De acordo com os dados das últimas legislativas, temos em Portugal mais de 900 mil pessoas que votaram em partidos com ideias radicais. Ou seja, pelo menos mais de 900 mil pessoas em Portugal concordam com as ideias do Syriza. O número subirá se considerarmos que muitos daqueles que votam PS também concordam (basta ouvir as declarações do líder socialista para o concluir). Mas fiquemo-nos pelos 900 mil radicais. 900 mil pessoas que querem que o dinheiro chegue à Grécia e, como tal, não se importarão de pagar para tal acontecer. 900 mil só em Portugal, muitos milhões por essa Europa fora.
Um Britânico levou a cabo uma tentativa de reunir €1,600,000,000 EUR num fundo para o qual se doava através da internet. Queria esse Britânico alcançar esse valor em 8 dias contando com o apoio de todos os "Syrizas" europeus. A verdade é que ao fim de 8 dias nem aos 2 milhões chegaram e só conseguiram doações de 108,654 pessoas por toda a Europa (menos de metade dos que votaram no BE).
E assim, mais uma vez comprovamos que os radicais gostam muito de exigir que a "sociedade" lhes pague a vida. Desde que a "sociedade" não sejam eles.
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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terça-feira, julho 07, 2015
quarta-feira, julho 01, 2015
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domingo, maio 24, 2015
quarta-feira, maio 13, 2015
Que futuro queremos?
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sábado, fevereiro 21, 2015
Resumo da "vitória" do Syriza
Da Rubrica: Syriza uma comédia que dá que falar...
Tal como prometido em eleições, o Syriza deixou de negociar, e a a Grécia de ser fiscalizada, pela Troika (constituída por FMI, BCE e UE), agora negoceia, e será fiscalizada, pelas Instituições Internacionais (constituídas pelo FMI, BCE e UE), e continuam a ser elas a decidir se a Grécia é, ou não, de confiança para receber o dinheiro dos outros.
Tal como prometido em eleições não vai haver, no presente, mais austeridade. Agora vão apenas continuar com a austeridade que já está a decorrer.
Tal como prometido não vai haver uma extensão do memorando, o que vai haver é uma transição do mesmo.
Tal como prometido não vai haver mais austeridade no futuro, vão haver apenas cortes na despesa.
É certo que deixou cair o perdão da dívida, os aumentos de salário mínimo, as privatizações e tantas outras coisas. Mas o que é isso comparado com a vitória acima descrita?
Tal como prometido em eleições, o Syriza deixou de negociar, e a a Grécia de ser fiscalizada, pela Troika (constituída por FMI, BCE e UE), agora negoceia, e será fiscalizada, pelas Instituições Internacionais (constituídas pelo FMI, BCE e UE), e continuam a ser elas a decidir se a Grécia é, ou não, de confiança para receber o dinheiro dos outros.
Tal como prometido em eleições não vai haver, no presente, mais austeridade. Agora vão apenas continuar com a austeridade que já está a decorrer.
Tal como prometido não vai haver uma extensão do memorando, o que vai haver é uma transição do mesmo.
Tal como prometido não vai haver mais austeridade no futuro, vão haver apenas cortes na despesa.
É certo que deixou cair o perdão da dívida, os aumentos de salário mínimo, as privatizações e tantas outras coisas. Mas o que é isso comparado com a vitória acima descrita?
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
Syriza: Uma comédia que dá que falar (parte IV)
Episódio 7
Título: Vamos lá fazer uma extensão do programa que rejeitámos mas chamemos-lhe outra coisa para os Gregos não darem por ela, ok?Resumo: Syriza negoceia com a instituição anteriormente conhecida como Troika (IFKAT), mas não lhe chama Toika e "canta" vitória aos gregos porque cumpriu as promessas eleitorais e mandou a Troika dar uma volta ao bilhar grande. A seguir fez uma
segunda-feira, fevereiro 16, 2015
Tradução das palavras de Varoufakis
Tradução das palavras de Yanis Varoufakis presentes nesta notícia do negócios: "Devemos insistir que os outros paguem para que continuemos a ter a corrupção que temos, para continuarmos sem taxar os ricos, para continuarmos sem fazer reformas, para nos ser possível voltar a contratar os 40 jardineiros para dois arbustos e as 600 empregadas de limpeza para um ministério. Queremos mais empréstimos, mas de acordo com aquilo que nós definimos, ou seja, sem juros e com pagamento ad-eternum para que não digam que não pagamos, apenas pagamos "para sempre. E quem define como metodologia para criar crescimento, políticas que levam ao corte de despesa e ao dar facilidades para criação de empresas privadas que empregam pessoas que não ficam directamente dependentes do Estado e, como tal, pagam impostos reais e não levam dinheiro estatal, são tiranos que estão agarrados ao seu dinheiro, o dinheiro que os seus contribuintes pagaram para que os seus governos cumpram com as promessas eleitorais, e são anti-democráticos porque não pagam as promessas eleitorais que nós fizemos e que dependem do dinheiro alheio. Felizmente há muita gente por esse mundo fora que apoia as nossas políticas porque são tão caloteiros como nós e têm o desejo, não tão secreto assim, de não fazer nenhum e viver à conta da riqueza criada por outrem".
