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sexta-feira, abril 24, 2015

"Liberdade significa responsabilidade, por isso tanta gente tem medo dela"

Nasci pouco depois do 25 de Abril. Ainda bem. Não gostava de ter nascido antes. Não gostava de viver num país onde tinha medo de abrir a boca. Não gostava de viver num país onde a minha personalidade liberal me levaria à cadeia. Não gostava de viver num país onde as mulheres eram cidadãos de terceira e os homens de segunda. Não gostava de viver num país sem direito de voto ou de opinião. Não gostava de viver num estado anti-liberal e anti-democrático.

A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos. - Winston Churcill

O 25 de Abril trouxe-nos a liberdade de expressão e de voto, valores dos quais não abdico, mas não nos trouxe a liberdade económica nem a liberdade individual. Se antes o Estado era dono do que dizíamos e de todas as decisões, agora o Estado é, dissimuladamente, dono de nós, só não é dono do que dizemos e do que pensamos. Tudo o que "temos" não é nosso, é do Estado, numa dimensão muito superior ao que já acontecia durante o salazarismo. Sobre tudo pagamos imposto numa tentativa ridícula e vã de "igualdade".

Liberdade, Igualdade, Fraternidade... São os valores de Abril, princípios "roubados" à revolução francesa e os que nos têm levado a tomar, umas atrás das outras, decisões que nunca nos irão tornar iguais, que nos tornam cada vez mais egoístas e menos fraternos e, inevitavelmente, nos roubam a liberdade.

Não pode existir liberdade sem existir liberdade económica - Margaret Thatcher.

É este princípio que tem sido negado desde sempre, no nosso país. Não a havia durante a ditadura anti-liberal, não há agora neste período onde a palavra "liberdade" assusta aqueles que se afirmam democratas.
Com o salazarismo havia proteccionismo. O Estado protegia-nos do estrangeiro, protegia o que era nacional, e "protegia-nos" de termos de pensar. Agora há proteccionismo porque o Estado nos protege de nós mesmos, quer queiramos quer não, roubando o nosso poder de decisão e roubando-nos as consequências daquilo que gostaríamos de decidir e não podemos.

Fizemos uma revolução e desenvolvemos o país mais rapidamente (com dinheiro que não era nosso, caso contrário teríamos de demorar mais), deixámos as pessoas falarem e escreverem e andarem livremente na rua. Demos o direito à greve e à manifestação. E tentámos desenvolver, ainda mais, as infraestruturas que já não precisávamos de desenvolver. Ficámos dependentes do emprego estatal, do subsídio estatal, da obra pública. Passámos a sentir que tínhamos o "direito adquirido". Adquirido, nem sabemos como, ou porquê, mas dizemos que sim, que foi para isso que "lutámos" e "derrubámos" barreiras. E um dos direitos que adquirimos foi o direito de ter direitos sem deveres. Fomos 3 vezes à pré-bancarrota. Estivemos 3 vezes sob intervenção externa. 

Alcançámos muitas coisas com o 25 de Abril. O direito à educação gratuita, à saúde gratuita, ao voto, à greve, à manifestação. A protecção laboral. Temos uma das constituições que mais direitos garante... mas não alcançámos uma mudança de mentalidade que muito necessitávamos. Não perdemos o medo da liberdade, nem sabemos a definição da mesma ou de ser democrata e justo. Achamos que ser livre é ter direitos quando ser livre é exactamente o contrário, ser livre é ter responsabilidades e enfrentar as consequências do que decidimos livremente. Ser livre é não ter uma rede que nos segura a queda, mas que também nos impede o voo. Liberdade é algo muito diferente daquilo que os "abrilistas" apregoam. Liberdade é não roubar os outros porque nos achamos no "direito" de ter tanto quanto eles. Liberdade é, como disse Margaret Thatcher, o direito do homem de trabalhar de acordo com a sua vontade, de gastar aquilo que ganha, de ser proprietário, de ter o Estado como seu servidor e não como seu dono. Esta é a essência da liberdade, da livre economia "e todas as outras liberdades dependem desta". Só compreendendo isto poderemos fazer "cumprir os valores de Abril".

Liberdade significa responsabilidade, por isso tanta gente tem medo dela. - George Bernard Shaw

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Feminismo

As feministas britânicas (e em geral) não gostam de Margaret Thatcher, o que considero irónico. Por um lado gritam por "mulheres ao poder", mas quando tiveram a primeira mulher a ser primeiro-ministro não gostaram dela porque ela tratou as mulheres da mesma forma que tratava os homens, não as privilegiando em detrimento dos homens e, por isso, era uma "cabra"...
O que eu gosto de extremistas pá...


segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Merkel perdeu. Há uma nova Dama de Ferro na Europa

Há  uns anos havia na Europa uma dama de ferro. Odiada pela esquerda (que costuma odiar as mulheres de pulso) e admirada pela direita (que gosta de pessoas fortes - independentemente de serem homem ou mulher).




Recentemente passou a existir uma outra mulher forte na Europa. Mais uma vez, odiada pela esquerda e admirada pela direita.




Parece que actualmente a pessoa mais forte da Europa não é nem Britânica, nem Alemã, é mesmo Portuguesa. Odiada pela esquerda, admirada pela direita.
Pelas palavras da direita é uma mulher que defende os interesses de Portugal, pelas palavras da esquerda é uma mulher que faz vergar os alemães à sua vontade contra os Gregos, por isso, a mulher mais poderosa da Europa. Ora, como eu não sou Grega, nem que me quero ver tal, fico grata por termos na Europa uma mulher forte a defender os interesses do nosso país, seja ou não a mais poderosa que por lá anda.

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Passos rejeita ser responsabilizado se "algum desastre" acontecer à Grécia

Passos rejeita ser responsabilizado se "algum desastre" acontecer à Grécia - JN: "O primeiro-ministro afirmou que o Governo português está disponível para "ajudar a Grécia a prosseguir um caminho que lhe permita reestabelecer os seus equilíbrios e crescer" e considerou que os gregos "merecem o melhor resultado", reiterando: "Mas não aceito que se venha dizer que, se alguma coisa não correr bem na Grécia, é porque os governos europeus ou a Comissão Europeia não aceitam as propostas do Governo grego".

"Porque, se a noção de responsabilidade for essa, então fazemos todos aquilo que queremos e aquilo que nos apetece e depois esperamos que alguém pague as nossas escolhas. Nós somos livres para escolher como queremos, e somos adultos para escolher também as consequências das responsabilidades das nossas decisões"[...] "a Grécia tem hoje mais tempo para pagar a sua dívida" do que Portugal e a Irlanda, "tem carência de pagamento de juros durante dez anos, só os vai pagar a partir de 2022" e "teve também perdão de juros".[...]"E eu respeito as decisões do povo grego, como respeitarei as decisões do Governo grego, como eu espero que na Grécia se respeite as decisões do Governo português e do povo português. Não há uma forma mais solidária nem menos solidária. É assim""




terça-feira, janeiro 14, 2014

Então mas?... e o socialismo?

Nas notícias de hoje:



ENTÃO MAS?!... "O presidente francês quer reformar o Estado e cortar na despesa para criar folga para baixar a carga fiscal sobre as empresas porque estas são “as únicas capazes de gerar empregos sustentáveis”"; "disse também que o Estado social tem de ser reformado, designadamente as pensões, para ser sustentável e poder proteger as gerações mais novas, dando como exemplos as reformas já realizadas pelos países nórdicos."