Se mais de metade dos gregos revela que quer manter-se no euro, mesmo que isso implique mais medidas de austeridade, como é que, nem há 2 meses, mais de metade dos gregos votaram em partidos que defendem exactamente o contrário?
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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quinta-feira, março 19, 2015
Alguém consegue explicar?
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sábado, fevereiro 21, 2015
Resumo da "vitória" do Syriza
Da Rubrica: Syriza uma comédia que dá que falar...
Tal como prometido em eleições, o Syriza deixou de negociar, e a a Grécia de ser fiscalizada, pela Troika (constituída por FMI, BCE e UE), agora negoceia, e será fiscalizada, pelas Instituições Internacionais (constituídas pelo FMI, BCE e UE), e continuam a ser elas a decidir se a Grécia é, ou não, de confiança para receber o dinheiro dos outros.
Tal como prometido em eleições não vai haver, no presente, mais austeridade. Agora vão apenas continuar com a austeridade que já está a decorrer.
Tal como prometido não vai haver uma extensão do memorando, o que vai haver é uma transição do mesmo.
Tal como prometido não vai haver mais austeridade no futuro, vão haver apenas cortes na despesa.
É certo que deixou cair o perdão da dívida, os aumentos de salário mínimo, as privatizações e tantas outras coisas. Mas o que é isso comparado com a vitória acima descrita?
Tal como prometido em eleições, o Syriza deixou de negociar, e a a Grécia de ser fiscalizada, pela Troika (constituída por FMI, BCE e UE), agora negoceia, e será fiscalizada, pelas Instituições Internacionais (constituídas pelo FMI, BCE e UE), e continuam a ser elas a decidir se a Grécia é, ou não, de confiança para receber o dinheiro dos outros.
Tal como prometido em eleições não vai haver, no presente, mais austeridade. Agora vão apenas continuar com a austeridade que já está a decorrer.
Tal como prometido não vai haver uma extensão do memorando, o que vai haver é uma transição do mesmo.
Tal como prometido não vai haver mais austeridade no futuro, vão haver apenas cortes na despesa.
É certo que deixou cair o perdão da dívida, os aumentos de salário mínimo, as privatizações e tantas outras coisas. Mas o que é isso comparado com a vitória acima descrita?
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
Syriza: Uma comédia que dá que falar (parte IV)
Episódio 7
Título: Vamos lá fazer uma extensão do programa que rejeitámos mas chamemos-lhe outra coisa para os Gregos não darem por ela, ok?Resumo: Syriza negoceia com a instituição anteriormente conhecida como Troika (IFKAT), mas não lhe chama Toika e "canta" vitória aos gregos porque cumpriu as promessas eleitorais e mandou a Troika dar uma volta ao bilhar grande. A seguir fez uma
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sexta-feira, fevereiro 13, 2015
Grécia negoceia com BCE, FMI e UE. Não com a troika
"Grécia negoceia com BCE, FMI e UE. Não com a troika - Observador: Temos todo o gosto em deixar de lhes chamar troika, mas as três instituições vão continuar a monitorizar a situação na Grécia", afirmou o porta-voz do Ministério das Finanças da Alemanha.
Martin Jaeger, porta-voz do Ministério das Finanças, diz que a Alemanha tem uma atitude “construtiva” quanto a uma solução para a Grécia mas garante que uma extensão do programa – algo que o Governo grego não deseja – “é a única via"".
Penso que estou esclarecida. O programa é o mesmo, a Troika continua lá, mas o acordo a que se conseguiu chegar com a Grécia foi: deixamos de lhe chamar troika e pronto. Pode ser que o povo grego (e os "gregos" por esse mundo fora) acredite que o governo manteve o que prometeu - não negociar a extensão do programa com a Troika... dizem que é um "novo programa" com o BCE, FMI e UE. Siga para bingo, está resolvido!
Martin Jaeger, porta-voz do Ministério das Finanças, diz que a Alemanha tem uma atitude “construtiva” quanto a uma solução para a Grécia mas garante que uma extensão do programa – algo que o Governo grego não deseja – “é a única via"".
