Mostrar mensagens com a etiqueta islamismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta islamismo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, março 22, 2016

Não mudemos o nosso modo de vida... claro que não!...

Sempre que há um ataque vêm os comuns discursos de "não vamos mudar o nosso modo de vida, isso é o que os terroristas querem". Ao mesmo tempo que novas leis saem para "proteger os cidadãos". Ao mesmo tempo que a polícia avisa para as mulheres nas cidades que receberam refugiados não andaram sozinhas. Ao mesmo tempo que escolas pedem às meninas para não usar mini-saia para não provocar os refugiados. Ao mesmo tempo que meninas, e meninos, são apalpadas e violadas em piscinas públicas e se criam leis para permitir que os muçulmanos tenham dias em que as desfrutam sozinhos. Ao mesmo tempo que se criam praias só para mulheres muçulmanas. Ao mesmo tempo que escolas banem refeições com porco. Ao mesmo tempo que se banem cruzes de todos os locais públicos em diversos países com tradição cristã, não só dos locais, mas também impedindo quem as quer usar pessoalmente de o fazer. Ao mesmo tempo que a palavra "Christmas" é substituída por "holiday" para não ofender os islâmicos. Ao mesmo tempo que nas escolas deixa de se ensinar o que é o Natal, porque mesmo a história do nascimento de um menino que mudou o mundo (acredite-se ou não na sua santidade, ou até existência), ofende os muçulmanos. Mas não... não mudemos a nossa forma de vida.

sábado, janeiro 23, 2016

As minhas previsões para o futuro da Europa

Vejo apenas dois caminhos para a Europa neste momento.

No primeiro os politicamente correctos continuam no poder e, continuando eles no poder, as fronteiras continuam abertas, os "refugiados" continuam a chegar. Escondem-se crimes dos islâmicos, divulgam-se crimes dos "xenófobos" . Diaboliza-se a nossa cultura, diabolizam-se os patriotas, diaboliza-se qualquer pessoa que tente dizer uma palavra de verdade sobre o Islão. Vão haver revoltas e agressões. Os islâmicos vão passar sempre a ser vistos como vítimas. O islamismo vai crescendo e daqui a 200 anos a Europa assemelhar-se-á ao Médio Oriente com guerras e uma população oprimida e violentada. Mas poucos saberão que um dia houve uma era de liberdade e igualdade de direitos porque os livros são queimados, a informação proibida e o que se vai ler será apenas o que os islâmicos definirem como halal.

No segundo, após a entrada de mais uns quantos "refugiados", após mais alguns crimes, o nacionalismo cresce. Com o crescimento do nacionalismo as pessoas, mesmo não sendo racistas, mesmo não sendo contra os estrangeiros, vão votar em partidos nacionalistas porque os mais democráticos não apresentam soluções. Passam então a haver governos nacional-socialistas na Europa. Inicialmente parece óptimo às pessoas. Os refugiados são expulsos, o islamismo proibido, a cultura original incentivada. Depois começam as perseguições a todos os "de fora", mesmo aqueles que há anos vivem nos países, mesmo aqueles que lá nasceram e o amam. Mas não têm "sangue puro". Para todos os de fora passa a haver repressão e opressão. Muitos são mortos, outros torturados, mas a maioria acaba a voltar aos seus países de "origem", mesmo que não se identifiquem minimamente com essa "origem" que os "nacionais" insistem que eles têm. E daqui a 100 ou 150 anos começa a reverter-se esta situação e a culpar-se o nacionalismo pela decadência dos direitos humanos, e crescimento pela falta de respeito pelo ser humano que a Europa atravessou.

