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| Imperciunante, pá! |
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
domingo, dezembro 21, 2014
sábado, dezembro 20, 2014
Qual é o medo das privatizações? Tanto medo de quê? As empresas não continuam a funcionar? Olhem o exemplo dos Estaleiros de Viana: não só continuaram como estão a dar lucro, quando antes davam despesa. Qual o medo, afinal? Alguém me explica?

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A festa socialista no seu melhor. Pode ler-se no Diário de Notícias:
"Mais de metade das receitas das empresas de Santos Silva vêm de câmaras PS e da Parque Escolar
Maioria dos contratos foi feita por ajuste directo, sobretudo no Interior. Nenhum com a Câmara de Lisboa.
Quatro empresas do amigo de José Sócrates arguido no âmbito da Operação Marquês encaixaram 12,8 milhões de euros em 127 contratos celebrados por ajuste directo, 52 por concurso público e dois por concursos limitados. A maioria das autarquias que fizeram negócio com as empresas de Santos Silva é do Interior. Parque Escolar e câmaras socialistas foram responsáveis por 52,6% do valor dos contratos (7,87 milhões de euros), autarquias PSD somam 8,62% e as do PCP 5,84%. Os dados são do portal Base - plataforma criada em 2008 que publicita a contratação pública.
Carlos Santos Silva encontra-se em prisão preventiva por suspeitas de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção. De acordo com o Económico, o Ministério Público está a analisar os contratos entre entidades públicas e as empresas do amigo de José Sócrates. Foram, precisamente, essas adjudicações que o DN foi analisar, centrando a pesquisa naquelas em que Santos Silva é accionista ou sócio-gerente. Desde 2009 à actualidade."
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"Se Sócrates não fosse quem é, não estaria preso"
Afirma o advogado da pessoa que é quem é... e eu concordo "traduzindo" a frase destas formas:
Se o Sócrates não fosse ladrão, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse corrupto, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse capaz de ir para casa e destruir as provas que o incriminam, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse criminoso, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse mentiroso, não estaria preso
...
Convido os meus leitores a fazerem outras "traduções" da frase acima.
Afirma o advogado da pessoa que é quem é... e eu concordo "traduzindo" a frase destas formas:
Se o Sócrates não fosse ladrão, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse corrupto, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse capaz de ir para casa e destruir as provas que o incriminam, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse criminoso, não estaria preso
Se o Sócrates não fosse mentiroso, não estaria preso
...
Convido os meus leitores a fazerem outras "traduções" da frase acima.

Foram encontrados cogumelos alucinogénios nos jardins do Palácio de Buckingham
Quando confrontada com o facto Sua Majestade, a Rainha, riu-se e afirmou:
- ah! não sei de nada desses cogumelos! e aqui o meu amigo duende confirma que também nunca os viu. Agora por favor retirem-se porque vou dar um passeio no meu cavalo alado.
Quando confrontada com o facto Sua Majestade, a Rainha, riu-se e afirmou:
- ah! não sei de nada desses cogumelos! e aqui o meu amigo duende confirma que também nunca os viu. Agora por favor retirem-se porque vou dar um passeio no meu cavalo alado.