Penso que estou esclarecida. O programa é o mesmo, a Troika continua lá, mas o acordo a que se conseguiu chegar com a Grécia foi: deixamos de lhe chamar troika e pronto. Pode ser que o povo grego (e os "gregos" por esse mundo fora) acredite que o governo manteve o que prometeu - não negociar a extensão do programa com a Troika... dizem que é um "novo programa" com o BCE, FMI e UE. Siga para bingo, está resolvido!
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| Imagem do Observador |
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sábado, fevereiro 07, 2015
Para sair da crise só "à Irlandesa" e não "à Grega"
E, apesar das provas, parece que muitos eleitores continuam, estupidamente, a insistir na receita errada...
Um excerto deste artigo no Irish Times
Em 2010, tanto a Irlanda como a Grécia estavam à beira do descalabro financeiro e foram salves da bancarrota com a intervenção da Europa e do FMI.
A resposta Irlandesa ao resgate foi respeitar o contrato feito e implementar as reformas contidas no programa da Troika. Os Gregos responderam com protestos violentos nas ruas, instabilidade política e atrasos em muitas das reformas acordadas.
Agora, quase cinco anos depois, a Grécia está novamente à beira do desastre, enquanto a Irlanda está em modo de de rápida retoma económica com o desemprego a baixar, a economia a crescer mais depressa do que em qualquer outro país da UE e taxas de juro mais baixas do que as vistas nos EUA.
Todas as evidências sugerem que o percurso Irlandês, e não o Grego, é a receita correcta para lidar com os grandes prejuízos auto-infligidos que ambos os países tiveram de defrontar em resultado da longa condescendência de políticas populistas.
Um excerto deste artigo no Irish Times
Em 2010, tanto a Irlanda como a Grécia estavam à beira do descalabro financeiro e foram salves da bancarrota com a intervenção da Europa e do FMI.
A resposta Irlandesa ao resgate foi respeitar o contrato feito e implementar as reformas contidas no programa da Troika. Os Gregos responderam com protestos violentos nas ruas, instabilidade política e atrasos em muitas das reformas acordadas.
Agora, quase cinco anos depois, a Grécia está novamente à beira do desastre, enquanto a Irlanda está em modo de de rápida retoma económica com o desemprego a baixar, a economia a crescer mais depressa do que em qualquer outro país da UE e taxas de juro mais baixas do que as vistas nos EUA.
Todas as evidências sugerem que o percurso Irlandês, e não o Grego, é a receita correcta para lidar com os grandes prejuízos auto-infligidos que ambos os países tiveram de defrontar em resultado da longa condescendência de políticas populistas.
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terça-feira, fevereiro 03, 2015
Syriza: Uma comédia que dá que falar (parte III)
Episódio 6
Título: Pronto, está bem, não perdoem mas nós pagamos quando nos apetecer, ok?
Episódios 0 a 3 Aqui
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segunda-feira, fevereiro 02, 2015
Syriza: A comédia que dá que falar! (Parte II)
E hoje temos episódio duplo!!!
Nos Episódios de hoje:
Episódio 4: Afinal era só garganta:
Resumo: Aumento de salário mínimo vai ter de esperar e a prioridade são as negociações com a Troika
Episódio 5: POR FAVOR SALVEM OS NOSSOS BANCOS!
Podem verificar os episódios anterior aqui.
domingo, janeiro 18, 2015
Portugal deve fechar 2015 com almofada para 90% das necessidades de financiamento de 2016
Vai ser uma festa do pijama para o PS...
OJE | Portugal deve fechar 2015 com almofada para 90% das necessidades de financiamento de 2016:
"Portugal deverá chegar ao final deste ano com uma almofada financeira de 10.000 milhões de euros, o que corresponde a cerca de 90% das necessidades de financiamento de 2016, segundo diz à Lusa a presidente do IGCP, Cristina Casalinho.
Em entrevista à Lusa, a presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) estima que o Tesouro deverá chegar ao final de 2015 com uma almofada de “cerca de 10.000 milhões de euros para necessidades de financiamento de 11.000 milhões”, ou seja, “quase 80/90%” das necessidades de tesouraria do próximo ano."