Nenhum dos cenários é positivo. Positivo seria os partidos democráticos assumirem o problema que os refugiados, devido à importação do islamismo, representam. Como não vejo esse como um terceiro caminho, o menos doloroso dos dois apresentados, e aquele que, apesar de tudo, abre uma "salvação" no futuro é o segundo. Seguir o primeiro é condenar toda a sociedade ao regresso à época medieval sem vislumbre de sair de lá, escolher o segundo é condenar alguns membros da sociedade a uma perseguição desumana durante uns tempos. Nenhuma das escolhas deveria ser feita por uma sociedade evoluída, caso essa evolução estivesse acompanhada de bom senso e inteligência e não de politicamente correcto e estupidez.

domingo, dezembro 27, 2015

Incomoda-me o silêncio

Não me incomoda que o futuro da humanidade seja que na Europa deixemos de ser maioritariamente brancos e passemos a ser um misto de branco, negro e oriental. Não me incomoda que o futuro da humanidade seja termos cidadãos originários de todos os cantos do mundo em todos os cantos do mundo. Incomoda-me que, no nosso medo de sermos considerados racistas, ofereçamos a cidadãos de outros cantos do mundo privilégios, criando uma sociedade onde uns são privilegiados e protegidos e os outros pagam os privilégios e a protecção dos primeiros, sofrendo agressões dia-a-dia. Não me incomoda que na gestão pública e privada estejam mulheres brancas ou negras ou orientais ou com deficiencia. Incomoda-me que elas não sejam competentes para o cargo que têm e só lá cheguem por serem mulheres, ou negras, ou orientais ou deficientes, e incomoda-me que não se possa protestar porque esse protesto é considerado "crime de ódio". Não me incomoda o racista, incomoda-me as acções do racista. Não me incomoda o islâmico, incomoda-me a lei islâmica e a imposição da mesma. Não me incomodam as orações, incomodam-me as agressões a outros seres humanos e a perda de liberdade em nome da tolerância. Não me incomodam as crenças, incomodam-me as imposições das crenças, especialmente se as mesmas nos privarem das nossas liberdades de escolha, de expressão e de vida. Não me incomoda a liberdade religiosa, incomoda-me que, em nome da mesma, se permita a opressão de um grupo porque, naquela religião é normal aquele grupo ser oprimido. Incomoda-me o silêncio e a apatia perante a dor alheia e o perigo crescente.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

No fundo Malala diz: "Não digam mal do Islamismo ou vão zangar os muçulmanos e criar terroristas"

Concordo com a Malala. Percebemos, no entanto, que ao mesmo tempo que ela afirma que não se pode culpar toda a população muçulmana pelo terrorismo, que, de facto, não tem culpa e nem todos são terroristas, assume que existe uma grande tendência da mesma para se radicalizar. Porque quando um Cristão ataca, como acontece de vez em quando, os restantes, por muito que alguém grite que a culpa foi do cristianismo, não se vão radicalizar. Quantos de nós temos medo da radicalização dos Cristãos? Quantos de nós temos de tratar os cristãos com "pezinhos de lã" para não corrermos o risco de eles se zangarem e desatarem aos tiros? Quantos de nós temos medo do "terrorismo Judeu"? E, sabendo que os Judeus muito têm sido perseguidos, não deveríamos estar todos, pela lógica apontada pela Malala, a tremer de medo da radicalização? Mas quantos de nós temos medo da radicalização dos Judeus ou dos Cristãos? Agora pensem nos muçulmanos. Quantos de nós têm coragem de ir a uma mesquita falar de terrorismo e do problema que a ideologia que eles defendem representa na radicalização? Quantos de nós têm coragem de afirmar que é na essência do islamismo que se encontra o problema? As palavras da Malala mostram bem onde está o problema. No fundo o que a Malala afirma é: "Por favor não digam mal do islamismo porque, se o fazem, vão zangar ainda mais muçulmanos e vão surgir ainda mais terroristas". Eu concordo com isto, acho que existe esse perigo. Mas o que fazemos? Já se tentou ignorar o problema, não foi corrigido e foi piorando. Já se tentou sensibilizar e chamar ao Islão "a religião da paz", mostrando uma tolerância que eles nunca tiveram. Não resolveu o problema, pelo contrário, levou a que fosse mais fácil aos muçulmanos recrutar jovens que viram o Islão como uma coisa positiva, criando mais possíveis terroristas. A Malala até pode ter razão ao afirmar que se o Trump expulsar os muçulmanos vai piorar a situação (não sabemos se tem, isso nunca foi experimentado), mas o que nem a Malala, nem ninguém, consegue afirmar é: qual é a solução, o que é que funciona?

quinta-feira, novembro 19, 2015

"É disto que eles fogem"

