Não fiquei contente com os resultados eleitorais porque já esperava o que está a acontecer.
O Costa avisou ao que vinha. Na campanha já falava em possível coligação de derrotados, nem que para formar governo tivesse de aliar-se à extrema-esquerda. Ver agora pessoas do PS muito assustadas com o que daí vem, deixa-me completamente desanimada. Não foi sem aviso. Se não concordam e votaram no PS sabendo o que podia vir, a culpa é vossa. Inteiramente vossa.
Obviamente que a esquerda radical está nas nuvens. Nunca foi democrática, e "ganhar" eleições na secretaria para eles é mais que suficiente.
Não sei até que ponto, constitucionalmente, se pode formar governo assim. Não sei até que ponto se poderá afirmar que pegar em três derrotados e dar-lhes o governo não vai contra "os resultados eleitorais", previstos na Constituição. Mas assumindo que é, de facto, possível e que o Presidente o faz (ou é forçado a fazê-lo), que futuro acham que tem o país?
Com Costa como Primeiro-Ministro com boa parte dos socialistas contra ele, e o orgasmo colectivo da extrema-esquerda que se estará a borrifar para a democracia. Depois chegarão as exigências. Saída do Euro. Saída da Nato. Nacionalização da Banca, etc. Tudo coisas que o PS, até agora, não defende. Como se resolverá? Falhando, iremos para eleições antecipadas e acham mesmo que o PS sobreviverá a umas depois deste cenário?
Entretanto, passará tempo suficiente para acabar com a confiança dos investidores, aumentar a despesa, aumentar a dívida. Quando voltar o governo de direita teremos de passar pela austeridade da qual já nos tínhamos livrado. Porque a austeridade, ao contrário do que muitos pensam, não é uma opção política, não é algo que se "defende". É uma inevitabilidade após políticas irresponsáveis de gasto público excessivo, de aumento de dívida irresponsável. Mas, sabem que mais? Mesmo que agora seja o governo minoritário de direita a tomar posse, o resultado não será muito diferente deste. O mal foi feito no dia 4 de Outubro quando os portugueses não perceberam (e talvez ainda não percebam) que as opções viáveis são muito poucas. Agora é esperar que se resolva o mais depressa possível para sofrermos um pouco menos.
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, outubro 09, 2015
sexta-feira, abril 17, 2015
estranhas "promessas" eleitorais
Portanto o Governo anuncia que só vai repor ordenados à função pública a partir de 2019, na próxima legislatura... Bastará aos socialistas prometerem que a realidade é outra, que os privados é que têm de pagar essa irrealidade, para que os funcionários públicos votem no socialismo e irmos a caminho da 4ª bancarrota.
Etiquetas:
eleições,
promessas,
psd,
realidade,
sociais democratas,
socialistas
quarta-feira, abril 01, 2015
Campanha de apoio: Ricardo Nóbrega "Chewbacca" Lume para a Assembleia da República...já!
PCP não aceita os resultados democráticos num país onde continua a achar que "ganha nas ruas".
![]() |
| Menino PCP a fazer birra por não aceitar os resultados oficias das eleições |
PCP exige a recontagem de todos os votos e vai recorrer ao Constitucional
Etiquetas:
birra,
comunistas,
democracia,
eleições,
madeira,
pcp,
psd
segunda-feira, março 30, 2015
E o PS insiste?
Costa pegou no PS porque, diziam, os resultados do Seguro eram maus. Nas Europeias o PS conseguiu o dobro do que obteve agora na Madeira. Desde que Costa pegou no PS todas as sondagens, e agora as eleições regionais da Madeira, têm sido piores do que eram com o Seguro. O que vai fazer o PS? vai insistir em manter os socráticos na sua liderança, vai insistir em manter aqueles que governaram quando entrámos em crise, ou vai renovar-se mostrando que quer ser uma alternativa, que tem outras propostas de governação que não são mais do mesmo e a receita para nova bancarrota (seria a 4ª pela mão dos socialistas)? Parece que o povo, pelo menos o Madeirense (e as sondagens indicam que também o do continente), não é tão burro quanto os socialistas pensam e não querem voltar a votar em quem vai destruir o que foi feito até agora, e que tanto nos tem custado na pele.
