostos para empresas permitindo o investimento em mais empresas e mais trabalhadores. A taxa de desemprego começava a diminuir. Acabavam-se os subsídios como o RSI, mas mantinham-se as pensões por invalidez de acordo com dinheiro disponível. As reformas passavam a ser mistas: uma pequena parte era garantida pelo estado mas a maioria tinham de ser os próprios cidadãos a garantir para si. Ao fim de uns anos com mais investimento privado e mais emprego aumentava a produtividade, a riqueza no país e o défice diminuía, as infraestruturas e facilidades aumentavam. Reduziam-se os impostos. Aumentava a qualidade de vida, reduzia a criminalidade. Os empreendedores enriqueciam, havia uma forte classe média com boa qualidade de vida, poucos pobres e alguns miseráveis que viviam da caridade (e culpavam os "ricos"), ou seja de contribuições voluntárias dos membros produtivos da sociedade.

O cenário pela esquerda (socialista) - concentrados no problema:

Inicialmente a ideia era combater a pobreza. Garantia-se a todos os cidadãos um subsídio de sobrevivência e casa. Nacionaliza-se a banca e grandes empresas. O ordenado mínimo era aumentado e quem não tinha emprego ou era enfiado no Estado ou tinha um subsídio garantido. Saúde e educação era gratuitas para todos. A qualidade de vida percebida aumentava. O défice aumentava e o Estado deixava de ter dinheiro para pagar os ordenados e subsídios. Aumentavam os impostos, em especial para as empresas privadas que ainda existissem. Pediam-se empréstimos e, com o aumento da dívida, o défice ainda aumentava mais. Não se pagavam as dívidas. desvalorizava-se a moeda de modo a promover as exportações e a baixar salários sem que as pessoas percebessem. Como havia subsídios para todos muito deixavam de trabalhar porque preferiam viver mal mas sem ter trabalho. O estado não produzia o suficiente para as contas porque, com emprego garantido, ou subsídio garantido, as pessoas simplesmente não se davam ao trabalho. Os ricos, ao aperceberem-se do que ia acontecer já tinham fugido há muito. A classe média era assim a principal contribuinte em termos de impostos. As empresas, as poucas privadas que se mantivessem, eram vistas como "ladrões" e "gananciosos" e submetidas a cargas fiscais altíssimas. Assim, iam fechando e o desemprego aumentava. Mais gente ia viver de subsídios ou ter "emprego" no Estado. A moeda desvalorizava uma vez mais. Já não se conseguia sair do país porque a vida lá fora era muito cara para a bolsa nacional. Apesar das constantes desvalorizações o estado continuava a empobrecer. Já não dava para pagar subsídios a todos. A criminalidade aumentava. O resultado ao fim de uns anos era a existência de muitos miseráveis, muitos pobres, pouca classe média (e mesmo essa era baixa) e os ricos contavam-se pelos dedos das mãos pertencendo todos ao partido no poder. Culpavam-se os outros países, que tivessem seguido um regime "capitalista" pela desgraça própria e convencia-se o povo que só era miserável porque os outros eram ricos. (o país só teria salvação se entrasse numa ditadura obrigando os cidadãos a trabalhar e produzir "à lei da bala").

Gravatas é que não, camaradas, pá!

Gravatas não porque ele é do povo, usa cachecol...


e para quem tenha dúvidas da veracidade AQUI está o link para a Burberry (com o preço em libras):



terça-feira, fevereiro 10, 2015

E este governo é legítimo?

Em apenas uma semana o novo governo da Grécia, uma coligação de extrema esquerda e extrema direita, recuou em algumas das promessas eleitorais que o levou a ganhar as eleições, entre elas o perdão da dívida, que deixou cair, falando entretanto em renegociação mas nos seus termos.. Também o aumento do salário mínimo que deixou de ser imediato para ser feito ao longo do tempo. Agora fala-se até em voltar às privatizações que tinha prometido acabar...

