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terça-feira, março 05, 2019

"Sucesso do Comunismo"... Só que não...

Brilhante! Eu cá acho que foi tudo programado! Afinal representou fielmente a realidade:. Começou bem, encalhou a meio, o líder perdeu o encanto e ainda atrasou os restantes...




sexta-feira, março 06, 2015

E como ficam estas diferenças agora?

No Brasil, por disposição do Formulário Ortográfico de 1943, as consoantes etimológicas finais de sílaba (implosivas), quando não articuladas - ou seja, quando «mudas» - deixaram de se escrever. Em Portugal, no entanto, em conformidade com o texto do Acordo de 1945, continuaram a ser grafadas sempre que se seguem às vogais átonas a (aberta), e ou o (semi-abertas), como forma de indicar a abertura dessas vogais. Por uma razão de coerência, mantêm-se tais consoantes em sílaba tónica nas palavras pertencentes à mesma família ou flexão.
Essa forma de distinguir, no português europeu, as pretónicas abertas e semi-abertas, não se justifica no português do Brasil em cuja pronúncia-padrão não há pretónicas reduzidas tendo-se as vogais nesta posição neutralizado num a aberto e num e ou num o semifechados. Daí escrever-se em Portugal: acto, acção, accionar, accionista, baptismo, baptizar, director, correcto, correcção, óptimo, optimismo, adoptar; e no Brasil: ato, ação, acionar, acionista, batismo, batizar, diretor, correto, correção, ótimo, otimismo, adotar, adoção.
[...]
Finalmente há casos em que se verifica uma oscilação em ambas as variantes do português e nos quais a ortografia brasileira (e não a portuguesa) admite grafias duplas: aspecto / aspeto, dactiloggrafia / datilografia,  infecção / infeção, etc.


In NOVA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS CONTEMPORÂNEO de Celson Cunha e Lindley Cintra

segunda-feira, janeiro 05, 2015

Quando me queixo dos nossos ladrões, lembram-me destes que ainda são piores...

Leio esta notícia:

“Ele é o meu candidato, sempre foi. Não tem essa discussão no PT. Quem está no coração da militância do PT é Lula. Eu não tenho essa pretensão e não está no meu horizonte” 


E relembro esta situação:

Jornalista mostra crimes de Lula e o desafia a devolver o dinheiro do povo brasileiro

E relembro também estaNota Oficial dos Partidos de Oposição ao Desgoverno do PT.
As revelações feitas pela revista Veja, no fim de semana, sobre o possível  envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no comando do escândalo  que hoje conhecemos como “MENSALÃO”, exigem explicações imediatas e a apuração  por todos os meios legais.
Por isso mesmo é que estranhamos o silêncio  ensurdecedor do ex-presidente Lula, que deveria ser o maior interessado em  prestar esclarecimentos sobre fatos que o envolvem diretamente. Já não surte  mais efeito, especialmente depois que o Supremo Tribunal Federal comprovou a  existência do MENSALÃO e já condena mensaleiros, a tese defendida pelo PT, de  que tudo não passava de uma farsa montada pela imprensa e pela oposição para  derrubar o governo Lula.
O ex-presidente já não está mais no comando do país,  mas nem por isso pode se eximir das responsabilidades dos oito anos em que  governou o Brasil, ainda mais quando há suspeitas que pesam sobre o seu  comportamento no maior escândalo de corrupção da história da República.
A  gravidade das revelações da revista Veja impõe que ela torne públicos os  elementos que sustentam a matéria “Os segredos de Marcos Valério”. A oposição  fará a sua parte e encerrado o julgamento em curso no STF cobrará a investigação  dos fatos ao Ministério Público.
Os brasileiros exigem que o ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva venha a público prestar esclarecimentos em nome da  responsabilidade do cargo que ocupou.
Brasília, 18 de setembro de 2012.
Assinam: Deputado Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB Senador José  Agripino Maia (RN), presidente nacional do Democratas Deputado Roberto Freire  (SP), presidente nacional do PPS.