É disto que eles fogem. É o que se ouve cada vez que há um atentado cá. Até digo mais: Fogem de bem pior que isto. O que se passou em França não é nada comparado com as atrocidades que o povo Sírio (e todas as vítimas do EI) passa. Não pensem que ao querer controlo de quem entra, se quer que se abandonem as pessoas às mãos do EI. Não. E não acredito que muitos dos que são considerados "contra a vinda de refugiados" o queiram abandoná-los à sua sorte nos países em guerra. Não se é contra a vinda de refugiados. O problema que se coloca não é no "tirá-los de lá", é no "colocá-los cá". Eles fogem e devem fugir. Nós devemos protegê-los no que pudermos. O que não podemos é ficar em mais perigo para os proteger. O que não podemos também é fechar os olhos às violações dos direitos humanos que eles defendem. O que não podemos é deixá-los vir para cá considerar que a pedofilia é algo normal e aceitável, ou que as mulheres são um ser inferior, e que as nossas mulheres devem ser suas escravas sexuais, etc., tal como os textos sagrados que eles defendem com unhas e dentes revelam. O que não podemos é permitir que queiram que a nossa sociedade aceite o modo de vida de quem eles consideram o seu profeta: um pedófilo, assassino, violador. Devemos sim ajudar a que fujam, não devemos aceitar as regras de uma sociedade atrasada e opressora dentro das nossas fronteiras em nome da "integração" e da tolerância. Integremos sim, mas não toleremos os crimes que são o seu modo de vida. Integremos obrigando-os a abandonar ideologias que oprimem e são um retrocesso nas conquistas sociais do ocidente. Não podemos tolerar esse retrocesso. Não toleremos a justificação da pedofilia denominada de "casamento", não toleremos a opressão da mulher, não toleremos a homofobia. Não toleremos a violação das nossas liberdades. Integremos, não nos anulemos.

domingo, novembro 15, 2015

A culpa é nossa porque ofendemos os islâmicos.

Aquando dos ataques à Charlie Hebdo muitos vieram afirmar que: se sabemos que desenhar o profeta ofende os islâmicos, o melhor é não desenhar. Muitos, no fundo, decidiram que ceder à ideologia de quem quer impedir as nossas liberdades era melhor para evitar problemas. Claro que, para a grande maioria de nós, deixar de fazer desenhos não causa grande mossa, nem sequer nos causa mossa sermos impedidos de "ofender o profeta", porque a maioria de nós simplesmente ignora o profeta, de qualquer forma. Mas, agora estes ataques também foram dirigidos a pessoas que faziam coisas que os ofendem:


  • A diversão de um concerto, ofende os islâmicos; 
  • Os copos bebidos num bar à noite, ofende os islâmicos; 
  • A livre e consensual convivência com o sexo oposto, ofende os islâmicos; 
  • Mulheres de cabelo de destapado, ofendem os islâmicos;
  • Mulheres a divertirem-se livremente, de mini-saia, com maquilhagem, ofendem os islâmicos;

Ao contrário do que tem vindo a ser divulgado, os ataques não foram "indiscriminados". Tal como os das Torres Gémeas, que atacaram um símbolo do capitalismo, ou do da Charlie Hebdo, que atacaram a nossa liberdade de expressão, também estes atacaram a nossa liberdade pessoal. É isto que representam. Nos outros quiseram dar-nos uma lição e neste também. Neste dizem-nos que se não mudamos a nossa forma de viver, se não deixamos de ir a concertos, se não deixamos de beber álcool, se não deixamos de conviver com o sexo oposto, se não deixamos de ter mulheres livres a vestir o que querem, então estamos a ofender o islão e os ensinamentos do seu profeta. Iremos também pedir à sociedade para deixar de o fazer, porque, afinal, ao ofendê-los existe uma justificação para que eles nos ataquem, tal como no caso Charlie Hebdo?

P.S.: O facto é que hoje já não haverá direito a assistir a um concerto dos U2 em Paris.

segunda-feira, outubro 19, 2015

Ajudar os nossos: Sem-Abrigo querem apoio semelhante ao dos refugiados

Nas notícias de hoje: apesar de compreenderem que o Estado preste apoio aos refugiados, as pessoas sem-abrigo de Lisboa dizem que o Governo não se pode esquecer delas.