Pergunto à esquerda portuguesa, que acusa a nossa maioria Social-democrata/Conservadora de ser um governo ilegítimo por não ter cumprido promessas eleitorais (?), se continua a considerar o governo dos Marxistas e Nazistas Grego, que já recuou em várias promessas eleitorais, legítimo?


sábado, fevereiro 07, 2015

Para sair da crise só "à Irlandesa" e não "à Grega"

E, apesar das provas, parece que muitos eleitores continuam, estupidamente, a insistir na receita errada...

Um excerto deste artigo no Irish Times

Em 2010, tanto a Irlanda como a Grécia estavam à beira do descalabro financeiro e foram salves da bancarrota com a intervenção da Europa e do FMI.

A resposta Irlandesa ao resgate foi respeitar o contrato feito e implementar as reformas contidas no programa da Troika. Os Gregos responderam com protestos violentos nas ruas, instabilidade política e atrasos em muitas das reformas acordadas.

Agora, quase cinco anos depois, a Grécia está novamente à beira do desastre, enquanto a Irlanda está em modo de de rápida retoma económica com o desemprego a baixar, a economia a crescer mais depressa do que em qualquer outro país da UE e taxas de juro mais baixas do que as vistas nos EUA.

Todas as evidências sugerem que o percurso Irlandês, e não o Grego, é a receita correcta para lidar com os grandes prejuízos auto-infligidos que ambos os países tiveram de defrontar em resultado da longa condescendência de políticas populistas. 

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Economistas de esquerda defendem o calote Grego

3 centenas de economistas, pelo mundo fora, assinam um manifesto para que "se respeite a vontade do povo grego" e não se obrigue a Grécia a pagar a dívida porque "não é pagável". Não sei quem são os economistas em questão, mas, a ver pelos exemplos portugueses, temos Mariana Mortágua, deputada do BE e José Reis, simpatizante do mesmo.

Não sou economista, nem percebo grande coisa de números, mas, felizmente, há bem mais de 3 centenas de economistas a pensar exactamente o contrário.

Quanto ao "não é possível pagar a dívida", opino: se não era possível pagar, não se pedia o dinheiro que a alguém pertence. Porque há alguém que conta com ele para a sua própria economia e para respeitar a vontade dos seus próprios povos. Se eu não puder pagar alguma dívida contraída, o meu credor pode apropriar-se de bens que eu possua... se eu não possuir bens, acabo na cadeia e a trabalhar para pagar o que fiquei a dever - ou seja, a passar dificuldades e a fazer sacrifícios. É assim que o mundo funciona. Se não têm como pagar, têm de reduzir as despesas que têm de modo a que lhes sobre o suficiente para pagarem o que se comprometeram (e deram garantias que podiam) pagar.

Quanto ao "temos de respeitar a vontade do povo grego", tudo bem. Nada impede o Syriza de levar a cabo o seu programa... basta ser caloteiro, perder a confiança dos parceiros, sair do euro e provar que consegue levar a cabo o programa que prometeu sem o dinheiro alheio. Mais sobre isto já escrevi AQUI.

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Ideologias da fome...

Quando há gente com fome, se o governo for de "direita", culpa-se o governo. Se o governo for de esquerda, culpam-se os grandes empresários, as grandes fortunas, os capitalistas. Se alguém diz que há misericórdias, "sopas dos pobres" e ninguém precisa de passar fome, culpam-se os voluntários, os organizadores de tais associações, pessoas que fazem mais do que estar sentados à frente de um computador a exigir, pessoas que fazem mais do que levantar um punho e gritar. E aqueles que, na maioria das vezes, não levantam uma palha para ajudar seja quem for, exigem direitos adquiridos para si (não para quem tem fome) e que o governo invente emprego, ou "distribua" dinheiro com a desculpa de ser para aqueles que têm fome não terem de ir matá-la aos locais onde lhes dão comida.
E depois, há quem diga a verdade, mas a politicamente correcta esquerda fica muito ofendida.