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A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO? - Por Hugo Evangelista – Biólogo
Um dos argumentos frequentemente mencionados em debates sobre touradas é o da importância em manter a espécie do touro bravo. Os proprietários das ganadarias mantêm os touros nos seus terrenos, não porque tenham uma grande consciência ecológica e ambiental, mas porque daí retiram dinheiro. Muito dinheiro. No dia em que os touros deixarem de ser vendidos a 2000 euros cada (sem contar com chorudos subsídios europeus), cerca de 2600 animais por ano (DN,2007), os proprietários das ganadarias rapidamente se esquecerão de qualquer importância ecológica ou da biodiversidade do touro bravo. É esta a principal, senão a única, verdadeira razão para a continuação das touradas no nosso país -um forte interesse económico de um pequeno grupo de pessoas. É claro que, para desculpar o indesculpável, atiram para os olhos o argumento de se querer proteger uma espécie. Mas nem o touro bravo é uma espécie, porque é sim uma raça ou subespécie, nem a extinção desta raça é irremediável e obrigatória quando as touradas acabarem. A extinção desta raça não é irremediável porque nada impede a criação de parques naturais, santuários ou outras soluções viáveis para a conservação destes animais. O que não pode nunca acontecer é justificarmos a crueldade para com uma animal para o poder "conservar". Cabe na cabeça de alguém que a conservação do panda passe por lhe espetar bandarilhas no dorso? Que o repovoamento do lince ibérico na Península Ibérica passe por lhe cortar as orelhas e rabo? A conservação de espécies / raças, não é argumento para continuar as touradas. É um papel que tem de ser assumido pelos portugueses e pelo Estado e não por empresas que da exploração desses animais retiram avultados lucros. Existe outro argumento frequente, que é o da conservação dos ecossistemas, mas este é ainda mais frágil. É que estamos a falar de um animal totalmente domesticado, que só existe por selecção artificial de características de interesse, que no caso do touro bravo é essencialmente a bravura. Ou seja, o touro bravo não existe no campo por estar em total equilíbrio e conjugação com a Natureza. Está lá porque os ganadeiros assim o fizeram e ali o colocaram. Isto significa que um touro bravo é, no mínimo, um elemento supérfluo na manutenção dos montados portugueses. Voltamos então ao único argumento de peso para a manutenção das touradas. Os interesses económicos. Interesses esses que vivem de um espectáculo que promove a ideia de que existe justiça e igualdade em colocar um animal num local estranho e com regras definidas pelos humanos; que coloca animais numa luta que estes não desejam mas são forçados a entrar; que vive da diabolização da imagem de um herbívoro territorial e faz disso um espectáculo de entretenimento. É vital rejeitarmos esta visão subversiva da realidade. É preciso dizer que a tourada não é uma fatalidade e que podemos acabar com uma das formas mais indignas e desumanas de tratamento dos animais da actualidade. O caso muito recente de Viana do Castelo dá-nos força e entusiasmo. É vital agora a maioria silenciosa que se opõe às touradas mostrar o seu descontentamento, de forma pró-activa e com um único compromisso: o respeito pelos animais e pela Natureza.
sexta-feira, dezembro 19, 2014
O enigma do Zé
Não é fácil ser criança...
Acho que hoje se exige demasiado das crianças. A sociedade evoluiu de um modo que não permite às crianças serem, simplesmente, crianças. Desde, pelo menos, os 3 anos (muitos antes), os miúdos têm de saber estar em sociedade, em grupo. Têm regras e momentos para brincar. Antigamente todos os momentos eram para brincar e depois havia alguns, poucos, durante os quais tínhamos de obedecer a regras. Fora isso o mundo era nosso. Tínhamos a liberdade de andar na rua, ninguém se preocupava. Hoje pensamos nisso como uma grande irresponsabilidade dos adultos da altura: deixarem as crianças andar sozinhas na rua, mas a verdade é que se crescia assim, se vivia. Podíamos fazer os nossos disparates sem ter logo a voz de um adulto a impedir. Hoje não. Hoje os miúdos estão confinados, desde os 3 anos (muitos antes) a salas com outros miúdos e a serem vigiados pelos adultos. São vigiados quase 24 horas por dia e não lhes são permitidas falhas. Na escola são avaliados desde a pré-escolar e, se o menino se "atrasa", de acordo com os padrões definidos pela sociedade, a saber vestir, comer, lavar os dentes, escrever, etc. lá vão os pais saber, lá se "persegue" o menino até ele saber aquilo que nós, adultos, definimos como normal.
Depois queixamo-nos que eles são respondões, que têm um estado de espírito diferente daquele que nós tínhamos. Pudera!!! Por um lado exigimos que tenham o espírito conformado e feliz das crianças, por outro exigimos que se comportem como adultos, e forçamo-los a saber, já, coisas que, eles, particularmente, podem não estar preparados para apreender, só porque assim foi instituído, assim é normal. E os pais, mesmo que não gostem que assim seja, não têm grande alternativa. Ou emigram para um país "não civilizado", ou um "mais civilizado", onde ainda se deixa as crianças serem crianças e as pessoas serem indivíduos únicos, ou são obrigados a alinhar, porque a escola assim os formata e porque, caso não aceitem a "formatação", são excluídos, colocados de parte, maus alunos, enviados para psicólogos...
Não deve ser nada fácil ser criança nos dias de hoje...
quinta-feira, dezembro 18, 2014
Carro Flutuante... fantástico!
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Infelizmente ainda vivemos numa sociedade muito preconceituosa... é um que diz que aos 50 o sexo não é importante e outra que acha que este se põe a jeito... enfim... belos juízes temos! estamos bem entregues.
GOUCHA PROCESSA ESTADO PORTUGUÊS (link para a notícia)

