Mostrar mensagens com a etiqueta liberdade de expressão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta liberdade de expressão. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 20, 2019

Intersexo é coisa nenhuma... Manuela Moura Guedes diz que é "tolice", ILGA apresenta queixa

Image result for intersexoPara a ILGA opiniões diferentes são crime.
O que é um intersexo? De acordo com a Sociedade Intersexual Americana a definição é isto:

«A natureza não decide onde a categoria "masculina" termina e a categoria "intersexo" começa ou onde a categoria "intersexo" termina e a categoria "feminina" começa. Os seres humanos é que decidem.»

E de acordo com o Esquerda.net «“Intersexo” é o termo comummente usado para designar uma variedade de condições em que uma pessoa nasce com uma anatomia reprodutiva ou sexual que não se encaixa na definição típica de sexo feminino ou masculino.»

Ou seja:  É uma opinião. É uma ideologia! Não é ciência. Não é biologia!

Ora, uma opinião pode ser designada de "tolice. E essa é outra opinião. Afirmar que algo é uma "tolice" não é crime em nenhuma democracia... Querer condenar judicialmente quem considera a nossa opinião uma tolice é um tique ditatorial.

A fobia, neste caso, não está do lado da Manuela Moura Guedes que acha uma "tolice" a existência da ideologia da intersexualidade. A "fobia" está do lado de quem não aceita, de modo algum, e apela à lei para condenar, quem pensa de maneira diferente de si. Isso é que é ser "fóbico". A ILGA tem tanto medo de opiniões divergentes que quer enfiar na cadeia quem as tenha. A Manuela Moura Guedes não apelou ao ódio a ninguém, não limitou a liberdade de ninguém de se achar o que quiser. Disse apenas que acha uma tolice que alguém que nasce com um sexo biológico se defina como coisa nenhuma (o intersexo).

Talvez a ILGA venha agora atrás de mim por afirmar que o intersexo é coisa nenhuma, mas eu acho que "coisa nenhuma" é uma melhor definição do que todo o palavreado usado acima.

sábado, março 21, 2015

Liberdade de expressão, república e Monarquia


"Historicamente a república tem vindo a criar problemas à liberdade de expressão. Senão Vejamos:Na república inúmeros jornais foram proibidos, 'empastelados', assaltados. Até jornalistas e ardinas foram presos.Na II república a censura prévia foi oficializada.Na III república apenas um exemplo paradigmático: o "caso TVI".Sobre a Monarquia Constitucional 'oiçamos' Eça de Queiroz nas "Farpas", fascículos mensais cujo lema era 'para baixo': Jornal de luta cruel, incisivo, cortante e sobretudo jornal revolucionário". Não houve qualquer censura ou apreensão. Estávamos em 1871. Concluindo com Eça de Queiroz, agora através de Fradique Mendes: "É preciso ver a 'real realidade das coisas'"

Clara Constanço Stichaner

quarta-feira, janeiro 14, 2015

As origens tolerantes da intolerância de Rui Ramos

Um excelente texto de Rui Ramos, publicado no Observador. Deixo-vos alguns excertos, vão ler na íntegra: "Hoje, consideramos ofensivo tudo aquilo com que não concordamos ou de que não gostamos. A indignação é uma indústria. Nas redes sociais, milhares de pessoas circulam à espera de serem ofendidas."

"A tolerância e a igualdade desaguaram assim no “direito de não ser ofendido”. Subitamente, a primeira luta de uma “minoria” não é para dispor dos mesmos direitos dos outros cidadãos, mas, em nome de antigas discriminações, adquirir privilégios especiais, tornando-se mais ou menos sagrada e intocável."

"Por isso, a extrema-esquerda ocidental fez-se imediatamente campeã de muitas destas causas, não por qualquer consideração ou estima, mas por simples oportunismo político: à falta de classe operária, servem as minorias de carne para canhão. O “politicamente correcto” é um dos seus efeitos."

"Como disse Michel Houellebecq, o direito à liberdade de expressão não faz sentido, se ao mesmo tempo for proibido dizer isto e aquilo. Mas quer isso dizer que não há limites, como também reclama Houellebecq? Há, claro: os limites da lei."

"Se me caluniarem ou apelarem à violência contra mim ou contra qualquer grupo a que eu pertença, posso recorrer à lei, que protege o direito ao bom nome e à integridade física. Mas se me ferirem o gosto ou a sensibilidade, tenho outra solução: não vejo o filme, não ouço o disco, não compro o jornal, não vou ao site. Exerço a minha liberdade. É a única maneira: outra qualquer receita tiraria todo o sentido à liberdade de expressão, e obrigar-nos-ia a admitir que a experiência histórica das sociedades mais livres de sempre teria servido apenas para apurar que, no fundo, ninguém se dá bem com a liberdade."

terça-feira, janeiro 13, 2015

Islamismo: A ofensa de desenhar o profeta

Acabado de ouvir da boca de um muçulmano:

"Não fico ofendido com caricaturas do Profeta. Amo o Profeta, mas a minha fé é suficientemente grande para saber que o Profeta é superior a todas as imagens negativas que possam desenhar Dele".