Espero que o povo brasileiro demonstre mais inteligência do que até aqui em 2018... infelizmente ainda vão ter mais uns anitos de PT a arruinar o país... porque "combater a pobreza" com dinheiro "falso" e artimanhas qualquer um consegue. Manter ladrões no poder porque fazem promessas e "distribuem" dinheiro é arruinar o futuro do país, dos vossos filhos, dos vossos netos... os ladrões estão aí, a gozar convosco e a viver às vossas custas porque a maioria vota neles...





segunda-feira, dezembro 22, 2014

A desistência da Língua


Por Inês Pedrosa: 


Numa das últimas vezes em que escrevi um artigo contra o chamado Acordo Ortográfico, um amigo aconselhou-me a abandonar o assunto porque, estando já prestes a entrar em vigor no Brasil, seria inútil contestá-lo. Acrescentou que a não-adesão criaria problemas económicos a Portugal.

Este modelo argumentativo diz muito sobre o tempo em que vivemos: os espertos são os que seguem o rebanho e desistem de pensar pela própria cabeça, para não levantar ondas. Em caso de resistência, apela-se ao incontestável Deus da Economia, que suspende qualquer explicação.

Sucede que aquilo a que se convencionou chamar Acordo Ortográfico é uma fraude, porque:

a) Não estabelece nenhum acordo (a palavra recepção continuará a escrever-se com 'p' no Brasil e perde o 'p' em Portugal, porque o fundamento da ortografia passa a ser a pronúncia - e ainda por cima o texto refere a “pronúncia culta”, o que agrava o patético do tema);

b) Confunde os utilizadores, dado que a etimologia das palavras, que esclarecia as dúvidas, deixa de se aplicar. Sintoma de uma época que despreza a memória e vive em esquecimento acelerado, este 'acordo' ignora voluntariamente a história e o trajecto da Língua. É mais um passo no caminho do desprezo pela riqueza e pela força da Língua Portuguesa.

Em L'identité malhereuse, o ensaísta francês Alain Finkielkraut reflecte, entre outras coisas, sobre a justificação da ministra do Ensino Superior francês para criar, em 2013, cursos em inglês.
Dizia ela: “Se não autorizarmos cursos em inglês, não atrairemos estudantes dos países emergentes, como a Coreia do Sul ou a Índia”.
Conclui Finkielkraut: “Reina portanto o funcionalismo, que conduz à uniformidade. Assim que o verbo esteja reduzido a veículo, a meio de informação e de comunicação, toda a gente virá buscar o mais confortável (…). Para o novo regime semântico, a forma não conta para nada, só o sentido faz sentido” (tradução minha, porque infelizmente Portugal traduz cada vez menos livros de ensaio, e menos ainda de pensadores contra-corrente, como é o caso deste).
O fascínio supostamente economicista pela língua inglesa está também em franco crescimento nas universidades portuguesas, que julgam ser esse o caminho da internacionalização, do cosmopolitismo, do dinheiro e da glória.
Basta olhar para o desaparecimento veloz da língua e da cultura francesas em Portugal para perceber o resultado desastroso dessa cedência à Língua Imperial (o inglês).

A anulação de uma língua representa a desistência da cultura que ela veicula - não só o apagamento exterior da sua literatura (o que já não é pouco, porque a língua portuguesa sempre se distinguiu pela sua produção literária), como do cinema, do teatro e da música.

Em vez de cuidar do reforço do ensino da Língua no mundo, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa tem passado as últimas décadas entretida com um acordo impossível.

Devia olhar para os ingleses e americanos, ou para os espanhóis e para a América hispânica, e meditar sobre como conseguiram eles que as suas duas línguas dominassem o mundo. Não foi com protocolos burocráticos sobre minhoquices ortográficas. Dedicaram-se, pelo contrário, a investir no que interessa e rende: a universalização da Língua.

Artigo publicado no SOL (carregar aqui, ou no título, para aceder ao link original) 

sábado, dezembro 20, 2014

quarta-feira, dezembro 17, 2014

Se as caravelas das Descobertas funcionassem como os voos da TAP, tínhamos chegado ao Brasil lá para 1600!


sexta-feira, dezembro 12, 2014

Vacas, política e parvoíce... (é velhinha mas está sempre a ser actualizada ;) )


FEUDALISMO: Tens duas vacas. O teu senhorio fica com a maior parte do leite.

SOCIALISMO: Tens duas vacas. O governo pega nelas e mete-as num celeiro com as vacas de toda a gente. São tratadas por ex-tratadores de galinhas. Tens que tratar das galinhas que o governo tirou aos tratadores de galinhas. O governo dá-te o leite e os ovos que a legislação diz que precisas.