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sexta-feira, fevereiro 13, 2015
Grécia negoceia com BCE, FMI e UE. Não com a troika
"Grécia negoceia com BCE, FMI e UE. Não com a troika - Observador: Temos todo o gosto em deixar de lhes chamar troika, mas as três instituições vão continuar a monitorizar a situação na Grécia", afirmou o porta-voz do Ministério das Finanças da Alemanha.
Martin Jaeger, porta-voz do Ministério das Finanças, diz que a Alemanha tem uma atitude “construtiva” quanto a uma solução para a Grécia mas garante que uma extensão do programa – algo que o Governo grego não deseja – “é a única via"".
Penso que estou esclarecida. O programa é o mesmo, a Troika continua lá, mas o acordo a que se conseguiu chegar com a Grécia foi: deixamos de lhe chamar troika e pronto. Pode ser que o povo grego (e os "gregos" por esse mundo fora) acredite que o governo manteve o que prometeu - não negociar a extensão do programa com a Troika... dizem que é um "novo programa" com o BCE, FMI e UE. Siga para bingo, está resolvido!
Martin Jaeger, porta-voz do Ministério das Finanças, diz que a Alemanha tem uma atitude “construtiva” quanto a uma solução para a Grécia mas garante que uma extensão do programa – algo que o Governo grego não deseja – “é a única via"".
Penso que estou esclarecida. O programa é o mesmo, a Troika continua lá, mas o acordo a que se conseguiu chegar com a Grécia foi: deixamos de lhe chamar troika e pronto. Pode ser que o povo grego (e os "gregos" por esse mundo fora) acredite que o governo manteve o que prometeu - não negociar a extensão do programa com a Troika... dizem que é um "novo programa" com o BCE, FMI e UE. Siga para bingo, está resolvido!
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| Imagem do Observador |
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quinta-feira, fevereiro 12, 2015
Gravatas é que não, camaradas, pá!
Gravatas não porque ele é do povo, usa cachecol...
e para quem tenha dúvidas da veracidade AQUI está o link para a Burberry (com o preço em libras):
e para quem tenha dúvidas da veracidade AQUI está o link para a Burberry (com o preço em libras):
sexta-feira, fevereiro 06, 2015
Esquerda: Dois pesos e duas medidas
Junho de 2011 - Uma das primeiras medidas do recém-formado governo de Pedro Passos Coelho é mudar bilhetes de executiva para económica nas viagens dos membros da Assembleia.Comentários da esquerda: OLHEM O POPULISMO. ATÉ PARECE QUE SE POUPA ALGUMA COISA! DE CERTEZA QUE VÃO METER PARA O BOLSO DE OUTRA MANEIRA.
Fevereiro de 2015 - O Governo Syriza anuncia que os membros da Assembleia vão passar a voar em turística.
Comentários da esquerda: Estão a ver? É assim que se dá o exemplo! De um governo destes é que nós precisávamos!
Economistas de esquerda defendem o calote Grego
3 centenas de economistas, pelo mundo fora, assinam um manifesto para que "se respeite a vontade do povo grego" e não se obrigue a Grécia a pagar a dívida porque "não é pagável". Não sei quem são os economistas em questão, mas, a ver pelos exemplos portugueses, temos Mariana Mortágua, deputada do BE e José Reis, simpatizante do mesmo.
Não sou economista, nem percebo grande coisa de números, mas, felizmente, há bem mais de 3 centenas de economistas a pensar exactamente o contrário.
Quanto ao "não é possível pagar a dívida", opino: se não era possível pagar, não se pedia o dinheiro que a alguém pertence. Porque há alguém que conta com ele para a sua própria economia e para respeitar a vontade dos seus próprios povos. Se eu não puder pagar alguma dívida contraída, o meu credor pode apropriar-se de bens que eu possua... se eu não possuir bens, acabo na cadeia e a trabalhar para pagar o que fiquei a dever - ou seja, a passar dificuldades e a fazer sacrifícios. É assim que o mundo funciona. Se não têm como pagar, têm de reduzir as despesas que têm de modo a que lhes sobre o suficiente para pagarem o que se comprometeram (e deram garantias que podiam) pagar.