OJE | Portugal deve fechar 2015 com almofada para 90% das necessidades de financiamento de 2016:
"Portugal deverá chegar ao final deste ano com uma almofada financeira de 10.000 milhões de euros, o que corresponde a cerca de 90% das necessidades de financiamento de 2016, segundo diz à Lusa a presidente do IGCP, Cristina Casalinho.Em entrevista à Lusa, a presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) estima que o Tesouro deverá chegar ao final de 2015 com uma almofada de “cerca de 10.000 milhões de euros para necessidades de financiamento de 11.000 milhões”, ou seja, “quase 80/90%” das necessidades de tesouraria do próximo ano."
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sábado, janeiro 03, 2015
Agiotas...
Para muita gente a definição de agiota é: aquele que empresta dinheiro quando mais ninguém o faz, a taxas de juro MUITO INFERIORES às que qualquer outro propunha, com contrato legal assinado e acordado por todas as partes e que tem o descaramento de exigir que o contrato seja respeitado a qualquer custo...
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orgulhosamente sós
Acho incrível que as pessoas ainda não tenham entendido que o país gasta mais do que ganha e se tem para o dia a dia é porque lhe emprestam...
Seria o típico "orgulhosamente sós" e acho alguma piada que quem agora defende este "orgulhosamente sós" sejam os mesmos que diabolizam aquele que tinha esse mesmo slogan e defendia o mesmo que agora defendem.
- Se emprestam, como em qualquer contrato de empréstimo, há condições a cumprir
- Se não queremos cumprir temos de parar de pedir emprestado
- Se paramos de pedir emprestado temos de cortar muito mais do que o negociado com a troika (porque a troika ainda nos deixa ter algum défice)
- Sem ter quem nos empreste não se pode ter défice
Seria o típico "orgulhosamente sós" e acho alguma piada que quem agora defende este "orgulhosamente sós" sejam os mesmos que diabolizam aquele que tinha esse mesmo slogan e defendia o mesmo que agora defendem.

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domingo, dezembro 28, 2014
As prioridades de Sócrates!!!
É sempre curioso relembrar o que ia na cabeça do ex-primeiro ministro na altura de dizer ao país que se estava na pré-bancarrota e que se precisava pedir um enorme empréstimo de emergência... prioridades que definem toda uma personalidade!
quinta-feira, dezembro 25, 2014
Mário Soares “esqueceu-se” que foi ele que recomendou a Sócrates o pedido de ajuda externa
"Infelizmente, um dos principais responsáveis da história portuguesa recente, tem revelado algum esquecimento e incoerência com o que defendeu e fez anteriormente.
Na entrevista que Mário Soares deu sobre a ajuda externa a Portugal, sugerindo que o PS rompesse o memorando de entendimento, contraria inequivocamente com a sua decisão de governar durante dois anos com apoio do FMI.
Mário Soares foi dos primeiros, senão o primeiro a saber o que é governar em circunstâncias como as actuais - em resgate financeiro - e sabe melhor do que ninguém que reformar Portugal nos dias de hoje, não se coaduna com tacticismos partidários, porque o interesse nacional assim o exige.
Mesmo que o PS um dia, e esperemos que não, por uma questão de responsabilidade e compromisso, descole do resgate financeiro que pediu depois de seis anos de governação, há nódoas que, aparentemente no melhor pano, nunca descolam.
Se o Dr. Soares se esqueceu, os portugueses jamais se esquecerão: foram seis anos de má governação socialista, de tácticas ilusórias e irresponsáveis que conduziram Portugal a esta grave situação.
Para além de estranho, é preocupante e incoerente, que seja o Primeiro Ministro que negociou a entrada de Portugal na CEE a instigar ao incumprimento perante esta e as outras instituições que apoiaram Portugal numa altura difícil.
Após uma década de governação socialista que levou o país à bancarrota, com os aplausos de Mário Soares, a solidariedade destas instituições internacionais salvou os salários dos funcionários públicos e a solvência do país.
Mário Soares que, como bom governante à moda socialista, tem uma grande experiência em levar o país à bancarrota e à necessidade de ajuda externa, devia deixar as tristes memórias do tempo em que governou em paz e deixar para o PSD, mais uma vez, a tarefa difícil de reerguer o país dos desvarios socialistas. Note-se a determinada passagem da entrevista tem o desplante de dizer que “nesta altura também não convinha nada ao PS ir para o Governo”, nem para o PS mas muito menos para Portugal.
