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sexta-feira, março 29, 2019

Défice de 0,5% à custa do atraso na atribuição de pensões (e não só)

"Foi ou não"  à custa dos atrasos "de quase um ano, em média, nas respostas aos requerimentos de atribuição de pensões" que se conseguiu baixar o défice? - Denuncia a Aliança em comunicado.

Mais uma vez as mentiras deste governo socialistas são expostas. Conseguem défices "históricos" com a maior carga fiscal desde que há registo, com atrasos nos pagamentos a fornecedores, degradação dos serviços públicos, as cativações na saúde, educação,  protecção civil, segurança, justiça, manutenção, pondo em risco a vida dos portugueses, tendo já matado algumas centenas (se não milhares)... Agora a Aliança expõe a última mentira: O milagre do défice foi conseguido também (porque tudo o que menciono antes também contribui para tal) à custa de quem continua à espera da atribuição da sua pensão, com atrasos  "de quase um ano, em média, nas respostas aos requerimentos de atribuição de pensões". Repito o "em média", conheço quem esteja à espera há bem mais tempo. "Esses atrasos acarretaram ou não uma lamentável 'poupança' no exercício orçamental de aproximadamente 500 milhões de euros?", refere Pedro Santana Lopes.
"Já pensaram, aqueles que falam tanto de devolver rendimentos às famílias, no que representam esses atrasos para pessoas e agregados familiares que, muitas vezes, ficam sem qualquer outro sustento? ", pergunta a Comissão Executiva da Aliança.
Ora, "com uma grande carga fiscal e a não pagar o que devem, todos conseguimos grandes proezas de gestão", remata o partido de Santana Lopes.

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terça-feira, março 26, 2019

Duas notícias no mesmo dia:

1ª -  Carga fiscal atingiu o valor mais alto desde 1995. Segundo dados preliminares do INE, a carga fiscal, subiu de 34,4% em 2017 para 35,4% em 2018, sendo esta a percentagem mais elevada desde o início da série disponibilizada pelo instituto.

2º - “Portugal conseguiu virar a página da austeridade contra todas as premonições diabólicas”, garante Mário Centeno.  “Não cortámos nas pensões nem aumentámos impostos. Conseguimos consolidar as contas públicas devolvendo orgulho e rendimento aos portugueses“


quarta-feira, abril 15, 2015

Mário Soares, por anónimo



Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
por anónimo
Eis parte do enigma:
Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica.
A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers".
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda
campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola , ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles , esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da República Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível: ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares (seu filho).
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar José Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai... e não volta mais."

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

A evolução da narrativa (capítulo XLIV...)

Sócrates deve dinheiro ao amigo Carlos Santos Silva. Não sabe bem quanto. Afinal, o que é que isso importa, todos sabemos que as dívidas não são para se pagar, mas para serem geridas! No entanto, o ex-primeiro ministro está disposto a pagar esse montante desconhecido. E como pensa fazê-lo?

Parece que se propõe a penhorar o seu apartamento no luxuoso edifício Heron Castilho. O mesmo que ficava ao lado da antiga casa da sua mãe, que entretanto o amigo Carlos Santos Silva comprou, para que a mãe de Sócrates pudesse enviar dinheiro ao filho para a sua vida em Paris, onde vivia no luxuoso apartamento que o amigo Carlos Santos Silva lhe emprestou!

Nem nas melhores novelas mexicanas...

segunda-feira, janeiro 05, 2015

As contradições de Sócrates (mais umas)

 Em apenas seis respostas a partir da cadeia de Évora, José Sócrates tentou explicar, detalhadamente e por escrito, como foi detido de forma “injusta e injustificada”. Garantiu que o seu carro nunca passou de Espanha e admitiu que pediu empréstimos ao amigo Carlos Santos Silva – igualmente detido – para fazer face a “algumas dificuldades de liquidez”. Na entrevista à TVI – que o advogado de defesa diz não ter sido uma entrevista –, o ex-primeiro-ministro caiu várias vezes em contradição. Com declarações suas, dos seus advogados e da defesa do motorista João Perna. O i passou as respostas do ex-governante a pente fino e comparou-as com factos e declarações anteriores.