Etiquetas:
António Costa,
antónio josé seguro,
bancarrota,
eleições,
madeira,
ps,
psd,
sociais-democratas,
socialismo
quinta-feira, março 19, 2015
Porque a austeridade continua a ser necessária
É a isto que os portugueses têm de estar atentos quando votarem nas próximas eleições.Se alguém promete "devolver" o que foi cortado (promessa de quase todos os partidos à esquerda do PS, incluindo este), devemos questionar como é que essa devolução vai ser compensada para não voltarmos a pedir resgate.
Se alguém promete mais investimento (promessa de quase todos (ou todos) os partidos à esquerda da coligação PSD/CDS, incluindo esta), devemos verificar que "investimento" é esse, se é, ou não, necessário, se vai, ou não, trazer retorno, ou seja, se compensa e, se não compensar, não devemos calar-nos e devemos avisar que, por muito "bonito" que pareça tal investimento, vai prejudicar o país.
Devemos exigir mais cortes. Devemos ter coragem para perceber que não se pode "cortar" sem afectar a vida das pessoas e devemos arranjar mecanismos, sociais, para minimizar os problemas que os cortes trazem, sem prejudicar a economia do país. Devemos ser mais responsáveis por nós e esperar (e culpar) menos o estado.
quinta-feira, março 12, 2015
O candidato certo para quem acredita na existência da árvore das patacas
Noticia o notícias ao minuto: "Embora ainda não se conheça o programa que os socialistas vão levar a votos, o Diário Económico fez as contas às medidas já conhecidas que António Costa quer aplicar na próxima legislatura e apresenta o valor: 1.500 milhões de euros. Estas medidas, que acrescentam custos às contas públicas, são o equivalente a cerca de 0,9% do PIB."
Portanto, para todos os eleitores que conhecem a localização da árvore nacional das patacas, para quem acredita no Pai Natal ou no poço dos desejos, António Costa é o homem certo. Também para todos aqueles que, conhecendo a verdade, querem mais impostos, António Costa é a escolha. Os restantes, os que vivem na realidade, querem redução do défice, cortes de despesa, para haver a possibilidade de redução de impostos no futuro, procurem outra alternativa.
Etiquetas:
António Costa,
eleições,
impostos,
legislativas,
partido socialista,
ps,
socialismo,
taxas e taxinhas,
utopia
quinta-feira, janeiro 29, 2015
Reduzir a despesa para baixar impostos: Sensatez em ano de eleições é rara.
Confesso que este tipo de declarações é algo que jamais pensei ouvir em 2015, ano de eleições. Durante os últimos quatro anos sempre afirmei que as declarações seriam algo do género: "Parabéns aos portugueses, estamos no bom caminho, podemos baixar impostos e aumentar ordenados". Seria o habitual num governo que quererá ganhar a eleição mais tarde este ano. Ler, neste ano de eleições, as palavras "cá estamos a chegar onde queríamos: reduzir mais na despesa do que aumentar na receita. Porque enquanto não reduzirmos estruturalmente na despesa, não vamos poder baixar os impostos, as taxas de imposto, que é claramente algo que queremos fazer" ditas pela boca da ministra das finanças, é algo muito positivo. Temos de ser realistas: Se há demasiada despesa, ela tem de ser paga e só pode ser paga com receita e essa vem dos impostos. Enquanto 2+2 forem 4 e não 5 ou 6 não pode ser de outra forma. Se queremos menos impostos, temos de exigir que o governo corte, ainda mais, na despesa. Isso implica votar em que defenda o corte da despesa e a redução da dívida, e não o aumento de ambas. Todos queremos um bom estado social, todos queremos bons salários e uma boa qualidade de vida. Mas isso só é possível depois de corrigirmos a economia e não antes. Tenham os portugueses, na altura de ir às urnas, a sensatez que os Gregos não tiveram.