De referir que Mário Soares, quando pediu ajuda externa, o PSD foi sempre solidário. Agora foi o PS que pediu ajuda, negociou o Acordo e é o PSD que o está a cumprir. António José Seguro tem aqui a oportunidade de separar o trigo do joio e demonstrar se é um Estadista ou apenas mais um líder do PS."
fonte: http://www.jsd.pt/1772/mario-soares-%E2%80%9Cesqueceu-se%E2%80%9D-que-foi-ele-que-recomendou-a-socrates-o-pedido-de-ajuda-externa.aspx
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quarta-feira, dezembro 24, 2014
"Que se lixe a corrupção, quero uma justiça que funcione!"
"Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão". Já dizia o antigo ditado. Todos gritam no país, todos sentem as consequências de anos e anos a vivermos acima das nossas possibilidades. "Ah! mas eu nunca vivi acima das minhas possibilidades!"... lamento, mas viveu. Vivemos todos. Num Estado paizinho, e que aparentemente queremos que assim continue (ainda não aprendemos), o que o pai faz afecta os filhos. Dou outro exemplo mais simples de entender: se o meu vizinho pedir um grande montante emprestado e a seguir, com esse dinheiro, fizer obras em casa, comprar carro novo e contratar-me para ser sua cozinheira e, se, de repente, o vizinho deixar de ter quem lhe empreste, vai ter continuar a pagar as obras, porque já estão feitas, pode entregar o carro e eu tenho de perder o meu emprego de cozinheira porque o meu vizinho deixou de ter como me pagar e eu estava directamente dependente do que ele fazia. Tenho culpa? Posso não ter, mas teria consciência que aquilo era um emprego de mentira, dado por alguém que fingia ter um dinheiro que não tinha. Logo deveria estar preparada para essa eventualidade ou deveria ter ido trabalhar para quem tinha dinheiro a sério.
Agora não temos dinheiro e temos de ter consciência de uma série de coisas. Se mal temos para comprar o "pão", que é o essencial, como podemos continuar a exigir mais para além disso?
Quando leio coisas como a afirmada por Henrique Monteiro "o mundo é mais do que a Economia. A mera racionalidade económica, se não for compensada por aspetos como caridade/solidariedade; amizade/companheirismo/amor; coesão/camaradagem/vizinhança entre muitas outras categorias não económicas (ocorre-me também a boa educação), é inútil." penso, quanto à boa educação, à amizade, companheirismo, amor, nada contra, também porque nada se paga por isso, mas será possível praticarmos a caridade se dela estivermos a necessitar? E a amizade mata a fome?... Estas palavras de Henrique Monteiro e são uma resposta por Camilo Lourenço ter afirmado que os cursos de história não têm utilidade para a economia. Eu concordo com Camilo Lourenço: Como podemos pagar cursos para pessoas ficarem desempregadas quando não temos "pão"? A educação é um investimento que o país faz, já nem referindo que só pode investir quem tem dinheiro para isso, pergunto: que investimento está a representar a maioria dos cursos de humanidades actualmente pagos? estamos a investir em quê? desemprego? Se é para pagar que seja para algo que nos faça ter o tal pão que agora falta.
Já sei que se vão levantar contra mim, contra a minha insensibilidade porque as humanidades são importantes. Nem eu disse que não eram, apenas que, neste momento, não precisamos de mais licenciados nessa área, e neste momento devíamos aprender a restringir-nos ao essencial. Se queremos tirar cursos que têm como fim o desemprego, devemos pagá-los do nosso bolso.
Todos concordamos que o maior problema do país é a corrupção, o clientelismo e, no entanto, o mote da manifestação é "que se lixe a troika, quero a minha vida de volta" e não "Que se lixe a corrupção, quero uma justiça que funcione!". Era isto que se devia estar a exigir e no entanto o que vemos são palavras de ordem contra o governo e pedidos para que quem nos empresta o dinheiro para contratarmos a "cozinheira" deixe de meter-se na nossa vida.
Cantar a grândola não mata a fome. Fazer manifestações não resolve os problemas do país. Se o país gasta mais do que o que ganha, ou passa a ganhar mais, e aí temos de ir trabalhar e não manifestar, ou passa a gastar menos e aí vai ter de despedir a "cozinheira" que contratou com dinheiro que não era dele. Somos um povo que não sabe exigir o que, realmente, é essencial.
