"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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terça-feira, junho 09, 2015
Se for assaltado atire com o quadro à cabeça do ladrão...
Para compreenderem mais ou menos quanto esta gente pede: O governo investe cerca de 4% do PIB para a educação. Para todos os níveis de ensino, para tudo o que aprendemos e ensinamos, desde os 4 até sair da universidade, o governo faz um esforço de investimento de 4% do PIB. Para a saúde são cerca de 9,5% do PIB. Para as FORÇAS ARMADAS (onde nos queixamos que há muito gasto), o governo investe cerca de 1% do PIB (o mesmo que pedem os artistas). Ou seja, os artistas que fazem aqueles teatrinho que quase ninguém quer ver, pintam aqueles quadros que quase ninguém entende e muito menos quer pagar, fazem aquelas esculturas e "instalações" que quase ninguém gosta e muito menos quer pagar, querem que o Estado invista o mesmo com eles que investe na nossa segurança. Que se lixe a saúde, a segurança e a educação... quando estivermos doentes, com fome ou a ser assaltados, olhamos para um quadro daqueles que não se percebe nada, pago com o nosso dinheiro, e ficamos logo bem... é isso?
quinta-feira, janeiro 29, 2015
Reduzir a despesa para baixar impostos: Sensatez em ano de eleições é rara.
Confesso que este tipo de declarações é algo que jamais pensei ouvir em 2015, ano de eleições. Durante os últimos quatro anos sempre afirmei que as declarações seriam algo do género: "Parabéns aos portugueses, estamos no bom caminho, podemos baixar impostos e aumentar ordenados". Seria o habitual num governo que quererá ganhar a eleição mais tarde este ano. Ler, neste ano de eleições, as palavras "cá estamos a chegar onde queríamos: reduzir mais na despesa do que aumentar na receita. Porque enquanto não reduzirmos estruturalmente na despesa, não vamos poder baixar os impostos, as taxas de imposto, que é claramente algo que queremos fazer" ditas pela boca da ministra das finanças, é algo muito positivo. Temos de ser realistas: Se há demasiada despesa, ela tem de ser paga e só pode ser paga com receita e essa vem dos impostos. Enquanto 2+2 forem 4 e não 5 ou 6 não pode ser de outra forma. Se queremos menos impostos, temos de exigir que o governo corte, ainda mais, na despesa. Isso implica votar em que defenda o corte da despesa e a redução da dívida, e não o aumento de ambas. Todos queremos um bom estado social, todos queremos bons salários e uma boa qualidade de vida. Mas isso só é possível depois de corrigirmos a economia e não antes. Tenham os portugueses, na altura de ir às urnas, a sensatez que os Gregos não tiveram.
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