Etiquetas:
2015,
despesa,
eleições,
governo,
impostos,
legislativas,
Maria Luís Albuquerque,
ministra das finanças,
Portugal,
psd
quarta-feira, janeiro 21, 2015
Representatividade – A Questão da Validade do Voto em Branco por Nuno Altavilla Sousa no Instituto Ludwig Von Mises, Portugal
Vou deixar-vos um excerto deste artigo do site INSTITUTO LUDWIG VON MISES, PORTUGAL . Mas carreguem no link anterior e vão ler tudo. Subscrevo na íntegra.
Antes de mais nada: sou fortemente a favor de consequências eleitorais para o voto em branco.
A saber, assento parlamentar para os votos em branco e repetição de eleições em caso de vitória dos “brancos”.
Temos neste momento um problema grave na nossa democracia, que é o da falta de representatividade.
Todas as democracias têm esse problema, em maior ou menor grau, visto não ser possível (ou praticável) um parlamento onde tenham assento todos os eleitores. Porém, é possível melhorar a actual representatividade da Assembleia da República.
Em todas as eleições há diversos tipos de eleitores:
1) Os que acreditam que determinado candidato é a melhor opção (sejam quais forem as suas motivações).
2) Os que votam no candidato menos mau (porque as alternativas são bem piores).
3) Os que, não acreditando em nenhum dos candidatos (ou no acto eleitoral em si), mesmo que por diferentes razões, se abstêm ou votam em branco (o que, actualmente, vem dar ao mesmo).
4) Os que, não acreditando em nenhum dos candidatos (ou no acto eleitoral em si), votam no que lhes parece ser o pior candidato (ver “Tiririca”). Normalmente na convicção de que não será eleito para nada, mas também, possivelmente, numa de “quanto mais rápido isto for ao charco, mais depressa aparecerá uma solução alternativa”.
5) Os que se abstêm por motivos de força maior (como um acidente pessoal, por exemplo).
6) Os que se abstêm por acharem que não devem opinar sobre determinado assunto.
6.1) Por acharem que não têm informação suficiente para formar uma opinião.
6.2) Por terem outras prioridades (que não motivos de força maior) em dias de eleições.
6.3) Por ser uma eleição/referendo sobre um assunto sobre o qual acham que a sua opinião não é relevante (sendo adepto do FC Porto, não me passa pela cabeça votar em eleições de outros clubes, mesmo que o pudesse fazer).
6.4) Por não se julgarem capazes de ter opinião sobre determinado assunto.
Começando pelo fim, os do P.6, agradeço que não votem. É o melhor que têm a fazer.
Estes eleitores só votam se forem obrigados a tal e essa é uma das razões (entre várias) pela qual sou contra a obrigatoriedade do voto.
Relativamente aos tipos de eleitor mencionados nos pontos 1, 2, 4 e 5, concorde ou não com as razões de cada um, considero-as válidas.
O ponto fulcral é o 3º.
Não considero aceitável que um voto em branco de quem acha não se sentir representado por qualquer das propostas eleitorais, valha o mesmo que uma abstenção (como as descritas no P.6). É UMA INJUSTIÇA TREMENDA.
A nossa classe política não se está sempre a queixar da elevada abstenção? Provavelmente, muitos dos do P.3 que se abstêm, iriam votar se o voto em branco não fosse a inutilidade que é.