Para quem afirma "podemos preocupar-nos com uns e com os outros" eu pergunto: "mas estamos a preocupar-nos "com os outros"? Há cerca de 4000 sem-abrigo em Portugal, para quem nunca se encontrou uma resposta social e fomos aceitando isso como uma realidade inultrapassável. Entre as "sopas"e os cobertores que fomos dando, a título individual, "nada mais" podia ser feito. O facto é que agora aparecem, de repente, e no mesmo país, condições para acolher 5000 pessoas, em casas mobiladas, com direito a alimentação, cuidados de saúde, roupa, escola gratuita e tudo pago por "nós" (em nome colectivo). Não me venham com o "ah nunca se preocuparam com os sem-abrigo, e agora usam-nos como desculpa da sua insensibilidade", porque não fazem ideia do que cada um de nós doa, doou ou faz pelos sem-abrigo. E se calhar é quem mais faz que mais confuso fica com o facto de, afinal, haver forma de retirar 5000 pessoas das ruas... desde que não sejam as nossas, desde que não sejam as que já cá estão. (e quem diz isto sobre Portugal, diz sobre todos os países da Europa... em todos os países há sem-abrigo e continua a haver porque "não há solução"... mas há para os "refugiados").

domingo, setembro 06, 2015

Europa e o terrorismo nos últimos 10 anos

A Europa está em paz há muitos anos. Em termos financeiros queixamo-nos, mas se compararmos com qualquer outra zona do mundo, estamos melhores que a maioria e iguais aos melhores. Em termos de medos de sermos atacados poucos temos. Não nos atacamos uns aos outros e convivemos em paz, fazendo negociações. No entanto, nos últimos 10 anos sofremos 13 ataques. Dez desses ataques ocorreram nos últimos 5 anos (ou seja, houve quase 4 vezes mais ataques nos últimos 5 anos do que nos anteriores). E se acham que isso acontece devido à crise económica, desenganem-se. Desses 13 ataques, 10 foram levados a cabo por islâmicos, 2 por grupos de extrema-esquerda e 1 por um radical de direita:

1.        7 de Julho de 2005, ataque de grupo Islâmico em Londres, Reino unido, faz 52 mortos e 700 feridos
2.       17 de Junho de 2009, ataque de grupo de Extrema Esquerda em Atenas, Grécia, faz 1 morto
3.       19 de Julho de 2010, ataque de grupo de Extrema Esquerda em Atenas, Grécia, faz 1 morto
4.       11 de Dezembro de 2010, ataque de grupo Islâmico em Estocolmo, Suécia, faz 1 morto e 2 feridos.
5.       2 de Março de 2011, ataque de grupo Islâmico em Frankfurt, Alemanha, faz 2 mortos e 2 feridos.
6.       22 de Julho de 2001, ataque de Radical de Direita em Tyrifjorden, Buskerud, Noruega, 76 mortos, 97 feridos.
7.       15 de Março de 2012, ataque de grupo Islâmico em Montauban, França, faz 2 mortos e 1 ferido.
8.       19 de Março de 2012, ataque de grupo Islâmico em Toulouse, França, faz 4 mortos e 1 ferido.
9.       18 de Julho de 2012, ataque de grupo Islâmico em Burgas, Bulgária, faz 7 mortos e 30 feridos.
10.   24 de Maio de 2014, ataque de grupo Islâmico em Bruxelas, Bélgica, faz 4 mortos.
11.   7 de Janeiro de 2015, ataque de grupo Islâmico em Paris, França, faz 12 mortos e 11 feridos.
12.   14 de Fevereiro de 2015, ataque de Islâmico em Copenhaga, Dinamarca, faz 2 mortos e 1 feridos.


Ainda acham boa ideia aumentar o número de islâmicos dentro das nossas fronteiras? Quantos ataques iremos ter nos próximos 5 anos?


(não conto nesta lista com o aumento de violações, que tem ocorrido, por parte de islâmicos às “nossas filhas”).

sábado, setembro 05, 2015

6 Perguntas que nos devíamos estar a fazer na questão dos imigrantes ilegais


1- Porquê a Alemanha (e Reino Unido)?

