Uma PETIÇÃO ONLINE pede os mesmos direitos para os moradores na zona Oeste (também distrito de Lisboa) que dão aos da Área Metropolitana de Lisboa. Passes a 40 euros para todos! Se quiserem assinar está AQUI.
Parte do texto da petição:
«Não será correto que as pessoas que estão na AML sejam beneficiadas e aquelas que, não estão na AML, mas vão para Lisboa, sejam prejudicadas.
Atualmente, um residente de Arruda dos Vinhos, a 35 quilómetros e 40 minutos da capital, paga 138,50 euros por um passe mensal combinado para Lisboa (autocarro/metro/carris). De Alenquer ou Sobral de Monte Agraço, a 45 quilómetros ou a 45 minutos de Lisboa, o mesmo passe custa 160,70 euros. O passe sobe para 165 euros, de Torres Vedras (a 45 minutos ou a 50 quilómetros de Lisboa), para 183,50, da Lourinhã (uma hora ou 70 quilómetros de Lisboa), para 186,50. Sendo que, todos estes concelhos pertencem ao distrito de Lisboa.
É neste sentido que segue a presente petição: que os residentes do Oeste, uma vez que pertencem ao distrito de Lisboa, sejam integrados na Área Metropolitana de Lisboa.»
"Explain again how sheep's bladders may be employed to prevent earthquakes."
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quarta-feira, março 27, 2019
Residentes do Oeste querem passes iguais aos da área metropolitana de Lisboa
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quarta-feira, abril 06, 2016
O politicamente correcto e o fim da sociedade ocidental
Entre 1970 e 2010 alcançámos, em geral e no ocidente, democracia, direitos iguais perante a lei para mulheres e homens, negros (não brancos) e brancos, nacionais e imigrantes. Todos têm direitos iguais. Mas as mulheres acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos homens. Os negros acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos brancos. E os imigrantes acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos nacionais e impor uma cultura que não é deles.
Alguns começaram a reclamar contra essa exigência das mulheres, a esses basta chamar fascistas e machistas e eles vão-se calando. Outros começaram a reclamar dessa exigência dos negros (não brancos). Basta gritar "racista" e eles calam-se. E houve os que começaram a reclamar contra essa exigência dos imigrantes. Basta gritar "xenófobo" e eles calam-se.Eles calam-se e aquela igualdade conseguida vai-se perdendo. E as "minorias" oprimidas voltam. Voltam mas não são as mesmas, são as que antes eram consideradas opressoras. Pior, passam a ser minorias oprimidas que continuam a ser intituladas de opressoras. E a culpa, de um passado que não foi deles, lá está a assombrar qualquer reacção à injustiça de que agora são vítimas. Vítimas de uma intolerância que se disfarça de justiça e democracia.
Hoje é melhor ser mulher do que homem. É melhor ser negro do que branco. É melhor ser imigrante que nacional. O homem, o branco e o nacional tem todas as obrigações e são acusados de todas as injustiças.
Mas as vozes "intolerantes" levantam-se cada vez mais e ganham cada vez mais simpatizantes. Apesar disso, aqueles que defendem a culpa do homem, do branco, do nacional, não entendem e acham que essas vozes aparecem do nada e por razão nenhuma. Ou que a razão de aparecer é da culpa que os homens, os brancos e os nacionais sempre irão carregar consigo. Continuam a achar-se oprimidos e a achar os que têm uma opinião diferente os opressores. Não entendem que a popularidade dos discursos da Marine Le Pen sobre a "insegurança dos franceses", ou do Donald Trump sobre "fazer a América novamente grande", se deve ao facto de cada vez mais e mais gente originária desses países se sentir oprimida por quem vem de fora, por cada vez mais homens se sentirem atacados nos seus direitos e cada vez mais brancos se sentirem cansados de serem o saco de pancada contra o qual se atiram todas as culpas dos males que assolam o mundo.
E creio que quando se aperceberem é demasiado tarde e não vamos conseguir salvar as liberdades, direitos e a igualdade alcançados nestes últimos 40 anos.
domingo, outubro 25, 2015
Igualdade de género nos salários, nem que seja por decreto... Porquê?
De modo geral, ou seja, "misturando tudo", as mulheres recebem menos 19% do que os homens e os britânicos (e, infelizmente, não só) querem, por decreto, mudar isso.
Tendo em conta que as profissões mais bem pagas (como directores administrativos, engenheiros, pilotos comerciais, etc.), necessitam de licenciaturas e cursos para os quais poucas mulheres concorrem (por exemplo, as faculdades de economia, gestão e finanças têm cerca de 30% de mulheres, se formos às de engenharia o número decresce para menos de 20% e para piloto comercial encontramos apenas 6% de mulheres), como podemos exigir que, na generalidade, as mulheres recebam o mesmo que os homens? Das quatro uma: Ou baixamos o ordenado das profissões mais bem pagas, ou subimos os ordenados de secretárias e outras profissões escolhidas pelas mulheres, ou obrigamos a quotas de 50% de mulheres nos cursos em questão (nem que para isso "deitemos fora" entre 30 a 50% de pessoas mais interessadas e, provavelmente, com melhor nota), ou obrigamos a quotas nas empresas para os referidos empregos novamente em detrimento de alguém mais capacitado e motivado, só porque tem o órgão sexual errado no meio das pernas.
