A Zippy lançou uma linha para meninos e para meninas. Uma linha de roupa unissexo... esperem. não é unissexo, que isso existe há décadas e é inocente, é "sem género".
E porquê "sem género"? para promoção de uma ideologia com a qual nem todos concordam (como, aliás, deve ser - as ideologias nunca são aceites por 100% das pessoas e só somos um mundo melhor se soubermos aceitar isso - coisa que actualmente está a ser impossível com tantos bullies das ideias). Se uma grande quantidade de pais não concordarem com a promoção de uma ideologia e não quiser ver os seus filhos expostos a tal, a decisão da Zippy é um tiro no pé. Se, pelo contrário, muitos pais defenderem a ideologia em questão, a zippy ganha clientela. É só disso que se trata, nada mais. Os preconceitos não estão em quem não concorda com determinada ideologia, estão em quem não permite que alguém não concorde chamando-lhe preconceituoso.
A ideologia de género não é científica, não é uma verdade, é uma opinião. E nenhum pai deve ser obrigado a ter o seu filho exposto, em tenra idade, a ideologias com as quais não concorda. Preconceituosos? Não. Humanos, com direito à liberdade de expressão e de opinião. Negar opiniões alheias é que é preconceito e opressão.
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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quinta-feira, março 28, 2019
Uma linha unissexo chamada "sem género" não tem nada de inocente
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domingo, março 24, 2019
Alternativas democráticas como acordos com comunistas?
Costa está com medo da direita... Não, não é da extrema-direita que ele tem medo, dessa teremos todos (como devíamos ter da extrema-esquerda, com quem Costa se associou), é da direita.
Senhor António Costa, ser patriota, defender o país, proteger a cultura, os usos e costumes do povo que se governa, não é ser de extrema-direita, é ser sensato.
O senhor António Costa refere que “As pessoas têm de sentir que, dentro do campo democrático, têm escolhas alternativas" - Aliar-se a comunistas/leninistas/marxistas/eurocépticos, para derrubar uma coligação que teve mais votos que o Partido Socialista, é uma dessas alternativas democráticas? É que, aos olhos de qualquer eleitor sensato, parece uma escolha muito anti-democrática.
É curioso que o António Costa fale que temos de aceitar "quotas" de imigração impostas pela UE (e a palavra impostas aqui revela muito do espírito anti-democrático) - Se os seus parceiros de geringonça tivessem poder suficiente já nem estávamos na UE!
Sabe, senhor António Costa, o que realmente legitima a viragem à direita é o facto de termos a extrema-esquerda no poder. O que realmente legitima a viragem à direita, é a falta de respeito que a esquerda tem demonstrado para com os povos europeus e o seu direito à auto-determinação. É isso que tem legitimado a dita extrema-direita. A direita, por seu lado, já acordou e começou a oferecer alternativas democráticas, já o Costa só lhes ofereceu acordos com comunistas/marxistas/leninistas/anti-europeístas.
Senhor António Costa, ser patriota, defender o país, proteger a cultura, os usos e costumes do povo que se governa, não é ser de extrema-direita, é ser sensato.
O senhor António Costa refere que “As pessoas têm de sentir que, dentro do campo democrático, têm escolhas alternativas" - Aliar-se a comunistas/leninistas/marxistas/eurocépticos, para derrubar uma coligação que teve mais votos que o Partido Socialista, é uma dessas alternativas democráticas? É que, aos olhos de qualquer eleitor sensato, parece uma escolha muito anti-democrática.
É curioso que o António Costa fale que temos de aceitar "quotas" de imigração impostas pela UE (e a palavra impostas aqui revela muito do espírito anti-democrático) - Se os seus parceiros de geringonça tivessem poder suficiente já nem estávamos na UE!
Sabe, senhor António Costa, o que realmente legitima a viragem à direita é o facto de termos a extrema-esquerda no poder. O que realmente legitima a viragem à direita, é a falta de respeito que a esquerda tem demonstrado para com os povos europeus e o seu direito à auto-determinação. É isso que tem legitimado a dita extrema-direita. A direita, por seu lado, já acordou e começou a oferecer alternativas democráticas, já o Costa só lhes ofereceu acordos com comunistas/marxistas/leninistas/anti-europeístas.
segunda-feira, março 23, 2015
Ah! a democracia, a democracia... isso é para os outros...
Joana Amaral Dias propõe-se mudar a política. Torná-la mais séria... para isso ignora os princípios democráticos e forma partido sem precisar das assinaturas do "povinho" porque isso dá muito trabalho...
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terça-feira, dezembro 30, 2014
Uma sociedade sem classes
Li algures que o objectivo da esquerda era uma sociedade sem classes e quando as pessoas entendessem que era melhor para elas votavam esquerda (isto enquanto se justificava, culpando a direita, o facto de países que levaram a cabo as políticas marxistas não tiveram sucesso).
Ora eu pergunto e peço que pensem bem nisto:
Como é que, NA PRÁTICA, se consegue uma sociedade sem classes? Ou seja, uma sociedade na qual todos têm o mesmo nível de "riqueza"?
Ora para o alcançarmos, agora, teríamos de roubar quem já tem mais e distribuir por todos os outros mesmo que esses outros nunca tenham feito um "pentelho" na vida. E, imaginando que isso é viável, depois de dividirmos tudo, impedimos quem quer enriquecer de o fazer? Como? E se alguém quiser trabalhar mais horas, para receber mais, não recebe? Se não recebe também não trabalha, certo? E, se assim é quem é que vai ter o trabalho de abrir empresas e criar trabalho? Porque se ganho o mesmo esperando que criem o meu trabalho então eu espero que algum parvo o faça. Vai ser o Estado a ter todas as empresas? E quem vai ser o chefe das empresas? Porque eu sei que não quereria a responsabilidade de ser chefe se não ganhar mais por isso... Fazemos cooperativas, é isso? (como as que se fizeram no pós-25/4 que deram no que deram?). E quem é que vai tirar cursos superiores se fica a ganhar o mesmo sem ele? Para quê o trabalho? Então como vamos ter técnicos qualificados? Obrigando as pessoas a estudar para isso e depois a trabalhar por tuta e meia, é isso?
E se eu trabalhar menos recebo menos? se recebo menos os outros ficam mais "ricos" do que eu e passamos a ter classes, certo? então pagamos o mesmo a todos independentemente de trabalharem muito ou pouco? Então para que raio hão-de as pessoas trabalhar mais? Como resolvemos isso? Obrigamos as pessoas a trabalhar? Como? à lei da bala, do chicote ou ameaçando com cadeia?
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