Ler mais no Jornal I

sábado, dezembro 20, 2014

"Se Sócrates não fosse quem é, não estaria preso" 

Afirma o advogado da pessoa que é quem é... e eu concordo "traduzindo" a frase destas formas:

Se o Sócrates não fosse ladrão, não estaria preso

Se o Sócrates não fosse corrupto, não estaria preso

Se o Sócrates não fosse capaz de ir para casa e destruir as provas que o incriminam, não estaria preso

Se o Sócrates não fosse criminoso,  não estaria preso

Se o Sócrates não fosse mentiroso, não estaria preso

...

Convido os meus leitores a fazerem outras "traduções" da frase acima.


sexta-feira, dezembro 19, 2014

O enigma do Zé

Adivinha, adivinhão...

Na 2ª 4ª e 6ª é pobrezinho e só vive como vive com a ajuda dos amigos. Na 3ª 5ª e ao sábado foi a herança que recebeu que lhe permite viver como vive.

E ao domingo? Ao domingo faz exames!

segunda-feira, dezembro 15, 2014





Caça ao voto da forma mais miserável possível. Há portugueses a emigrar porque não encontram trabalho cá, mas o senhor quer abrir vagas na FUNÇÃO PÚBLICA, pagar por todos nós, para os imigrantes... E com este tipo de discurso cala toda a gente porque, quem se atrever a ser contra é chamado de xenófobo... é tão fácil ser de esquerda, é tão fácil ser "politicamente correcto"... Ser correcto, ser viável, ser justo e ser honesto é que é mais complicado...



Mas, infelizmente, este tipo de discursos acabam por funcionar, as pessoas a votar e por isso eles os fazem.

"Desejo a todos uma Santa Bancarrota".


domingo, dezembro 14, 2014

Entretanto num passado não muito distante, um governo socialista ponderava vender várias empresas públicas para arrecadar 6 mil milhões...

Acontecia há 4 anos, o ano era 2010.

"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", lá dizia o poeta... pena que, neste caso, as vontades sejam apenas politiquice barata...

"Governo quer vender TAP, CTT, EDP, Galp e REN
O Governo está a estudar a venda de participações na TAP, CTT, EDP, Galp, REN e seguradoras da CGD, contando arrecadar €6 mil milhões com as privatizações.
Lusa |


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/governo-quer-vender-tap-ctt-edp-galp-e-ren=f569759#ixzz3LsgYtITa "




quarta-feira, março 26, 2014

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Sócrates é sobredotado... um génio... um mentiroso!

José Sócrates é, de facto, sobredotado, interessado e um génio. Afirmou o Ex-primeiro ministro em entrevista ao DN: "Sou, digamos assim, da geração Kennedy. Essa eleição representou já um momento histórico. Lembro-me do debate que houve na América quando, pela primeira vez, um católico se candidatou a presidente. O próprio Kennedy teve de vincar bem que nunca receberia ordens do Papa enquanto presidente dos EUA. Lembro-me bem do que isso significou." É deste discurso que Sócrates fala. Discurso feito a 12 de Setembro de 1960 quando Sócrates tinha acabado de fazer 3 anos. Não é extraordinário?

Presidential candidate John F. Kennedy addresses Protestant ministers in Houston, Sept. 1960

terça-feira, janeiro 07, 2014

Mais uma mentirinha... Já nos vamos habituando... ou não...

Então parece que o Sócrates ia para a escola na Covilhã naquele Sábado à tarde, durante as férias de Verão, em que se deu o Jogo Portugal/Coreia do Norte com o Eusébio... O homem é de facto aplicado aos estudos.