Terão medo de um voto em branco a contar? Alguns sim: há muita gente neste mundo com medo de eleições livres e representativas. Aliás, o truque mais comum para forjar eleições é o de limitar as opções à disposição dos eleitores (em certos sítios até só há uma opção possível).
sábado, janeiro 10, 2015
PS e a perturbação dos eleitores - vários títulos possíveis
Leio a notícia com o título:
PS não quer “perturbar” avaliação dos eleitores com propostas
Outros títulos possíveis seriam:
PS não sabe o que dizer e desculpa-se com eleitores
PS não tem propostas e isso perturbaria os seus possíveis eleitores
PS não apresenta propostas porque acha que eleitores são atrasados mentais que ficariam perturbados neste momento
PS ganha tempo para apresentar propostas mais em cima das eleições para ver se os eleitores não conseguem ter tempo para pensar no vazio do que propõem
PS acha que eleitores ficariam perturbados com as suas propostas, por isso não as apresenta
PS não tem propostas e isso perturbaria os eleitores
PS quer ver se os eleitores esquecem os seus 13 anos de governação (de 16) até Portugal entrar em pré-bancarrota e só apresenta propostas mais perto das eleições
PS não quer “perturbar” avaliação dos eleitores com propostas
Outros títulos possíveis seriam:
PS não sabe o que dizer e desculpa-se com eleitores
PS não tem propostas e isso perturbaria os seus possíveis eleitores
PS não apresenta propostas porque acha que eleitores são atrasados mentais que ficariam perturbados neste momento
PS ganha tempo para apresentar propostas mais em cima das eleições para ver se os eleitores não conseguem ter tempo para pensar no vazio do que propõem
PS acha que eleitores ficariam perturbados com as suas propostas, por isso não as apresenta
PS não tem propostas e isso perturbaria os eleitores
PS quer ver se os eleitores esquecem os seus 13 anos de governação (de 16) até Portugal entrar em pré-bancarrota e só apresenta propostas mais perto das eleições
Etiquetas:
eleições,
eleitores,
legislativas,
perturbar,
Portugal,
ps,
socialistas
Sondagem dá vitória a Podemos nas eleições legislativas
Sondagem dá vitória a Podemos nas eleições legislativas - Economia - Jornal de Negócios: "Uma sondagem divulgada esta sexta-feira aponta o recém-criado Podemos como vencedor das eleições legislativas em Espanha. Partido Popular ficaria a três pontos de distância e o PSOE a oito."
Francamente, eu gostava muito que a extrema esquerda ganhasse tanto em Espanha como na Grécia mas com maioria absoluta. Podia ser que daqui a 3 ou 4 anos os portugueses entendessem as verdadeiras consequências de tais políticas, tanto na economia de um país, como para a liberdade individual dos cidadãos.
Francamente, eu gostava muito que a extrema esquerda ganhasse tanto em Espanha como na Grécia mas com maioria absoluta. Podia ser que daqui a 3 ou 4 anos os portugueses entendessem as verdadeiras consequências de tais políticas, tanto na economia de um país, como para a liberdade individual dos cidadãos.
terça-feira, março 25, 2014
De olho nos "eleitores sociais"
Nas notícias de hoje:
Passos garante que agora o Governo vai olhar pelas políticas sociais
Deixem-me adivinhar: logo que a Troika vire costas e que tenhamos de preparar terreno para as próximas legislativas?
Passos garante que agora o Governo vai olhar pelas políticas sociais
Deixem-me adivinhar: logo que a Troika vire costas e que tenhamos de preparar terreno para as próximas legislativas?
quinta-feira, março 06, 2014
Assis defendendo políticas que condenam o país ao fracasso
E nas notícias de hoje ficamos a saber que o cabeça de lista do PS para as eleições europeias defende a política de endividamento que nos levou à pré-bancarrota (só não levou à bancarrota porque nos vieram salvar o "rabo"), levada a cabo por um fulano que há muito deveria estar na cadeia... Assusta-me que tantos portugueses também a defendam.Assis defende herança de Sócrates
Etiquetas:
Assis,
cadeia,
eleições,
eleições europeias,
eleitores,
FMI,
herança de Sócrates,
josé sócrates,
partido socialista,
Portugal,
prisão,
ps,
socialistas,
Sócrates,
troika
Subscrever:
Mensagens (Atom)