Quanto ao "temos de respeitar a vontade do povo grego", tudo bem. Nada impede o Syriza de levar a cabo o seu programa... basta ser caloteiro, perder a confiança dos parceiros, sair do euro e provar que consegue levar a cabo o programa que prometeu sem o dinheiro alheio. Mais sobre isto já escrevi AQUI.
Não sou economista, nem percebo grande coisa de números, mas, felizmente, há bem mais de 3 centenas de economistas a pensar exactamente o contrário.
Quanto ao "não é possível pagar a dívida", opino: se não era possível pagar, não se pedia o dinheiro que a alguém pertence. Porque há alguém que conta com ele para a sua própria economia e para respeitar a vontade dos seus próprios povos. Se eu não puder pagar alguma dívida contraída, o meu credor pode apropriar-se de bens que eu possua... se eu não possuir bens, acabo na cadeia e a trabalhar para pagar o que fiquei a dever - ou seja, a passar dificuldades e a fazer sacrifícios. É assim que o mundo funciona. Se não têm como pagar, têm de reduzir as despesas que têm de modo a que lhes sobre o suficiente para pagarem o que se comprometeram (e deram garantias que podiam) pagar.
Quanto ao "temos de respeitar a vontade do povo grego", tudo bem. Nada impede o Syriza de levar a cabo o seu programa... basta ser caloteiro, perder a confiança dos parceiros, sair do euro e provar que consegue levar a cabo o programa que prometeu sem o dinheiro alheio. Mais sobre isto já escrevi AQUI.
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quinta-feira, fevereiro 05, 2015
terça-feira, fevereiro 03, 2015
Syriza: Uma comédia que dá que falar (parte III)
Episódio 6
Título: Pronto, está bem, não perdoem mas nós pagamos quando nos apetecer, ok?
Episódios 0 a 3 Aqui
Episódios 4 e 5 Aqui
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segunda-feira, fevereiro 02, 2015
Syriza: A comédia que dá que falar! (Parte II)
E hoje temos episódio duplo!!!
Nos Episódios de hoje:
Episódio 4: Afinal era só garganta:
Resumo: Aumento de salário mínimo vai ter de esperar e a prioridade são as negociações com a Troika
Episódio 5: POR FAVOR SALVEM OS NOSSOS BANCOS!
Podem verificar os episódios anterior aqui.
domingo, fevereiro 01, 2015
Syriza: A comédia que dá que falar!
Cenas dos episódios anteriores:
Episódio Piloto: AHAHAHAHA VOCÊS VÃO VER QUANDO FORMOS GOVERNO!!!
Resumo: Líder do Syriza ameaça deixar de pagar aos credores
Episódio 1: Não pagamos! fim da austeridade
Resumo: Novo Governo da Extrema Esquerda descarta pagamento de toda a dívida
Episódio 2: Que se lixe a Troika!
Resumo: Governo Grego não reconhece a troika como interlocutora válida nas negociações sobre o programa de resgate à Grécia.
Episódio Piloto: AHAHAHAHA VOCÊS VÃO VER QUANDO FORMOS GOVERNO!!!
Resumo: Líder do Syriza ameaça deixar de pagar aos credores
Episódio 1: Não pagamos! fim da austeridade
Resumo: Novo Governo da Extrema Esquerda descarta pagamento de toda a dívida
Episódio 2: Que se lixe a Troika!
Resumo: Governo Grego não reconhece a troika como interlocutora válida nas negociações sobre o programa de resgate à Grécia.
No Episódio de hoje:
Episódio 3: Oh pá estávamos a brincar e os outros perceberam mal!
Resumo: Alexis Tsipras. A Grécia vai respeitar as suas obrigações com o BCE e o FMI
Episódio 3: Oh pá estávamos a brincar e os outros perceberam mal!
Resumo: Alexis Tsipras. A Grécia vai respeitar as suas obrigações com o BCE e o FMI
sábado, janeiro 31, 2015
Pagar a irresponsabilidade democrática alheia?
Até me dá um arrepio na espinha quando ouço demagogos afirmarem coisas como "temos de respeitar a vontade democrática dos Gregos", para insinuar que a Europa tem de fazer o que os Gregos querem dado que foi essa a vontade democrática do povo.- Qualquer povo quer ter maior qualidade de vida, não são precisas eleições para o concluir.
- Qualquer povo quer coisas grátis, não são precisas eleições para o concluir.
- Qualquer povo quer boa educação, boa saúde, segurança, não são precisas eleições para o concluir.
