Mostrar mensagens com a etiqueta mortos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mortos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Ataques a uma população desarmada: como nos podemos defender?

Dois mortos na tomada de reféns em mercearia judaica de Paris - Mundo - Notícias - RTP: "Um novo cenário de terror está a acontecer na capital francesa, com a tomada de cinco reféns numa mercearia na porta de Vincennes, zona leste de Paris. A AFP avança com a informação de que haverá já dois mortos entre os envolvidos. A polícia acredita que o sequestrador pode ser o mesmo homem que na quinta-feira abordou dois agentes da ordem e matou uma mulher polícia à queima-roupa. Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações."



Sempre tive reservas relativamente às leis de direito individual de porte de armas. Sempre achei que os Estados Unidos têm uma lei demasiado branda que leva a que aconteçam demasiadas mortes por acidentes. Mas quando leio sobre estes acontecimentos, quando leio "Acabou de ser dada uma ordem às escolas das redondezas para que mantenham os alunos dentro das instalações." Pergunto-me: E se 3 ou 4 gajos armados entrarem por uma escola adentro? Uma escola onde, nos nossos países pacíficos onde só as forças armadas têm direito a andar com armas, uma escola com um segurança (ou que sejam dois ou três) desarmados, como se protegem essas crianças? Que hipótese têm os adultos desarmados nessas escolas para protegerem as crianças e a si mesmos?

quarta-feira, janeiro 07, 2015

Pessoas sem escrúpulos...

... são os assassinos que matam em nome de um profeta e querem converter pessoas à força à sua "religião" e é esta euro-dePUTAda socialista  que aproveita a morte dos inocentes para, com argumentos idiotas e dignos de atrasados mentais, tentar converter pessoas às suas ideologias.



segunda-feira, janeiro 05, 2015

Temos falta de médicos? Estou com o sindicato. Que se pague mais.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) defendeu hoje que a falta de médicos nas urgências hospitalares resolve-se com o recrutamento de recém-especialistas e com salários atractivos, depois de conhecidos casos, alguns fatais, de esperas de várias horas.

Sou liberal. Como liberal que sou penso que o mercado se auto-regula e a única intervenção que se deve ter nele é para evitar ilegalidades.
Há falta de médicos... ou melhor, não há. Há má distribuição de médicos. Formamos, na verdade, médicos suficientes para as nossas necessidades (fossem todos os cursos como medicina, em que não não há nem a mais, nem a menos), mas os médicos, depois de formados, não querem ficar em exclusividade na saúde pública, trabalhando igualmente em diversas clínicas (e bastantes exclusivamente em clínicas). Vejo duas soluções para isto. A primeira é: Ou se assina um contrato com os estudantes de medicina que, em troca do curso que lhes pagamos, no qual investimos, eles são obrigados à exclusividade durante X anos (e logo aí se estabelece o valor máximo e mínimo a ser-lhes pago) ou se eles quiserem praticar no privado têm de pagar o cursos do seu bolso, ou parte dele para terem redução de anos de exclusividade. A segunda é aquela que propõe o Sindicato. Se temos falta de médicos na saúde pública porque eles conseguem ganhar melhor no privado, então a oferta que se está a fazer aos médicos, a nível público, é insuficiente. Temos de oferecer-lhes mais para os atrair para a saúde pública.

Claro que, para fazermos isto, enquanto país com falta de dinheiro, teríamos igualmente de ter a liberdade de oferecer menos aos enfermeiros, aos professores, e a todos os profissionais que temos "a mais" e que conseguimos arranjar facilmente mesmo pagando menos... a tal lei da oferta e da procura, a auto-regulação... o mal é que temos regulado o mercado artificialmente. Oferecemos muito quando podemos oferecer menos, oferecemos pouco quando devíamos oferecer mais. Claro que temos também de ter mecanismos para os penalizar em caso de abusos (como me parece que tem havido), ou seja a tal regulação para evitar ilegalidades.

O politicamente correcto virá afirmar que os médicos não são mais que os professores... mas a nível de mercado, de necessidade, são... são mais difíceis de arranjar, logo têm de ter um salário muito maior...