Quem foge de um cenário de guerra procura um cenário de paz. Qualquer país vizinho que estivesse em paz seria o suficiente, talvez até melhor dado que tinham o mesmo estilo de vida, do que a Europa. Caso a Europa fosse o estilo de vida que procuram, qualquer país europeu serviria dado que em qualquer país da Europa se vive muito melhor do que na Síria. Porquê esta insistência em ir para a Alemanha? É uma vontade tão grande que se metem a andar a pé várias centenas de quilómetros, pela autoestrada, com filhos pequenos, só para lá chegar... Porquê? Pode responder-se que querem o melhor e por isso querem o nível de vida da Alemanha, mas não é isso que todos queremos (até alguns alemães)?

2 - Pagam 10 mil euros por pessoa para vir de barco para a Europa, por que não ficam a viver na Turquia com esse dinheiro?

A Turquia também tem leis para protecção de refugiados. Uma vez na Turquia estão num país islâmico, tal como o deles, mas que se encontra em paz, ao contrário do deles. Sendo que pagam 10 mil euros por pessoa para entrar num barco e alguns vêm com mais do que um membro na família, não podemos afirmar que fogem da pobreza. Até para a maioria dos europeus esse valor era difícil de arranjar. Assim sendo, por que não reconstroem a vida, com esses 10/20/30 mil euros, na Turquia?

3 - Se chegam cá pedindo ajuda, afirmando não ter nada, onde arranjaram os 10 mil, ou mais, euros para cá chegar?

10 mil, ou mais, euros não é um valor fácil de arranjar, nem para a maioria dos Europeus. Não devíamos também questionar isso?

4 - Por que é que dois terços dos refugiados são homens?

Não acham estranho que as mulheres e crianças representem apenas um terço de todos os que nos entram pelas fronteiras? Não deveria ser exactamente o contrário? A guerra na Síria é mais penalizadora para mulheres e crianças.

5 - Não deveríamos estar a tratá-los como imigrantes ilegais em vez de refugiados?

Obviamente que não chegam cá directamente da Síria, passam por pelo menos um país antes de colocarem os pés na Europa. Sendo imigrantes ilegais na Europa, não devemos enviá-los para a Turquia para que peçam asilo nesse país e chegarmos a acordos mundiais para aliviar a Turquia, em vez de estarmos a abrir as nossas portas a quem já não está a fugir da guerra, tendo em conta que também na Europa há sem-abrigo e pobreza?

6 - Por que é que os mais ricos países Árabes não os estão a receber?

Falamos de uma crise humanitária. Fazemos a Europa sentir a culpa por não fazer mais e, no entanto, poucos questionam por que é que os países com as mesmas leis e a mesma religião mas com boa qualidade de vida e sem qualquer problema financeiro (como aqueles que a Europa atravessa), não estão a acolher estes refugiados. Talvez esta seja a resposta a esta pergunta (provavelmente a todas as anteriores).


sábado, janeiro 24, 2015

A Europa e a verdade do Islão - por Rodrigues do Carmo - Revista Invest

 "O germano romanizou-se ao entrar no Império. Os povos onde o muçulmano entrou, islamizaram-se, porque a rotura com o passado foi total. Nova língua, novos costumes, novo direito (sharia), novos valores, instituições e, acima de tudo, uma nova religião, dominadora e intratável. Foi isto que aconteceu desde a Pérsia a Marrocos. E esteve prestes a acontecer na Península Ibérica, não tivesse havido algumas circunstâncias fortuitas que impediram esse desfecho.

A esta luz, nada na História sustenta a ideia de que as crescentes e assertivas comunidades muçulmanas instaladas na Europa, serão assimiladas pela nossa cultura, os nossos valores, as nossas leis e o nosso modo de vida. A História ensina precisamente o oposto, e a Europa não parece preparada para o desafio, pelo que é cada vez mais provável que, à medida que este cresce, se assista ao paulatino desmoronar do condomínio kantiano e ao regresso do paradigma de Westefalia."