- Qualquer povo quer bons ordenados, não são precisas eleições para o concluir.
- Qualquer povo quer emprego total, não são precisas eleições para o concluir.
... Enfim, não são precisas eleições para saber o que se quer. As eleições existem para escolhermos quem achamos que tem um programa de governo que o consegue alcançar. Um programa de governo realista. Os restantes povos da Europa não têm culpa que os Gregos acreditem na "história da Carochina" e achem que basta querer para ter. Também os portugueses com dois palmos de testa não têm de ser penalizados por aqueles que acham que basta querer para ter e que respeitar a vontade democrática dos Gregos significa atirar-lhes com um molho de dinheiro para cima para que eles, sem o esforço que todos os outros tiveram e têm, obtenham mais do que os outros têm.
Se os Portugueses agora votarem num partido que prometa 5000 euros de ordenado mínimo para todos, mesmo os que não têm emprego, terá a Europa de nos financiar, de acordo com a nossa vontade, para que a "vontade democrática" se cumpra?
Sim, a vontade democrática dos Gregos deve ser respeitada. Mas respeitar implica apenas deixar o Syriza levar a cabo as políticas que se propôs e não pagar para que lhes seja possível fazê-lo. O Syriza tinha um programa de governo que garantiu ao povo ser possível levar a cabo, agora tem de demonstrar que, realmente, é, mas não pode obrigar os outros povos, que não acreditam nas ditas políticas, a pagá-las. Se alguém tem de pagar as políticas nas quais votou, esse alguém é o povo Grego.
Também não deixo de achar graça que os mesmo que falam em respeitar a vontade democrática dos Gregos, sejam aqueles que andam há mais 3 anos e meio a pedir eleições antecipadas e a acusar um governo democraticamente eleito de ser ilegítimo...
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sexta-feira, janeiro 30, 2015
Agiotas!
Gostava de saber quantos de vós que são apoiantes das medidas do Syriza permitiam que o vosso vizinho vos pedisse 1000 euros emprestados para endireitar a vida, porque o banco não lhes emprestava, ou exigia um juro altíssimo. Mas fazia um contrato convosco prometendo pagar um juro baixinho, obrigando-vos, provavelmente, a fazerem empréstimos e cortarem despesas, para ao fim de uns meses o vizinho afirmar: não pago porque não é pagável! a minha família teria de fazer muitos sacrifícios para te pagar esses 1000 euros, por isso não vamos pagar, seu agiota!
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quarta-feira, janeiro 28, 2015
Je suis José Rodrigues dos Santos
José Rodrigues dos Santos fez uma reportagem. Reuniu factos e comentou-os... A esquerda não gostou e quer calar o jornalista. Há dias, depois dos ataques em Paris, escrevi sobre liberdade de expressão e aquilo que defendemos que pode ser dito, em contraste com o que deve ser calado. Na altura referi que "infelizmente existem grupos que têm todos os direitos, têm o direito de se impor, e outros que têm de se calar. Os primeiros são, apesar de tudo, denominados de "minorias" e a "maioria" tem de estar caladinha e aceitar a minoria, ou é acusada de ser intolerante. As maiorias são: Na religião, a católica, essa tem de estar caladinha enquanto as outras, e o ateísmo, podem impor-se; nas raças, a branca, essa tem de estar caladinha enquanto as outras se impõem; na sexualidade, os heterossexuais, esses têm de estar caladinhos enquanto os outros se impõem. Isso não é liberdade - é imposição de uns sobre os outros - é intolerância, é tornar a "maioria" numa minoria sem direito a opinião.". Esqueci de mencionar um outro grupo que tem todos os direitos e os que pensam o contrário devem ficar caladinhos. Quem é de esquerda pode falar, deve falar e chamam fascistas a tudo o que pense, ligeiramente que seja, mais à direita do que eles. Quem eles consideram ser de direita, por vezes nem é, tem é de estar caladinho. Se fala é acusado de ser "fascista" e de "estar a fazer recados aos poderes". A maioria da comunicação social é de esquerda, os que não são estão, muitas vezes, demasiadas vezes, calados. Ultimamente têm vindo a falar um bocadinho mais... e claro, vem logo a esquerda afirmar que estamos a viver numa "ditadura" e a querer calá-los. José Rodrigues dos Santos falou, investigou, disse o que viu. Vai contra o que eles querem - deve calar-se.
José Rodrigues dos Santos defendeu-se das críticas que tem recebido pela forma como cobriu as eleições na Grécia, como enviado especial da RTP1.
