1ª - Carga fiscal atingiu o valor mais alto desde 1995. Segundo dados preliminares do INE, a carga fiscal, subiu de 34,4% em 2017 para 35,4% em 2018, sendo esta a percentagem mais elevada desde o início da série disponibilizada pelo instituto.
2º - “Portugal conseguiu virar a página da austeridade contra todas as premonições diabólicas”, garante Mário Centeno. “Não cortámos nas pensões nem aumentámos impostos. Conseguimos consolidar as contas públicas devolvendo orgulho e rendimento aos portugueses“
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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terça-feira, março 26, 2019
quarta-feira, maio 13, 2015
Que futuro queremos?
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quinta-feira, março 19, 2015
Porque a austeridade continua a ser necessária
É a isto que os portugueses têm de estar atentos quando votarem nas próximas eleições.Se alguém promete "devolver" o que foi cortado (promessa de quase todos os partidos à esquerda do PS, incluindo este), devemos questionar como é que essa devolução vai ser compensada para não voltarmos a pedir resgate.
Se alguém promete mais investimento (promessa de quase todos (ou todos) os partidos à esquerda da coligação PSD/CDS, incluindo esta), devemos verificar que "investimento" é esse, se é, ou não, necessário, se vai, ou não, trazer retorno, ou seja, se compensa e, se não compensar, não devemos calar-nos e devemos avisar que, por muito "bonito" que pareça tal investimento, vai prejudicar o país.
Devemos exigir mais cortes. Devemos ter coragem para perceber que não se pode "cortar" sem afectar a vida das pessoas e devemos arranjar mecanismos, sociais, para minimizar os problemas que os cortes trazem, sem prejudicar a economia do país. Devemos ser mais responsáveis por nós e esperar (e culpar) menos o estado.
Alguém consegue explicar?
Se mais de metade dos gregos revela que quer manter-se no euro, mesmo que isso implique mais medidas de austeridade, como é que, nem há 2 meses, mais de metade dos gregos votaram em partidos que defendem exactamente o contrário?
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segunda-feira, janeiro 26, 2015
Imaginem...
Imaginem que nas legislativas este ano ganhava o Bloco de Esquerda e a terceira força era o Partido Nacional Renovador. Imaginem que o BE, para governar com maioria absoluta se coligava com o PNR. Imaginem.
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
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sexta-feira, janeiro 24, 2014
"Não houve austeridade a mais"
"Não houve austeridade a mais no sentido de equilibrar as contas do estado. É preciso continuar a corrigir o desacerto do Estado para evitar nova dívida. Este défice ficar abaixo do combinado com a Troika é extremamente positivo porque é sinal que foi possível ter mão no desacerto do Estado. Mas não houve um excesso (de austeridade) porque ainda é preciso continuar a fazer mais, porque nós não podemos continuar a viver com um desacerto de contas desta natureza"
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Mas então não é possível?
...Ou um "a realidade é uma chatice, por que é que não podemos viver todos no mundo utópico onde o dinheiro cresce nas árvores?"
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quinta-feira, janeiro 16, 2014
Socialismo na gaveta...
Nas notícias de hoje: França: Hollande mete o socialismo na gaveta
Ora vamos lá ver, Hollande, como qualquer socialista, vive da teoria. A teoria é bonita e fácil de defender... facílima de defender. Mas, obviamente,que, quando se está a gerir algo repara-se que o socialismo não funciona e leva à falência. Ninguém deseja a falência. Consegue-se governar com políticas socialistas no caso de existir dinheiro acumulado (que alguém não socialista acumulou, ou emprestado, em quantidade suficiente para "esbanjar" até vir o próximo (e ter de acumular de novo). Por isso é natural que na teoria o socialismo se grite, berre e exija, na prática mete-se na gaveta porque a realidade bate-nos de frente.
Ora vamos lá ver, Hollande, como qualquer socialista, vive da teoria. A teoria é bonita e fácil de defender... facílima de defender. Mas, obviamente,que, quando se está a gerir algo repara-se que o socialismo não funciona e leva à falência. Ninguém deseja a falência. Consegue-se governar com políticas socialistas no caso de existir dinheiro acumulado (que alguém não socialista acumulou, ou emprestado, em quantidade suficiente para "esbanjar" até vir o próximo (e ter de acumular de novo). Por isso é natural que na teoria o socialismo se grite, berre e exija, na prática mete-se na gaveta porque a realidade bate-nos de frente.

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terça-feira, janeiro 14, 2014
Então mas?... e o socialismo?
Nas notícias de hoje:
ENTÃO MAS?!... "O presidente francês quer reformar o Estado e cortar na despesa para criar folga para baixar a carga fiscal sobre as empresas porque estas são “as únicas capazes de gerar empregos sustentáveis”"; "disse também que o Estado social tem de ser reformado, designadamente as pensões, para ser sustentável e poder proteger as gerações mais novas, dando como exemplos as reformas já realizadas pelos países nórdicos."
ENTÃO MAS?!... "O presidente francês quer reformar o Estado e cortar na despesa para criar folga para baixar a carga fiscal sobre as empresas porque estas são “as únicas capazes de gerar empregos sustentáveis”"; "disse também que o Estado social tem de ser reformado, designadamente as pensões, para ser sustentável e poder proteger as gerações mais novas, dando como exemplos as reformas já realizadas pelos países nórdicos."

segunda-feira, janeiro 06, 2014
Olha, afinal a culpa é dos culpados... quem diria!?
E nas notícias do dia:
Os deputados da comissão parlamentar de inquérito aos 'swaps' contratados pelas empresas públicas aprovaram hoje o relatório final que responsabiliza o anterior Governo PS e a banca."
Afinal parece que os culpados foram os fulanos que assinaram os contratos! realmente neste país está tudo ao contrário...
Afinal parece que os culpados foram os fulanos que assinaram os contratos! realmente neste país está tudo ao contrário...
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