Vergonha e hipocrisia política

Manifestação ou politiquice? Vergonha é, com certeza. Roubando o comentário de Ricardo Veiga no Facebook: "A foto da “manifestação”, divulgada, repetida e matraqueada pelos media de todo o mundo “mostra” chefes de Estado e de governo a encabeçar uma enorme “manif” anunciada como a maior de sempre em Paris (como pode ver na primeira foto aqui reproduzida).
O problema da coisa surgiu quando o ‘Le Monde’ decidiu dar um ar de graça jornalística e mostrar (sem aspas) o que se passou (ver a segunda foto aqui reproduzida): os senhores da política tinham formado um ajuntamento, numa rua fechada e estavam bem longe da enorme manifestação popular de repúdio pelo terrorismo islamista! O divórcio entre eleitores e políticos teve aqui a sua sessão solene de fotografias. E ficou bem registado!
Esta manipulação político-mediática deu, claro, bernarda… E da grossa! Marine Le Pen, cuja presença os organizadores tinham antecipadamente anunciado que não seria permitida, está rir-se… E a usar o disparate para ridicularizar e denunciar a classe política reinante, a UMPS, como ela gosta de dizer. E, claro, nem terá de lhes agradecer os pontitos a mais na sua popularidade que o disparate lhe trouxe, sem que ela tivesse de fazer nada por isso."

segunda-feira, janeiro 12, 2015

Pela liberdade de expressão e religiosa

Ontem, em França, mais de 4 milhões de pessoas marcharam contra o terrorismo e a favor da liberdade. Só em Paris estiverem mais de 1 milhão de manifestantes.
Juntos pela paz e pela liberdade em geral estavam chefes de Estado e primeiros-ministros de mais de 40 países, entre eles adversários como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas que se encontravam na mesma linha, separando-os apenas 4 pessoas, porque lutar lado a lado contra o terrorismo é mais importante do que qualquer desavença que têm nos restantes dias.

Desde que ocorreu o atentado à Charlie Hebdo muito se tem escrito e opinado. Desde o momento em que tal aconteceu que tenho lido, de diversas pessoas, a opinião: "Deviam proibir as religiões todas". Não sei se essas pessoas conseguem compreender o quão se assemelham aos terroristas que matam para proibir o ateísmo e todas as religiões, excepto a sua. O direito de acreditar em Deus (ou no pai natal, em fadas, em duendes, em cartomantes, no tarot, na astrologia, no que se quiser) é igual ao direito de não acreditar. O direito a ir ao templo, rezar, e seguir rituais é igual ao direito de ir, por exemplo, à festa do avante, cantar o "avante camarada", gritar "assim, se vê a força do PC" e abanar a bandeira do PCP (seguir rituais).
Ninguém tem o direito de dizer que os outros devem deixar de acreditar ou que se deve proibir Deus na vida das pessoas. Cada qual alcança conforto como bem entende e Deus, a religião, é tão importante para umas pessoas, como os festivais de verão, a festa do Avante, as férias, o dia de ano novo, para outras.

A marcha de ontem foi histórica e serviu para isso mesmo: Para mostrarmos que não temos medo. Não temos medo de acreditar no que acreditamos ou de não acreditar em nada. Não temos medo de rezar. Não temos medo de desenhar. Não temos medo de escrever. Temos esse direito. Ninguém tem o direito de invadir a nossa liberdade tal como nós não temos de invadir a dos outros. A religião, seja ela qual for, não faz mal a ninguém; Os homens fazem.


sábado, janeiro 10, 2015

Passos Coelho e Assunção Esteves vão à marcha em Paris

Passos Coelho e Assunção Esteves vão à marcha em Paris:

"O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, e a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, vão representar Portugal na manifestação de domingo em Paris, convocada em solidariedade com as vítimas do atentado ao jornal satírico Charlie Hebdo. Fonte oficial disse à Lusa que "a importância da manifestação de domingo" levou Pedro Passos Coelho a alterar a sua agenda, que inicialmente previa que estivesse presente, na qualidade de líder do PSD, no encerramento do Congresso do PSD/Madeira no domingo."

quarta-feira, janeiro 07, 2015

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Democracias...

E nas notícias de hoje: Maduro quer suspender emissão da CNN na Venezuela

A CNN quer mostrar ao Mundo que na Venezuela há uma guerra civil e aqui o povo o que está é a trabalhar, a estudar e a construir a pátria. Pedi à ministra da Comunicação, Delcy Elóina Rodríguez Gómez, que informe a CNN que se iniciou um processo administrativo para tirar este canal da Venezuela, se não rectificarem



A bela democracia socialista tão elogiada por Mários Soares.