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segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Merkel perdeu. Há uma nova Dama de Ferro na Europa

Há  uns anos havia na Europa uma dama de ferro. Odiada pela esquerda (que costuma odiar as mulheres de pulso) e admirada pela direita (que gosta de pessoas fortes - independentemente de serem homem ou mulher).




Recentemente passou a existir uma outra mulher forte na Europa. Mais uma vez, odiada pela esquerda e admirada pela direita.




Parece que actualmente a pessoa mais forte da Europa não é nem Britânica, nem Alemã, é mesmo Portuguesa. Odiada pela esquerda, admirada pela direita.
Pelas palavras da direita é uma mulher que defende os interesses de Portugal, pelas palavras da esquerda é uma mulher que faz vergar os alemães à sua vontade contra os Gregos, por isso, a mulher mais poderosa da Europa. Ora, como eu não sou Grega, nem que me quero ver tal, fico grata por termos na Europa uma mulher forte a defender os interesses do nosso país, seja ou não a mais poderosa que por lá anda.

quinta-feira, janeiro 29, 2015

Reduzir a despesa para baixar impostos: Sensatez em ano de eleições é rara.

Confesso que este tipo de declarações é algo que jamais pensei ouvir em 2015, ano de eleições. Durante os últimos quatro anos sempre afirmei que as declarações seriam algo do género: "Parabéns aos portugueses, estamos no bom caminho, podemos baixar impostos e aumentar ordenados". Seria o habitual num governo que quererá ganhar a eleição mais tarde este ano. Ler, neste ano de eleições, as palavras "cá estamos a chegar onde queríamos: reduzir mais na despesa do que aumentar na receita. Porque enquanto não reduzirmos estruturalmente na despesa, não vamos poder baixar os impostos, as taxas de imposto, que é claramente algo que queremos fazer" ditas pela boca da ministra das finanças, é algo muito positivo. Temos de ser realistas: Se há demasiada despesa, ela tem de ser paga e só pode ser paga com receita e essa vem dos impostos. Enquanto 2+2 forem 4 e não 5 ou 6 não pode ser de outra forma. Se queremos menos impostos, temos de exigir que o governo corte, ainda mais, na despesa. Isso implica votar em que defenda o corte da despesa e a redução da dívida, e não o aumento de ambas. Todos queremos um bom estado social, todos queremos bons salários e uma boa qualidade de vida. Mas isso só é possível depois de corrigirmos a economia e não antes. Tenham os portugueses, na altura de ir às urnas, a sensatez que os Gregos não tiveram.