Além dos comentários depreciativos nas redes sociais, muitos anónimos estão a enviar os seus protestos ao provedor do telespectador do canal público. Até o ex-deputado do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, usou o seu tempo de antena na RTP para fazer reparos à actuação do jornalista.
Em causa está, nomeadamente, uma reportagem sobre a corrupção na Grécia, onde José Rodrigues dos Santos fala nos seguintes termos:
“Muitos dos gregos que passam a pé diante da casa do ex-ministro da Defesa são paralíticos. Ou melhor, subornaram um médico para obterem uma declaração fraudulenta de deficiência, que lhes permita receber mais um subsidiozinho”.
Perante as críticas, José Rodrigues dos Santos salienta que a maioria se centra numa frase que diz não ter pronunciado, conforme declarações divulgadas pelo Diário Económico.
“Pelo que percebi, toda a crítica se centra numa frase que curiosamente não pronunciei. Em que sítio se ouviu a frase de que os gregos “eram todos paralíticos”? É que eu fui verificar a reportagem e o que lá está é “muitos” gregos, o que me parece ligeiramente diferente de “todos”“, salienta José Rodrigues dos Santos em declarações à publicação.
“Também foram feitas reportagens sobre “muitos” sem-abrigo vítimas da crise e não se pode concluir que “muitos” sem-abrigo queira dizer que todos os gregos são sem-abrigo. Ou pode?”, acrescenta o jornalista da RTP.
O director de Informação do Canal Público, José Manuel Portugal, também defende José Rodrigues dos Santos, considerando que o jornalista foi “profissional e de qualidade”.
“Se conhecessem a Grécia, percebiam que não inventou nada. É uma escolha feita por um repórter experimentadíssimo”, diz ainda José Manuel Portugal, citado pelo Diário Económico.
José Rodrigues dos Santos defendeu-se das críticas que tem recebido pela forma como cobriu as eleições na Grécia, como enviado especial da RTP1.
Além dos comentários depreciativos nas redes sociais, muitos anónimos estão a enviar os seus protestos ao provedor do telespectador do canal público. Até o ex-deputado do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, usou o seu tempo de antena na RTP para fazer reparos à actuação do jornalista.
Em causa está, nomeadamente, uma reportagem sobre a corrupção na Grécia, onde José Rodrigues dos Santos fala nos seguintes termos:
“Muitos dos gregos que passam a pé diante da casa do ex-ministro da Defesa são paralíticos. Ou melhor, subornaram um médico para obterem uma declaração fraudulenta de deficiência, que lhes permita receber mais um subsidiozinho”.
Perante as críticas, José Rodrigues dos Santos salienta que a maioria se centra numa frase que diz não ter pronunciado, conforme declarações divulgadas pelo Diário Económico.
“Pelo que percebi, toda a crítica se centra numa frase que curiosamente não pronunciei. Em que sítio se ouviu a frase de que os gregos “eram todos paralíticos”? É que eu fui verificar a reportagem e o que lá está é “muitos” gregos, o que me parece ligeiramente diferente de “todos”“, salienta José Rodrigues dos Santos em declarações à publicação.
“Também foram feitas reportagens sobre “muitos” sem-abrigo vítimas da crise e não se pode concluir que “muitos” sem-abrigo queira dizer que todos os gregos são sem-abrigo. Ou pode?”, acrescenta o jornalista da RTP.
O director de Informação do Canal Público, José Manuel Portugal, também defende José Rodrigues dos Santos, considerando que o jornalista foi “profissional e de qualidade”.
“Se conhecessem a Grécia, percebiam que não inventou nada. É uma escolha feita por um repórter experimentadíssimo”, diz ainda José Manuel Portugal, citado pelo Diário Económico.
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segunda-feira, janeiro 26, 2015
Imaginem...
Imaginem que nas legislativas este ano ganhava o Bloco de Esquerda e a terceira força era o Partido Nacional Renovador. Imaginem que o BE, para governar com maioria absoluta se coligava com o PNR. Imaginem.
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
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A culpa vai ser do liberalismo... claro
Depois da vitória do Syriza (extrema esquerda) nas eleições Gregas, vejo dois possíveis cenários: no primeiro (o que penso que vá acontecer), acabam por ceder à Europa porque falar é fácil, mas a realidade é outra. E, quando isso acontecer, a malta que agora os defende vai acusar o liberalismo. No segundo não cedem, saem do euro. Ficam sem dinheiro. Passam dificuldade. E a malta que agora os defende vai acusar o liberalismo por deixar a Grécia à sua sorte... aconteça o que acontecer, com um governo de extrema esquerda, a culpa vai ser do liberalismo (tal como o problema da Venezuela/Cuba/Coreia do norte são os Estados Unidos e o liberalismo).
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