GOUCHA PROCESSA ESTADO PORTUGUÊS (link para a notícia)
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O charme dos pobrezinhos...
Ouvia hoje gente "refilar" porque, em breve, Cuba deixa de ser "genuína" para passar a ser "americanizada". Que, em breve, passam a ter o mcdonalds e depois deixa de valer a pena ir visitar o país. Que o povo agora é feliz com o que tem. Que visitaram o país e entraram em casas das pessoas e eles "são felizes assim". À pergunta: mas têm o suficiente? respondem: "não, mas são felizes assim" e depois vão começar a ver coisas "melhores" e a desejá-las e tornam-se infelizes. Pois, eu respondo: É muito fácil sentirmo-nos fascinados pela pobreza alheia e depois voltarmos aos nossos países cheios dos "horríveis" confortos. Quando a pobreza não é nossa é fácil afirmar que "eles" são felizes. Realmente se vocês gostam de ir visitar o "charme da pobreza", o melhor é visitarem Cuba o quanto antes... há o risco de modernizarem e aumentarem a qualidade de vida e isso, para certas mentes e certos "turistas", perde a piada.
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Estado, qual Estado?
Parece o sketch dos Gato Fedorento sobre o Prof. Marcelo e o aborto....Ferro Rodrigues, na SIC Notícias sobre a TAP:
- "O Estado pode recapitalizar a TAP sem recurso a dinheiro nem prejuízo dos contribuintes"
- "Como?" (perguntou o jornalista)
- "Através de uma injecção de capital por parte da Caixa Geral de Depósitos"
- "E onde vai a CGD buscar esse dinheiro que manifestamente não tem?"
- Resposta de Ferro Rodrigues "Ao Estado!"
Não fosse uma coisa séria e dava para rir um bocado com este raciocínio...

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Os sindicatos da Tap fizeram uma série de exigências para garantirem que a greve ia continuar ou que, se fossem aceites, o preço da empresa ia descer até ao ponto de ser "oferecida"... Estratégias...
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Revelo com orgulho que não partilhei nenhuma... algumas nem cheguei a ver...
Rumor nº1 - Publique isto no seu mural e as suas fotos estão seguras

A garantia foi tomada como real por muitos, que se apressaram a copiar o texto, com suposta validade legal, acreditando garantir assim os direitos a todas as suas imagens, vídeos ou textos.
Rumor nº2 - Macaulay Culkin morreu

O boato foi lançado por uma página falsa de homenagem à estrela de Sozinho em Casa e não tardou a tornar-se viral.
Rumor nº3 - Betty White morreu

Todos os anos, as redes sociais matam umas quantas celebridades. A notícia falsa da morte da atriz nonagenária, posta a circular pelo site satírico Empire News, foi partilhada mais de 2 milhões de vezes como sendo real. De notar que o título original era "Actress Betty White Dyes Peacefully In Her Los Angeles Home". E "dye" significa pintar e não morrer ("die").
Rumor nº4 - Carregar iPhone no microondas
O falso anúncio da Apple surgiu este outono, alegando a existência de uma nova forma de carregar a bateria dos iPhones: aquecê-los no microondas... Ainda se viram fotos de utilizadores a mostrar o estado em que ficaram os aparelhos, mas não foi possível confirmar a autenticidade de nenhuma.
Rumor nº5 - Plutão é novamente um planeta
Este surgiu na sequência de um evento no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics quando três físicos debateram a possibilidade de manter Plutão como planeta e pediram a opinião à assistência - o "sim" ganhou incontestavelmente, dando origem a notícias como "O povo falou: Plutão é um planeta".
Rumor nº6 - O Facebook vai começar a cobrar aos utilizadores
Boato quase tão antigo como o próprio Facebook, continua a aparecer ciclicamente e 2014 não foi exceção. Em setembro foi partilhada 2,3 milhões de vezes a "notícia" de que a rede social passaria a cobrar cerca de 2,5 euros por mês aos utilizadores.
Rumor nº7 - Bansky foi detido
Mais uma mentira de um site satírico, o The National Report, que lançou o boato quando Bansky andou por Nova Iorque.
Rumor nº8 - Cascas de limão destroem o cancro
Esta foi apenas um das muitas alegações infundadas postas a circular pelo site Natural News, que acabam por se tornar virais nas redes sociais.
Rumor nº9 - O 11 de Setembro nunca aconteceu
O rumor começou com um vídeo que alegadamente mostrava que as torres do World Trade Center não tinham, afinal, sido atingidas por nenhum avião. O artigo foi partilhado centenas de milhares de vezes.
Rumor nº10 - Este foi o polícia que matou Michael Brown

Nas semanas que se seguiram à morte de Michael Brown, o jovem negro e desarmado abatido a tiro por um polícia, em Ferguson, Missouri, surgiu na Internet uma foto que alegadamente mostrava o agente em causa, Darren Wilson, depois de lutar com Brown. A imagem era, afinal, datada de 2006 e mostrava o motociclista Jim McNeil, no hospital, depois de um acidente.
Rumor nº11 - O criminoso sexy tornou-se modelo