Ler artigo completo aqui: A Europa e a verdade do Islão - por Rodrigues do Carmo - Revista Invest:


terça-feira, janeiro 20, 2015

Um gesto abominável que deu importância à insignificância

Num mundo com sete mil milhões de pessoas há um país com 65 milhões de habitantes que edita uma revista com uma tiragem de 60 mil números. Ou seja, num mundo de sete mil milhões de pessoas havia 60 mil alminhas que compravam uma revista que quase todos os outros consideravam de mau gosto.
Mas o mau gosto tem o direito de existir, ou deve ter.

Essa revista de mau gosto gozava com o que muitos consideram sagrado. Tinha cartoons que muitos consideram nojentos. Era lida por uma minoria ínfima da população e a grande maioria das pessoas ignorava a sua existência ou, simplesmente, optava por ignorar a sua presença. Não interessava. Não tinha piada para a grande maioria da população. Tinha até vários cartoons que metiam nojo à grande maioria da população... É assim que o mundo funciona. As coisas existem. Algumas são-nos visualmente desagradáveis, outras ao ouvido, outras pelo cheiro, etc. Por norma, aquilo que nos desagrada e incomoda até pode perturbar-nos por uns instantes, deixar-nos o "coração na boca", mas somos suficientemente crescidinhos, civilizados, para respirar fundo e passar à frente; ignorar o que nos perturba, porque é mesmo só isso que faz: perturba. Vai contra a nossa opinião, as nossas crenças ou ideologias e levamo-lo a peito - por uns instantes. Uns instantes apenas. Somos, na maioria, crescidinhos e conseguimos conviver com quem tem crenças e ideologias diferentes das nossas. Conviver ou, simplesmente, ignorar.

Mas nem todos são assim.

Existe um grupo de pessoas para quem aquele "coração" nunca sai da boca. Para quem aquela perturbação se transforma numa fúria, numa raiva, que os leva a querer eliminar todos aqueles que vão contra as suas crenças ou as suas ideologias. E não sabem, nem querem saber, conviver com qualquer pessoa que tenha uma opinião, por mínima que seja, diferente da sua. E não se adaptam ao mundo, exigindo que o mundo se adapte a si. São os ditadores em potência. E aqueles desenhos que 60 mil pessoas compravam, e dos quais poucos mais que isso riam, foram razão suficiente para matar quem tinha "um lápis na mão". E aquela revista, ignorada pela grande maioria da população mundial, passou a ser do conhecimento dessa mesma população. E aquela revista sem importância, que muitos consideram de mau gosto, que satiriza com aquilo que os assassinos (e os defensores dos mesmos) consideram sagrado, passou a ser do conhecimento da quase totalidade do 7 mil milhões de pessoas que o mundo tem... e aquela revista que tinha uma tiragem de 60 mil números, que 60 mil alminhas compravam e à qual um número irrisório de pouco mais que isso achava graça, passou a ser defendida pela grande maioria, e comprada por 7 milhões de almas. E aqueles homens que tinham um lápis na mão, que gozavam com o que para muitos era sagrado, que eram desconhecidos da grande maioria das pessoas que vivem no mundo, tornaram-se símbolos de liberdade, tiveram os seus nomes escritos por jornais de todo o mundo, "ouviram" sinos a soar por si, deram origem a manifestações. E aqueles cartoons com os quais a grande maioria nem concorda, transformaram-se num direito, numa demonstração de "não cedência". Porque já vamos cedendo em não mostrar outros símbolos religiosos, porque a nós não nos incomoda dado que a maioria ocidental é ateia, mas agora exigem que deixemos de desenhar e, se cedemos, amanhã mata-se uma mulher que vá na rua com calças porque isso também os ofende e de seguida vamos fechar todos os bares e proibir o álcool, ou os sinos das igrejas vão ser proibidos de soar porque os ofende... E, com este gesto, com esta violência, aqueles que se ofenderam com os desenhos que pouco mais de 60 mil pessoas viam, tornaram-nos conhecidos para quase 7 mil milhões de pessoas, fizeram-nos perceber que existe um número significativo de extremistas que querem que recusemos a nossa cultura para não ofender a sua, levaram o mundo inteiro a comentar e deram visibilidade mundial àquilo que não queriam que fosse visto.

