O BE divulga no seu site: Esquerda.net, a indignação por vítima do acidente de Borba ainda não ter recebido a indemnização e estar a passar dificuldades. Ou seja, a vítima de uma derrocada de Estrada durante o mandato da Geringonça depois de tanta cativação nos pagamentos a fornecedores, na segurança, na protecção civil, andando o BE a assobiar para o lado, enquanto aprova orçamento e depois aparece muito indignado pelos problemas que surgem da governação por ele aprovada... É uma lata fenomenal...
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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sexta-feira, março 22, 2019
A lata de quem faz parte da solução governamental (Geringonça)
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quarta-feira, março 06, 2019
Eu aprovo os orçamentos; os orçamentos safam os bancos privados; em ano de eleições mostro-me apoquentada e finjo que não tenho nada a ver com isso...
A mesma fulana que criticou o Passos Coelho por não ajudar o BES... E a mesma fulana que tem aprovado todos os orçamentos deste governo que têm permitido o "lavar bancos privados com dinheiro público"... realmente a hipocrisia da esquerda não tem fim.
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terça-feira, novembro 10, 2015
Para memória futura, por Rui Mendes Ferreira
"Pensamento do dia: "para memória futura"
Sugiro que tomem nota, do valor, que o actual governo irá deixar nos cofres do Estado, como reserva financeira, de tesouraria, e de "caixa". Os últimos números apresentavam valores superiores a 16 mil milhões de euros.
Confiram esse valor em finais de 2016, inicio de 2017, e comparem com os valores deixados pelo actual governo.
Não me enganarei se afirmar que durante um ano a ano e meio (que é o tempo que prevejo que esse dinheiro irá durar) será dessas reservas que o PS irá retirar as verbas necessárias para pagar o aumento da despesa corrente. E como todo esse capital já está lançado no total do endividamento (nominal) público, durante quase 2 anos, vão andar a dizer ao povo que apesar de terem aumentado a despesa, afinal a dívida não subiu. Mas claro que a realidade é outra, pois a dívida "líquida" irá subir na igual proporção do valor do deficit e do valor que for retirado dessas reservas de caixa do Estado.
Façam igualmente o mesmo exercício, registando os valores das taxas de juros que estávamos a pagar em Setembro de 2015, os valores de juros pagos em 2015 por Portugal, o valor do deficit público, e o montante total da dívida pública nacional.
Em inícios de 2017, e após o PS já ter feito tudo o que o PCP e o BE lhes exigiram, e não podendo continuar a fazer mais cedências, pois nesta altura o dinheiro que estava em caixa, com toda a certeza, já deverá ter desaparecido na sua quase totalidade, e com os juros de novo a atingirem valores incomportáveis, iremos ver o PS a pedir apoio parlamentar ao PSD e ao CDS, para poder reverter e implementar medidas com as quais o PCP e o BE se recusarão a aprovar.
Vai uma aposta?"
Sugiro que tomem nota, do valor, que o actual governo irá deixar nos cofres do Estado, como reserva financeira, de tesouraria, e de "caixa". Os últimos números apresentavam valores superiores a 16 mil milhões de euros.
Confiram esse valor em finais de 2016, inicio de 2017, e comparem com os valores deixados pelo actual governo.
Não me enganarei se afirmar que durante um ano a ano e meio (que é o tempo que prevejo que esse dinheiro irá durar) será dessas reservas que o PS irá retirar as verbas necessárias para pagar o aumento da despesa corrente. E como todo esse capital já está lançado no total do endividamento (nominal) público, durante quase 2 anos, vão andar a dizer ao povo que apesar de terem aumentado a despesa, afinal a dívida não subiu. Mas claro que a realidade é outra, pois a dívida "líquida" irá subir na igual proporção do valor do deficit e do valor que for retirado dessas reservas de caixa do Estado.
Façam igualmente o mesmo exercício, registando os valores das taxas de juros que estávamos a pagar em Setembro de 2015, os valores de juros pagos em 2015 por Portugal, o valor do deficit público, e o montante total da dívida pública nacional.
Em inícios de 2017, e após o PS já ter feito tudo o que o PCP e o BE lhes exigiram, e não podendo continuar a fazer mais cedências, pois nesta altura o dinheiro que estava em caixa, com toda a certeza, já deverá ter desaparecido na sua quase totalidade, e com os juros de novo a atingirem valores incomportáveis, iremos ver o PS a pedir apoio parlamentar ao PSD e ao CDS, para poder reverter e implementar medidas com as quais o PCP e o BE se recusarão a aprovar.
Vai uma aposta?"
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terça-feira, julho 07, 2015
Todos temos de ajudar a Grécia... menos eu.
De acordo com os dados das últimas legislativas, temos em Portugal mais de 900 mil pessoas que votaram em partidos com ideias radicais. Ou seja, pelo menos mais de 900 mil pessoas em Portugal concordam com as ideias do Syriza. O número subirá se considerarmos que muitos daqueles que votam PS também concordam (basta ouvir as declarações do líder socialista para o concluir). Mas fiquemo-nos pelos 900 mil radicais. 900 mil pessoas que querem que o dinheiro chegue à Grécia e, como tal, não se importarão de pagar para tal acontecer. 900 mil só em Portugal, muitos milhões por essa Europa fora.
Um Britânico levou a cabo uma tentativa de reunir €1,600,000,000 EUR num fundo para o qual se doava através da internet. Queria esse Britânico alcançar esse valor em 8 dias contando com o apoio de todos os "Syrizas" europeus. A verdade é que ao fim de 8 dias nem aos 2 milhões chegaram e só conseguiram doações de 108,654 pessoas por toda a Europa (menos de metade dos que votaram no BE).