quarta-feira, janeiro 28, 2015

Je suis José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos fez uma reportagem. Reuniu factos e comentou-os... A esquerda não gostou e quer calar o jornalista. Há dias, depois dos ataques em Paris, escrevi sobre liberdade de expressão e aquilo que defendemos que pode ser dito, em contraste com o que deve ser calado. Na altura referi que "infelizmente existem grupos que têm todos os direitos, têm o direito de se impor, e outros que têm de se calar. Os primeiros são, apesar de tudo, denominados de "minorias" e a "maioria" tem de estar caladinha e aceitar a minoria, ou é acusada de ser intolerante. As maiorias são: Na religião, a católica, essa tem de estar caladinha enquanto as outras, e o ateísmo, podem impor-se; nas raças, a branca, essa tem de estar caladinha enquanto as outras se impõem; na sexualidade, os heterossexuais, esses têm de estar caladinhos enquanto os outros se impõem. Isso não é liberdade - é imposição de uns sobre os outros - é intolerância, é tornar a "maioria" numa minoria sem direito a opinião.". Esqueci de mencionar um outro grupo que tem todos os direitos e os que pensam o contrário devem ficar caladinhos. Quem é de esquerda pode falar, deve falar e chamam fascistas a tudo o que pense, ligeiramente que seja, mais à direita do que eles. Quem eles consideram ser de direita, por vezes nem é, tem é de estar caladinho. Se fala é acusado de ser "fascista" e de "estar a fazer recados aos poderes". A maioria da comunicação social é de esquerda, os que não são estão, muitas vezes, demasiadas vezes, calados. Ultimamente têm vindo a falar um bocadinho mais... e claro, vem logo a esquerda afirmar que estamos a viver numa "ditadura" e a querer calá-los. José Rodrigues dos Santos falou, investigou, disse o que viu. Vai contra o que eles querem - deve calar-se.



José Rodrigues dos Santos defendeu-se das críticas que tem recebido pela forma como cobriu as eleições na Grécia, como enviado especial da RTP1.
Além dos comentários depreciativos nas redes sociais, muitos anónimos estão a enviar os seus protestos ao provedor do telespectador do canal público. Até o ex-deputado do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, usou o seu tempo de antena na RTP para fazer reparos à actuação do jornalista.
Em causa está, nomeadamente, uma reportagem sobre a corrupção na Grécia, onde José Rodrigues dos Santos fala nos seguintes termos:
“Muitos dos gregos que passam a pé diante da casa do ex-ministro da Defesa são paralíticos. Ou melhor, subornaram um médico para obterem uma declaração fraudulenta de deficiência, que lhes permita receber mais um subsidiozinho”.
Perante as críticas, José Rodrigues dos Santos salienta que a maioria se centra numa frase que diz não ter pronunciado, conforme declarações divulgadas pelo Diário Económico.
“Pelo que percebi, toda a crítica se centra numa frase que curiosamente não pronunciei. Em que sítio se ouviu a frase de que os gregos “eram todos paralíticos”? É que eu fui verificar a reportagem e o que lá está é “muitos” gregos, o que me parece ligeiramente diferente de “todos”“, salienta José Rodrigues dos Santos em declarações à publicação.
“Também foram feitas reportagens sobre “muitos” sem-abrigo vítimas da crise e não se pode concluir que “muitos” sem-abrigo queira dizer que todos os gregos são sem-abrigo. Ou pode?”, acrescenta o jornalista da RTP.
O director de Informação do Canal Público, José Manuel Portugal, também defende José Rodrigues dos Santos, considerando que o jornalista foi “profissional e de qualidade”.
“Se conhecessem a Grécia, percebiam que não inventou nada. É uma escolha feita por um repórter experimentadíssimo”, diz ainda José Manuel Portugal, citado pelo Diário Económico.