Resta saber se, depois da "ressaca" dos ataques, vamos ceder mais um bocadinho ou vamos mostrar que "basta!": Esta é a nossa cultura, são os nossos países. Não gostamos de tudo, temos muitos defeitos, há coisas das quais nem todos gostamos, mas convivemos com isso. Há pessoas que riem de coisas de mau gosto. Mas é preferível concordar que existam pessoas a rir de um desenho de mau gosto, do que concordar que uma criança rebente e mate dezenas à sua volta, que uma mulher que seja violada só porque usava rímel ou que um jornalista seja degolado para transmitir a mensagem que todos os que não acreditam no mesmo que nós podem ter esse destino.
No nosso mundo ocidental temos muitos defeitos mas, regra geral, aprendemos a conviver uns com os outros e aceitamos que todos para aqui venham viver as suas culturas e ter as suas crenças, desde que não nos exijam que abdiquemos das nossas e da liberdade que temos vindo a conquistar ao longo dos anos.

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Um guia para a Ana Gomes não ofender os muçulmanos

Pergunta a eurdeputada Ana Gomes: “Porquê insistir na representação do Profeta, que se sabe ofender os muçulmanos?”

Pergunto eu à Ana Gomes:

Porquê insistir em usar maquilhagem, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar vestida com a cabeça destapada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar com a cara destapada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar com as mãos destapadas, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em fazer declarações sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em comer porco, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ter outra religião (ou não ter nenhuma), que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em postar no twiter livremente, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em conduzir sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar na rua sozinha sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ler livros não islâmicos, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em defender o casamento homossexual, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ser eurodeputada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ir ao médico que se sabe ofender os muçulmanos?

Por que tirou um curso sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em dar umas gargalhadas, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em usar saltos altos, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em aparecer em meios de comunicação sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em usar calças, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ser fotografada e filmada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porque insistir em ver televisão, ouvir rádio, ver filmes, cantar, que se sabe ofender os muçulmanos?

E se beber cerveja, não o faça, porque se sabe ofender os muçulmanos.




Não podemos permitir um novo holocausto

Ouvia na rádio uma sobrevivente do holocausto e mais uns quantos familiares de sobreviventes que entretanto já morreram. Depois de recordarem o horror que o regime nacional socialista trouxe ao mundo, os senhores da rádio rematam com um: depois dos acontecimentos em Paris, temos todos de ponderar e não permitir que a intolerância religiosa nos leve pelo caminho do holocausto.

Concordando que não podemos permitir que o ódio a uma religião nos leve a matar, indiscriminadamente, as pessoas dessa religião, temos também de compreender que não me lembro de os Judeus, antes da Segunda Grande Guerra, andarem a decapitar pessoas, a matar aos milhares, a atacar locais de culto e de concentração alheia, a matar trabalhadores sentados na suas secretárias, a atacar gente que apenas estava a ir às compras, pelo simples facto de essas pessoas não acreditarem no mesmo que eles.

Concordo que não podemos entrar no ódio cego que nos faz matar, mas não podemos comparar uma situação à outra e não podemos, simplesmente, fechar os olhos ao que se tem passado, recusando qualquer tipo de medida de segurança para não corrermos o risco de sermos considerados "intolerantes".

quarta-feira, janeiro 14, 2015

Ser o que não se é. A intolerância politicamente correcta

Chegámos a um ponto em que queremos proibir as pessoas até de pensar, enquanto enchemos a boca com palavras como "liberdade" e "tolerância".
Lembro que há pouco tempo um padre foi preso no Reino Unido porque um casal de homossexuais lhe perguntou, directamente, o que ele achava da homossexualidade e o homem deu a sua opinião - é pecado. O casal fez queixa à polícia e o homem foi preso por ser intolerante. Lembro que também há pouco tempo uma apresentadora de TV, se não me engano na Noruega (ou Holanda), foi obrigada a retirar do peito um crucifixo que o seu marido lhe tinha oferecido depois de um espectador telefonar a queixar-se que era ofensivo para a sua religião... É esta a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a tolerância... As pessoas têm de ser livres para pensarem o que quiserem para, nas suas propriedades privadas agirem como quiserem, até para serem intolerantes e racistas desde que não ajam de acordo com o que pensam. Se alguém é racista esse alguém deve ter direito a ser racista. Assim como quem não gosta de racistas tem o direito de não se dar com quem é. Se alguém é homofóbico também deve ter direito de ser homofóbico. Desde que não andem a agredir outras raças e homossexuais ou crentes de outras religiões e deuses, cada qual deve ser livre de pensar e expressar o que pensa, assim como os restantes são livres de não concordar com o que esses racistas e intolerantes pensam e expressam. Ninguém pode, ou ninguém deve, dizer o que cada um de nós tem de pensar.