(texto publicado em Março de 2013 no facebook)
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segunda-feira, março 31, 2014
domingo, março 09, 2014
Bruxelas mantém supervisão em Lisboa até 2037
E nas notícias de hoje: Bruxelas mantém supervisão em Lisboa até 2037
Acho bem, mas vão impedir-nos de fazer obras a pagar para lá dessa data? Ou de fazer obras a pagar a partir de 5 ou 6 anos, como foi feito pelo último governo? É que se impedirem esses excessos acho bem, se é só para andarem a fingir e a dizer "vocês vejam lá isso", então não vale a pena, porque duvido que alguém respeite.
Acho bem, mas vão impedir-nos de fazer obras a pagar para lá dessa data? Ou de fazer obras a pagar a partir de 5 ou 6 anos, como foi feito pelo último governo? É que se impedirem esses excessos acho bem, se é só para andarem a fingir e a dizer "vocês vejam lá isso", então não vale a pena, porque duvido que alguém respeite.
quinta-feira, março 06, 2014
Assis defendendo políticas que condenam o país ao fracasso
E nas notícias de hoje ficamos a saber que o cabeça de lista do PS para as eleições europeias defende a política de endividamento que nos levou à pré-bancarrota (só não levou à bancarrota porque nos vieram salvar o "rabo"), levada a cabo por um fulano que há muito deveria estar na cadeia... Assusta-me que tantos portugueses também a defendam.Assis defende herança de Sócrates
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sábado, fevereiro 08, 2014
same old, same old...
Seguro promete reabrir todos os tribunais encerrados e ainda promete criar um especial para litígios que envolvam montantes de investimento de capital estrangeiro (no fundo promete criar um tribunal para os ricos)... É isto que nos espera quando voltar o socialismo. As poucas poupanças e reformas de Estado alcançadas (e são muito poucas relativamente ao que é necessário) são eliminadas e daí a uns tempinhos teremos os socialistas novamente a demitirem-se com uma desculpa esfarrapada qualquer e a troika a entrar... same old, same old.
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domingo, fevereiro 02, 2014
Começa a política de esbanjamento...
Já vejo o PSD a falar em 70 mil empregos na construção civil, a falar da modernização das autarquias... ui... MEDO! por favor Troika, não vás embora pá!
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sexta-feira, janeiro 24, 2014
"Não houve austeridade a mais"
"Não houve austeridade a mais no sentido de equilibrar as contas do estado. É preciso continuar a corrigir o desacerto do Estado para evitar nova dívida. Este défice ficar abaixo do combinado com a Troika é extremamente positivo porque é sinal que foi possível ter mão no desacerto do Estado. Mas não houve um excesso (de austeridade) porque ainda é preciso continuar a fazer mais, porque nós não podemos continuar a viver com um desacerto de contas desta natureza"
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quinta-feira, janeiro 23, 2014
É do coiso...
Nas notícias de hoje: O défice de 2013 na óptica do programa de ajustamento ficou em 4,4% do PIB, abaixo dos 5,5% que haviam sido acordados com a 'troika'.
Então deixem lá ver: primeiro tivemos os "restos" do Natal, depois meteu-se a Páscoa, depois veio o Verão e foi sazonal. Entretanto veio o São Martinho que ainda é coisa para descer mais um bocadinho, depois meteu-se novamente o Natal e, além disso, estão a aldrabar os números (mesmo com a vigilância da Troika) por causa das Europeias... E além de tudo isto temos o Coiso. O que não foi de certeza foi um bom serviço do governo porque esse, além de ser ilegítimo (porque a maioria que vai para as ruas e que apoia os sindicatos não votou nele) é incompetente e só desgoverna.
Então deixem lá ver: primeiro tivemos os "restos" do Natal, depois meteu-se a Páscoa, depois veio o Verão e foi sazonal. Entretanto veio o São Martinho que ainda é coisa para descer mais um bocadinho, depois meteu-se novamente o Natal e, além disso, estão a aldrabar os números (mesmo com a vigilância da Troika) por causa das Europeias... E além de tudo isto temos o Coiso. O que não foi de certeza foi um bom serviço do governo porque esse, além de ser ilegítimo (porque a maioria que vai para as ruas e que apoia os sindicatos não votou nele) é incompetente e só desgoverna.

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