"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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sábado, março 23, 2019
Faltou educação à Isabel Moreira
Lamento muito pela Isabel Moreira, a quem os pais não ensinaram a ser boa pessoa, a ser justa, a levantar-se sempre que alguém era atacado, a defender IGUAIS dos bullies desta vida. A mim os meus pais ensinaram e, por isso, não precisei que a escola ensinasse nada disso, nem lamento que a escola não o ensine. Lamento sim, que a escola interfira no que as famílias consideram ser os seus valores morais. Ensinar a não agredir ninguém não tem nada a ver com "ideologia de género" ou com "racismo". Se ensinarmos as crianças, os NOSSOS FILHOS, a tratarem todos como iguais, eles não precisam de saber por quem aquele IGUAL se sente atraído, porque isso é-lhe indiferente. As pessoas são pessoas não são rótulos como a Isabel Moreira quer que sejam. As crianças são crianças, não "o amigo gay e a amiga lésbica", são o "Manuel" e a "Francisca". Foi isso que os meus pais me ensinaram. Ensinaram de tal modo que eu cheguei a levar chapadas na cara ao defender os IGUAIS dos bullies! A Isabel calou-se porque os pais não a ensinaram a fazer o mesmo. A Isabel calou-se e agora culpa a escola do seu silêncio enquanto pensa naquela amiga, diferente, que era "Lésbica" e no amigo "Gay". Os meus amigos eram apenas amigos... Não eram lésbicas nem gays, mesmo que, actualmente, a "Francisca" esteja casada com a "Isabel".
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sexta-feira, janeiro 09, 2015
Ataques a uma população desarmada: como nos podemos defender?
Dois mortos na tomada de reféns em mercearia judaica de Paris - Mundo - Notícias - RTP: "Um novo cenário de terror está a acontecer na capital francesa, com a tomada de cinco reféns numa mercearia na porta de Vincennes, zona leste de Paris. A AFP avança com a informação de que haverá já dois mortos entre os envolvidos. A polícia acredita que o sequestrador pode ser o mesmo homem que na quinta-feira abordou dois agentes da ordem e matou uma mulher polícia à queima-roupa. Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações."
Sempre tive reservas relativamente às leis de direito individual de porte de armas. Sempre achei que os Estados Unidos têm uma lei demasiado branda que leva a que aconteçam demasiadas mortes por acidentes. Mas quando leio sobre estes acontecimentos, quando leio "Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações." Pergunto-me: E se 3 ou 4 gajos armados entrarem por uma escola adentro? Uma escola onde, nos nossos países pacíficos onde só as forças armadas têm direito a andar com armas, uma escola com um segurança (ou que sejam dois ou três) desarmados, como se protegem essas crianças? Que hipótese têm os adultos desarmados nessas escolas para protegerem as crianças e a si mesmos?
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sexta-feira, dezembro 19, 2014
Não é fácil ser criança...
Acho que hoje se exige demasiado das crianças. A sociedade evoluiu de um modo que não permite às crianças serem, simplesmente, crianças. Desde, pelo menos, os 3 anos (muitos antes), os miúdos têm de saber estar em sociedade, em grupo. Têm regras e momentos para brincar. Antigamente todos os momentos eram para brincar e depois havia alguns, poucos, durante os quais tínhamos de obedecer a regras. Fora isso o mundo era nosso. Tínhamos a liberdade de andar na rua, ninguém se preocupava. Hoje pensamos nisso como uma grande irresponsabilidade dos adultos da altura: deixarem as crianças andar sozinhas na rua, mas a verdade é que se crescia assim, se vivia. Podíamos fazer os nossos disparates sem ter logo a voz de um adulto a impedir. Hoje não. Hoje os miúdos estão confinados, desde os 3 anos (muitos antes) a salas com outros miúdos e a serem vigiados pelos adultos. São vigiados quase 24 horas por dia e não lhes são permitidas falhas. Na escola são avaliados desde a pré-escolar e, se o menino se "atrasa", de acordo com os padrões definidos pela sociedade, a saber vestir, comer, lavar os dentes, escrever, etc. lá vão os pais saber, lá se "persegue" o menino até ele saber aquilo que nós, adultos, definimos como normal.
Depois queixamo-nos que eles são respondões, que têm um estado de espírito diferente daquele que nós tínhamos. Pudera!!! Por um lado exigimos que tenham o espírito conformado e feliz das crianças, por outro exigimos que se comportem como adultos, e forçamo-los a saber, já, coisas que, eles, particularmente, podem não estar preparados para apreender, só porque assim foi instituído, assim é normal. E os pais, mesmo que não gostem que assim seja, não têm grande alternativa. Ou emigram para um país "não civilizado", ou um "mais civilizado", onde ainda se deixa as crianças serem crianças e as pessoas serem indivíduos únicos, ou são obrigados a alinhar, porque a escola assim os formata e porque, caso não aceitem a "formatação", são excluídos, colocados de parte, maus alunos, enviados para psicólogos...
Não deve ser nada fácil ser criança nos dias de hoje...
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