Nesta caíram até alguns meios de comunicação social. Semanas depois de a foto de Jeremy Meeks se tornar viral, circulou a informação de que tinha assinado um contrato no valor de 24 mil euros no mundo da moda.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/11-rumores-que-circularam-no-facebook-em-2014=f804396#ixzz3MF5ds2Oi
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A política e o futebol
Parte do mal deste estado adormecido e de ignorância em que o português anda relativamente à política é o facto de ninguém gostar de política e ninguém ligar à política porque, dois assuntos tabu entre amigos e conhecidos são a política e o futebol.
Ora, quando se liga a política na mesma frase com o futebol, isso cria, na cabeça das pessoas a ideia que simpatizar e votar num partido político é a mesma coisa que ser adepto de um qualquer clube de futebol. Eu sou benfiquista e, por muita merda que o meu clube faça vou continuar a ser benfiquista. Mesmo que o meu clube descesse para a 2ª divisão, eu continuava a ser benfiquista.
Já com os partidos, se eu votar PS e o PS fizer merda eu, para a próxima não voto no PS, voto noutro qualquer, seja ele o PSD o CDS, o PCP, o PPM, o BE ou um dos pequenotes e no qual eu acredite, porque a política tem essa parte do acreditar naquilo que nos dizem e ninguém tem o direito de criticar o outro por acreditar em coisas diferentes. Não temos o direito de critcar, mas um debate esclarecido entre pessoas sobre as diferentes políticas seguidas pelos diversos partidos, as comparações do que tem resultado lá fora e do que tem falhado lá fora e cá dentro, só faziam bem à população em geral. Mas as pessoas não querem saber. De 4 em 4 anos lá vão colocar uma cruzinha, umas sendo sempre fieis ao seu "clube" outras saltitanto, quais borboletas entre dois que são sempre os mesmos.
Hoje estamos mal, muito mal. Já estivemos pior, por muito que esta realidade custe a uns quantos "bota-abaixo". A culpa podemos colocá-la em todos os partidos que nos (des)governaram desde o 25 de Abril e, nesse caso, culpem também a constituição da republica portuguesa que permite certos abusos.
(Excerto de texto publicado originalmente em Março de 2011 no facebook, adaptado)
quarta-feira, dezembro 17, 2014
As velhinhas inglesas por Alice Vieira
Depois da família real e dos polícias, as velhinhas são uma instituição inglesa. Nenhum país tem velhinhas como as inglesas. As francesas são terríveis, espiando--nos debaixo dos seus chapelinhos cinzentos. As nossas enchem autocarros e urgências de hospitais só a falar de doenças, ou deixam-se enganar por qualquer caramelo que lhes bata à porta a prometer fortunas se elas lhes passarem para as mãos as economias guardadas no colchão.
As inglesas, não.
Agatha Christie olhou-se ao espelho e depois olhou à sua volta, e percebeu logo que o poder estava nelas.
Miss Marple, entre duas carreiras de meia e liga, ou entre duas chávenas de Earl Gray, sorri para nós, "oh dear, oh dear!", e diz-nos, na sua voz mansa, quem matou o diplomata, ou o vizinho de cima, ou a estrela de cinema. E descobrimos que estava tudo diante dos nossos olhos, ela nem sequer faz caixinha, como o antipático do Poirot, que descobre tudo só porque tem elementos que nós não temos... Homens... (E belgas...)
Desde então, as velhinhas inglesas têm sido tema de livros, filmes, séries, etc.. Quem não se lembra da extraordinária Mrs. Wilberforce, de "O quinteto era de cordas", que, entre velhas amigas , scones, e Mozart, deita por terra o projecto de cinco assassinos encartados.
Um encanto, as velhinhas.
Só que, até mesmo em Inglaterra, a tradição já não vai sendo exactamente o que era..
E quando aqueles seis gatunos de meia tigela, em Northampton, se lembraram de assaltar uma joalharia - uma velhinha apareceu.
Vestida de vermelho - mas velhinha.
Só que, de repente, sem a doçura de Miss Marple ou o sorriso de Mrs. Wilberforce, vá de se meter ao estalo, ao soco e ao murro a todos eles, com uma das mais mortíferas armas que uma velhinha pode usar: a mala de mão.
Os ladrões foram apanhados - e ainda agora devem estar a tentar perceber como é que, de um momento para o outro, as velhinhas inglesas ficaram tão diferentes.
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