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sábado, janeiro 23, 2016

As minhas previsões para o futuro da Europa

Vejo apenas dois caminhos para a Europa neste momento.

No primeiro os politicamente correctos continuam no poder e, continuando eles no poder, as fronteiras continuam abertas, os "refugiados" continuam a chegar. Escondem-se crimes dos islâmicos, divulgam-se crimes dos "xenófobos" . Diaboliza-se a nossa cultura, diabolizam-se os patriotas, diaboliza-se qualquer pessoa que tente dizer uma palavra de verdade sobre o Islão. Vão haver revoltas e agressões. Os islâmicos vão passar sempre a ser vistos como vítimas. O islamismo vai crescendo e daqui a 200 anos a Europa assemelhar-se-á ao Médio Oriente com guerras e uma população oprimida e violentada. Mas poucos saberão que um dia houve uma era de liberdade e igualdade de direitos porque os livros são queimados, a informação proibida e o que se vai ler será apenas o que os islâmicos definirem como halal.

No segundo, após a entrada de mais uns quantos "refugiados", após mais alguns crimes, o nacionalismo cresce. Com o crescimento do nacionalismo as pessoas, mesmo não sendo racistas, mesmo não sendo contra os estrangeiros, vão votar em partidos nacionalistas porque os mais democráticos não apresentam soluções. Passam então a haver governos nacional-socialistas na Europa. Inicialmente parece óptimo às pessoas. Os refugiados são expulsos, o islamismo proibido, a cultura original incentivada. Depois começam as perseguições a todos os "de fora", mesmo aqueles que há anos vivem nos países, mesmo aqueles que lá nasceram e o amam. Mas não têm "sangue puro". Para todos os de fora passa a haver repressão e opressão. Muitos são mortos, outros torturados, mas a maioria acaba a voltar aos seus países de "origem", mesmo que não se identifiquem minimamente com essa "origem" que os "nacionais" insistem que eles têm. E daqui a 100 ou 150 anos começa a reverter-se esta situação e a culpar-se o nacionalismo pela decadência dos direitos humanos, e crescimento pela falta de respeito pelo ser humano que a Europa atravessou.

Nenhum dos cenários é positivo. Positivo seria os partidos democráticos assumirem o problema que os refugiados, devido à importação do islamismo, representam. Como não vejo esse como um terceiro caminho, o menos doloroso dos dois apresentados, e aquele que, apesar de tudo, abre uma "salvação" no futuro é o segundo. Seguir o primeiro é condenar toda a sociedade ao regresso à época medieval sem vislumbre de sair de lá, escolher o segundo é condenar alguns membros da sociedade a uma perseguição desumana durante uns tempos. Nenhuma das escolhas deveria ser feita por uma sociedade evoluída, caso essa evolução estivesse acompanhada de bom senso e inteligência e não de politicamente correcto e estupidez.

quinta-feira, novembro 19, 2015

"É disto que eles fogem"

É disto que eles fogem. É o que se ouve cada vez que há um atentado cá. Até digo mais: Fogem de bem pior que isto. O que se passou em França não é nada comparado com as atrocidades que o povo Sírio (e todas as vítimas do EI) passa. Não pensem que ao querer controlo de quem entra, se quer que se abandonem as pessoas às mãos do EI. Não. E não acredito que muitos dos que são considerados "contra a vinda de refugiados" o queiram abandoná-los à sua sorte nos países em guerra. Não se é contra a vinda de refugiados. O problema que se coloca não é no "tirá-los de lá", é no "colocá-los cá". Eles fogem e devem fugir. Nós devemos protegê-los no que pudermos. O que não podemos é ficar em mais perigo para os proteger. O que não podemos também é fechar os olhos às violações dos direitos humanos que eles defendem. O que não podemos é deixá-los vir para cá considerar que a pedofilia é algo normal e aceitável, ou que as mulheres são um ser inferior, e que as nossas mulheres devem ser suas escravas sexuais, etc., tal como os textos sagrados que eles defendem com unhas e dentes revelam. O que não podemos é permitir que queiram que a nossa sociedade aceite o modo de vida de quem eles consideram o seu profeta: um pedófilo, assassino, violador. Devemos sim ajudar a que fujam, não devemos aceitar as regras de uma sociedade atrasada e opressora dentro das nossas fronteiras em nome da "integração" e da tolerância. Integremos sim, mas não toleremos os crimes que são o seu modo de vida. Integremos obrigando-os a abandonar ideologias que oprimem e são um retrocesso nas conquistas sociais do ocidente. Não podemos tolerar esse retrocesso. Não toleremos a justificação da pedofilia denominada de "casamento", não toleremos a opressão da mulher, não toleremos a homofobia. Não toleremos a violação das nossas liberdades. Integremos, não nos anulemos.

segunda-feira, outubro 19, 2015

Ajudar os nossos: Sem-Abrigo querem apoio semelhante ao dos refugiados

Nas notícias de hoje: apesar de compreenderem que o Estado preste apoio aos refugiados, as pessoas sem-abrigo de Lisboa dizem que o Governo não se pode esquecer delas.