Não pensem que ao afirmar isto sou a favor deste tipo de comportamentos. Sou contra o racismo, e contra a homofobia, sou também ateia. Mas sou, igualmente, a favor que cada um seja o que é, sem imposições. Se ficar muito aborrecida com as opiniões dos homofóbicos e dos racistas tenho toda a liberdade de, simplesmente, virar-lhes costas, não falar com eles ou dizer-lhes que os seus argumentos são parvos, tal como eles podem dizer que os meus também o são. A tolerância está em sabermos com quem conseguimos ou não conviver, quem conseguimos ou não tolerar e não nos impormos, nem sermos impostos, a ninguém.
Infelizmente existem grupos que têm todos os direitos, têm o direito de se impor, e outros que têm de se calar. Os primeiros são, apesar de tudo, denominados de "minorias" e a "maioria" tem de estar caladinha e aceitar a minoria, ou é acusada de ser intolerante. As maiorias são: Na religião, a católica, essa tem de estar caladinha enquanto as outras, e o ateísmo, podem impor-se; nas raças, a branca, essa tem de estar caladinha enquanto as outras se impõem; na sexualidade, os heterossexuais, esses têm de estar caladinhos enquanto os outros se impõem. Isso não é liberdade - é imposição de uns sobre os outros - é intolerância, é tornar a "maioria" numa minoria sem direito a opinião.

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Irmãos Kouachi foram abatidos

Noticias ao Minuto - Irmãos Kouachi foram abatidos: "Os irmãos Kouachi foram abatidos pelas forças policiais francesas, avança a agência France Press. Os dois franco-argelinos eram os principais suspeitos do ataque ao jornal francês."



'via Blog this'

Ataques a uma população desarmada: como nos podemos defender?

Dois mortos na tomada de reféns em mercearia judaica de Paris - Mundo - Notícias - RTP: "Um novo cenário de terror está a acontecer na capital francesa, com a tomada de cinco reféns numa mercearia na porta de Vincennes, zona leste de Paris. A AFP avança com a informação de que haverá já dois mortos entre os envolvidos. A polícia acredita que o sequestrador pode ser o mesmo homem que na quinta-feira abordou dois agentes da ordem e matou uma mulher polícia à queima-roupa. Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações."



Sempre tive reservas relativamente às leis de direito individual de porte de armas. Sempre achei que os Estados Unidos têm uma lei demasiado branda que leva a que aconteçam demasiadas mortes por acidentes. Mas quando leio sobre estes acontecimentos, quando leio "Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações." Pergunto-me: E se 3 ou 4 gajos armados entrarem por uma escola adentro? Uma escola onde, nos nossos países pacíficos onde só as forças armadas têm direito a andar com armas, uma escola com um segurança (ou que sejam dois ou três) desarmados, como se protegem essas crianças? Que hipótese têm os adultos desarmados nessas escolas para protegerem as crianças e a si mesmos?

quinta-feira, janeiro 08, 2015

"Os cartoonistas estavam mesmo a pedi-las"

Vou deixar de contar anedotas de alentejanos ou corro o risco de ser atacada por uma lenta multidão armada com enxadas e, afinal, eu estava mesmo a pedi-las!



quarta-feira, janeiro 07, 2015

Liberdade de expressão

Não concordo com o que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizer.


Cartoon de David Pope, o original está aqui


Pessoas sem escrúpulos...

... são os assassinos que matam em nome de um profeta e querem converter pessoas à força à sua "religião" e é esta euro-dePUTAda socialista  que aproveita a morte dos inocentes para, com argumentos idiotas e dignos de atrasados mentais, tentar converter pessoas às suas ideologias.