E assim, mais uma vez comprovamos que os radicais gostam muito de exigir que a "sociedade" lhes pague a vida. Desde que a "sociedade" não sejam eles.
Um Britânico levou a cabo uma tentativa de reunir €1,600,000,000 EUR num fundo para o qual se doava através da internet. Queria esse Britânico alcançar esse valor em 8 dias contando com o apoio de todos os "Syrizas" europeus. A verdade é que ao fim de 8 dias nem aos 2 milhões chegaram e só conseguiram doações de 108,654 pessoas por toda a Europa (menos de metade dos que votaram no BE).
E assim, mais uma vez comprovamos que os radicais gostam muito de exigir que a "sociedade" lhes pague a vida. Desde que a "sociedade" não sejam eles.
sexta-feira, fevereiro 06, 2015
Economistas de esquerda defendem o calote Grego
3 centenas de economistas, pelo mundo fora, assinam um manifesto para que "se respeite a vontade do povo grego" e não se obrigue a Grécia a pagar a dívida porque "não é pagável". Não sei quem são os economistas em questão, mas, a ver pelos exemplos portugueses, temos Mariana Mortágua, deputada do BE e José Reis, simpatizante do mesmo.
Não sou economista, nem percebo grande coisa de números, mas, felizmente, há bem mais de 3 centenas de economistas a pensar exactamente o contrário.
Quanto ao "não é possível pagar a dívida", opino: se não era possível pagar, não se pedia o dinheiro que a alguém pertence. Porque há alguém que conta com ele para a sua própria economia e para respeitar a vontade dos seus próprios povos. Se eu não puder pagar alguma dívida contraída, o meu credor pode apropriar-se de bens que eu possua... se eu não possuir bens, acabo na cadeia e a trabalhar para pagar o que fiquei a dever - ou seja, a passar dificuldades e a fazer sacrifícios. É assim que o mundo funciona. Se não têm como pagar, têm de reduzir as despesas que têm de modo a que lhes sobre o suficiente para pagarem o que se comprometeram (e deram garantias que podiam) pagar.
Quanto ao "temos de respeitar a vontade do povo grego", tudo bem. Nada impede o Syriza de levar a cabo o seu programa... basta ser caloteiro, perder a confiança dos parceiros, sair do euro e provar que consegue levar a cabo o programa que prometeu sem o dinheiro alheio. Mais sobre isto já escrevi AQUI.
Não sou economista, nem percebo grande coisa de números, mas, felizmente, há bem mais de 3 centenas de economistas a pensar exactamente o contrário.
Quanto ao "não é possível pagar a dívida", opino: se não era possível pagar, não se pedia o dinheiro que a alguém pertence. Porque há alguém que conta com ele para a sua própria economia e para respeitar a vontade dos seus próprios povos. Se eu não puder pagar alguma dívida contraída, o meu credor pode apropriar-se de bens que eu possua... se eu não possuir bens, acabo na cadeia e a trabalhar para pagar o que fiquei a dever - ou seja, a passar dificuldades e a fazer sacrifícios. É assim que o mundo funciona. Se não têm como pagar, têm de reduzir as despesas que têm de modo a que lhes sobre o suficiente para pagarem o que se comprometeram (e deram garantias que podiam) pagar.
Quanto ao "temos de respeitar a vontade do povo grego", tudo bem. Nada impede o Syriza de levar a cabo o seu programa... basta ser caloteiro, perder a confiança dos parceiros, sair do euro e provar que consegue levar a cabo o programa que prometeu sem o dinheiro alheio. Mais sobre isto já escrevi AQUI.
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segunda-feira, janeiro 26, 2015
Imaginem...
Imaginem que nas legislativas este ano ganhava o Bloco de Esquerda e a terceira força era o Partido Nacional Renovador. Imaginem que o BE, para governar com maioria absoluta se coligava com o PNR. Imaginem.
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
Acham que ia dar um bom resultado? Todos aqueles que agora rejubilam com os novos ares "democráticos" que vêm da Grécia, imaginem, no vosso país, um governo de Extrema Esquerda e Extrema Direita e pensem nos resultados práticos disso... Felizmente penso que a maioria dos eleitores portugueses não chega a um extremo de ignorância tão grande como os Gregos e, felizmente para nós (infelizmente para os Gregos - que assim escolheram), poderemos assistir, na plateia (com um pacote de pipocas), aos resultados práticos de tal governo sem termos votado nele. Talvez assim acabe a demagogia que ainda invade muita gente (incluindo o António Costa que devia ter mais juizinho, mas...).
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sábado, janeiro 03, 2015
orgulhosamente sós
Acho incrível que as pessoas ainda não tenham entendido que o país gasta mais do que ganha e se tem para o dia a dia é porque lhe emprestam...
Seria o típico "orgulhosamente sós" e acho alguma piada que quem agora defende este "orgulhosamente sós" sejam os mesmos que diabolizam aquele que tinha esse mesmo slogan e defendia o mesmo que agora defendem.
- Se emprestam, como em qualquer contrato de empréstimo, há condições a cumprir
- Se não queremos cumprir temos de parar de pedir emprestado
- Se paramos de pedir emprestado temos de cortar muito mais do que o negociado com a troika (porque a troika ainda nos deixa ter algum défice)
- Sem ter quem nos empreste não se pode ter défice
Seria o típico "orgulhosamente sós" e acho alguma piada que quem agora defende este "orgulhosamente sós" sejam os mesmos que diabolizam aquele que tinha esse mesmo slogan e defendia o mesmo que agora defendem.

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