Para quem afirma "podemos preocupar-nos com uns e com os outros" eu pergunto: "mas estamos a preocupar-nos "com os outros"? Há cerca de 4000 sem-abrigo em Portugal, para quem nunca se encontrou uma resposta social e fomos aceitando isso como uma realidade inultrapassável. Entre as "sopas"e os cobertores que fomos dando, a título individual, "nada mais" podia ser feito. O facto é que agora aparecem, de repente, e no mesmo país, condições para acolher 5000 pessoas, em casas mobiladas, com direito a alimentação, cuidados de saúde, roupa, escola gratuita e tudo pago por "nós" (em nome colectivo). Não me venham com o "ah nunca se preocuparam com os sem-abrigo, e agora usam-nos como desculpa da sua insensibilidade", porque não fazem ideia do que cada um de nós doa, doou ou faz pelos sem-abrigo. E se calhar é quem mais faz que mais confuso fica com o facto de, afinal, haver forma de retirar 5000 pessoas das ruas... desde que não sejam as nossas, desde que não sejam as que já cá estão. (e quem diz isto sobre Portugal, diz sobre todos os países da Europa... em todos os países há sem-abrigo e continua a haver porque "não há solução"... mas há para os "refugiados").

sábado, setembro 05, 2015

6 Perguntas que nos devíamos estar a fazer na questão dos imigrantes ilegais


1- Porquê a Alemanha (e Reino Unido)?

Quem foge de um cenário de guerra procura um cenário de paz. Qualquer país vizinho que estivesse em paz seria o suficiente, talvez até melhor dado que tinham o mesmo estilo de vida, do que a Europa. Caso a Europa fosse o estilo de vida que procuram, qualquer país europeu serviria dado que em qualquer país da Europa se vive muito melhor do que na Síria. Porquê esta insistência em ir para a Alemanha? É uma vontade tão grande que se metem a andar a pé várias centenas de quilómetros, pela autoestrada, com filhos pequenos, só para lá chegar... Porquê? Pode responder-se que querem o melhor e por isso querem o nível de vida da Alemanha, mas não é isso que todos queremos (até alguns alemães)?

2 - Pagam 10 mil euros por pessoa para vir de barco para a Europa, por que não ficam a viver na Turquia com esse dinheiro?

A Turquia também tem leis para protecção de refugiados. Uma vez na Turquia estão num país islâmico, tal como o deles, mas que se encontra em paz, ao contrário do deles. Sendo que pagam 10 mil euros por pessoa para entrar num barco e alguns vêm com mais do que um membro na família, não podemos afirmar que fogem da pobreza. Até para a maioria dos europeus esse valor era difícil de arranjar. Assim sendo, por que não reconstroem a vida, com esses 10/20/30 mil euros, na Turquia?

3 - Se chegam cá pedindo ajuda, afirmando não ter nada, onde arranjaram os 10 mil, ou mais, euros para cá chegar?

10 mil, ou mais, euros não é um valor fácil de arranjar, nem para a maioria dos Europeus. Não devíamos também questionar isso?

4 - Por que é que dois terços dos refugiados são homens?

Não acham estranho que as mulheres e crianças representem apenas um terço de todos os que nos entram pelas fronteiras? Não deveria ser exactamente o contrário? A guerra na Síria é mais penalizadora para mulheres e crianças.

5 - Não deveríamos estar a tratá-los como imigrantes ilegais em vez de refugiados?

Obviamente que não chegam cá directamente da Síria, passam por pelo menos um país antes de colocarem os pés na Europa. Sendo imigrantes ilegais na Europa, não devemos enviá-los para a Turquia para que peçam asilo nesse país e chegarmos a acordos mundiais para aliviar a Turquia, em vez de estarmos a abrir as nossas portas a quem já não está a fugir da guerra, tendo em conta que também na Europa há sem-abrigo e pobreza?

6 - Por que é que os mais ricos países Árabes não os estão a receber?

Falamos de uma crise humanitária. Fazemos a Europa sentir a culpa por não fazer mais e, no entanto, poucos questionam por que é que os países com as mesmas leis e a mesma religião mas com boa qualidade de vida e sem qualquer problema financeiro (como aqueles que a Europa atravessa), não estão a acolher estes refugiados. Talvez esta seja a resposta a esta pergunta (provavelmente a todas as anteriores).


quinta-feira, setembro 03, 2015

Não é de agora....

Há meses que circulam notícias sobre barcos que afundam no mediterrâneo, nos quais morrem diversas centenas de pessoas entre as mesmas várias crianças. Todos sabemos que isso acontece. Agora aparece a imagem de uma dessas crianças à beira mar e fica tudo muito chocado. O que acham que significam as palavras nas notícias "entre elas X crianças"? Caramba. Sim, meus amigos, está a acontecer. Não é de agora.
À pergunta: "como é que o mundo não faz nada?" - Acham que o mundo está a fazer pouco, nomeadamente a Europa? Que mais se pode fazer? Já se mandaram para lá tropas. Os mesmos que agora acusam que o mundo não faz nada, criticam o facto de se terem mandado as tropas. Há também no local ajuda humanitária (pessoas que arriscam a vida para ajudar). Andam barcos no mar para salvar quem para cá foge (e nem todos são crianças, nem todos são inocentes), andam os países a decidir quotas para enfiar imensa gente, sem sabermos quem, nos nossos países (e nem todos são crianças, nem todos são inocentes), e acham que não se faz nada? Sim, com crianças custa mais. E sim, pena tenho que não se possa agarrar em TODAS as crianças de TODOS os países muçulmanos e traze-las para cá para os livrar daquela mentalidade. Para livrar os meninos de serem treinados terroristas a partir dos 5 anos de idade, ensinados no ódio ao ocidente (para onde depois "fogem") e para livrar as meninas de se tornarem "esposas" (leia-se escravas sexuais e parideiras) a partir dos 7 ou 8, tornando-se um ser sem direitos a mando e desmando de quem se diz seu marido. Mas não podemos, pois não? Não é possível e, provavelmente, vai contra os "direitos humanos". Safamos o que podemos, os que tentam vir, e correndo muitos riscos ao safar adultos que, pelo Corão, através dos ensinamentos do seu profeta, foram ensinados a odiar as pessoas a quem pedem ajuda.