FASCISMO: Tens duas vacas. O governo fica com elas, contrata-te para tratar delas e vende-te o leite.

COMUNISMO: Tens duas vacas. O governo nacionaliza as vacas e contrata 300 pessoas para tratar das duas vacas proclamando uma taxa de emprego de 100%. Divide o leite das duas vacas pelas 300 pessoas, afirma que todos têm o que precisam e mata o fulano que revelou os números reais ao resto do mundo.

DITADURA MILITAR: Tens duas vacas. O governo fica com elas e recruta-te para o exército.

DEMOCRACIA DIRECTA: Tens duas vacas. Todos decidem quem fica com o leite.

DEMOCRACIA REPRESENTATIVA: Tens duas vacas. Todos elegem alguém para decidir quem fica com o leite.

BUROCRACIA: Tens duas vacas. O governo começa por regulamentar o que lhes podes dar de comer e quando as podes ordenhar. Depois paga-te para não as ordenhares, em seguida tira-te as duas, mata uma, ordenha a outra e deita o leite pelo cano abaixo. Finalmente obriga-te a preencher papelada a pedir satisfações pelas vacas desaparecidas.

ANARQUIA: Tens duas vacas. O teu vizinho mata uma e rouba a outra.

CAPITALISMO: Tens duas vacas. Vendes uma e compras um boi. Eles multiplicam-se , e a economia cresce. Vendes a manada e aposentas-te.

CAPITALISMO SELVAGEM: Tens duas vacas. Vendes uma e forças a outra a produzir o leite de quatro vacas. Ficas surpreendido quando ela morre.

NACIONAL SOCIALISMO - Tens duas vacas. O governo mata-te e fica com elas.

JAPÃO: Tens duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois crias desenhinhos de vacas chamados Vaquimon que vendes por todo o mundo.

ESPANHA: Tens duas vacas. Não sabes por onde elas andam. Vais fazer a sesta.

ITÁLIA: Tens duas vacas. A máfia mata uma e cobra-te para manter a outra segura.

EUA: Tens uma vaca mas dizes a toda a gente que tens duas.

IRAQUE: Tinhas duas vacas. Os americanos mataram-nas com uma bomba, mas por engano. Mas dizem que agora és uma democracia.

REINO UNIDO: Tens duas vacas. As duas são loucas.

HOLANDA: Tens duas vacas. Elas vivem juntas, em união de facto, não gostam de bois e está tudo bem.

ALEMANHA: Tens duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que tu querias mesmo era criar porcos.

RÚSSIA: Tens duas vacas. Contas e vês que tens cinco. Contas de novo e vês que tens 42. Contas de novo e vês que tens 12 vacas. Paras de contar e abres outra garrafa de vodka.

SUÍÇA: Tens tem 500 vacas, mas nenhuma é tua. Tu cobras para guardar as vacas dos outros.

BRASIL: Tens duas vacas. Fazes greve porque a tua manada não cresce...

ÍNDIA: Tens duas vacas. Ai de quem tocar nelas!

PORTUGAL: 
Tens duas vacas. O governo fica com uma para dar a quem não tem nenhuma e, em seguida, cria O IVVA- Imposto de Valor Vacuum Acrescentado.
Um fiscal vem e multa-te porque, embora tu tenhas pago correctamente o IVVA, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
O Ministério das Finanças, por meio de dados também presumidos do teu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que tenhas 200 vacas.
E para te livrares do sarilho, dás a vaca que resta ao inspector das finanças para que ele feche os olhos e dê um jeitinho. Como ficas sem vacas o governo dá-te o leite que pede emprestado aos Alemães...

SURREALISMO: Tens duas girafas. O governo pede-te que aprendas a tocar harmónica.

FACEBOOK: Tens duas vacas e partilhas fotos delas com toda a gente. Os teus amigos comentam a afimar que tens umas vacas giríssimas e partilham fotos dos porcos deles. Todos parecem felizes.

TWITTER: Tens duas vacas. As tuas vacas têm 1000 seguidores.

TUMBLR: Tens duas vacas. Queres que elas tenham uma relação. Fazes GIFs, desenhos e escreves histórias sobre como elas são queridas juntas. Gritas que adoras as tuas vacas e zangas-te com qualquer pessoa que afirme que as vacas na verdade querem é um boi.