A mentalidade e a sociedade não se muda por decreto. Quando escolhem o seu percurso académico, as mulheres, tal como os homens, sabem quais as saídas profissionais dos cursos em questão. Escolhem os que escolhem por paixão, por motivação, pelo que for. Os homens, na generalidade, são mais ambiciosos, gostam de coisas práticas e de solucionar problemas. As mulheres não olham para o ordenado da profissão que escolhem. Vão, especialmente, para cursos como o ensino e a medicina (este talvez o mais bem pago das profissões mais femininas) e, mesmo na medicina, encontramo-las mais na enfermagem que na medicina (onde os homens ainda são mais, mas por pouco tempo)
porque preferem servir, ser úteis, ajudar. Elas escolhem profissões, mais "humanas", mais "humanitárias", onde se vê e se sente que se faz a diferença, o bem, ou mal, que façam é visto no imediato e tem influência na vida de uma pessoa ou uma família. Profissões mais "particulares". Eles escolhem profissões mais "gerais". Onde o bem, ou mal, que fazem não é visto imediatamente e influência muito mais que uma pessoa ou uma família. Há uma grande diferença entre homens e mulheres. Elas escolhem profissões que não são tão bem pagas, eles escolhem o contrário. Como podem, depois de todo o percurso de uma vida, vir exigir receber o mesmo por decreto?
sábado, março 07, 2015
Se não chegamos lá por mérito, gritamos preconceito!
E fazemos leis para nos impormos aos homens...
Não gosto de imposições. Gosto que as metas sejam atingidas por mérito e não porque "tem de ser". Recentemente o governo, pela voz da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, afirmou que "pretende que haja 30% de mulheres até 2018 na gestão de empresas cotadas". A pretensão acho muito bem que exista. As pretensões devem existir para se arranjarem medidas para educar nesse sentido e não impor nesse sentido. Mas, de seguida ameaça que "se não o fizerem voluntariamente, deixarão aberto esse caminho para a possibilidade de se criarem formas mais imperativas de atingir o mesmo objectivo", ou seja, ou fazem a bem ou fazem a mal. Ou colocam nos seus quadros directivos mulheres a bem, ou, caso não encontrem 30% mulheres para ocuparem os cargos, o Estado obriga a que isso aconteça, nem que para isso se recusem homens claramente mais competentes... mas temos de cumprir a "quota".
Homens e mulheres são diferentes e, só quem for preconceituoso (normalmente chamam-lhes politicamente correctos, eu acho que o politicamente correcto é uma forma de preconceito) é que não assume que, por norma, as mulheres não são tão boas administradoras. Falta-lhes atitude, falta-lhes foco. Os cérebros do homem e da mulher são diferentes.De acordo com um estudo da Universidade da Pensilvânia "o cérebro dos homens é mais bem estruturado para facilitar a conectividade entre a percepção e a acção coordenada, e o das mulheres facilita a comunicação entre seu lado analítico e sua intuição", o que as torna mais dotadas para umas coisas, melhor numa série de campos, mas menos dotadas noutras, logo, menos competentes. Somos diferentes, e não há preconceito nenhum em assumi-lo.
Mas nem é necessário ir a estudos científicos para concluir sobre essa diferença (apesar de os mesmos poderem servir como apoio às conclusões): Pensem nas vossas empresas, nos vossos locais de trabalho. Quantas das mulheres que lá trabalham vocês gostavam de ter como chefe? Quantas acham que têm perfil para o cargo? Respondam, a vocês próprios, sinceramente. E agora pensem nos homens. Por norma, as mulheres têm menos perfil para administradoras do que os homens. Reafirmo, por NORMA. Não significa isso que não existam mulheres fantásticas como administradoras. Normalmente, quando são boas são mesmo mesmo muito boas, melhores do que os homens. MAS as que são boas são muito menos e mais difíceis de encontrar e é ridículo que se imponha a uma empresa uma quota de mulheres na administração. Não há empresa de sucesso que rejeite o melhor funcionário por causa do sexo, cor, ou seja o que for, que esse funcionário tem. Se é o melhor vai ficar com o cargo, seja homem ou mulher. Cortar a liberdade de escolha da empresa é condená-la ao fracasso ou a um menor sucesso do que o que poderia ter.
Já há tantas, ou mais, mulheres médicas do que homens, e não foi necessária qualquer lei de quotas para tal. Elas têm tanta ou mais capacidade para a profissão e, como tal, conquistaram-na. O mesmo para professoras, enfermeiras, advogadas ou arquitectas, entre outras. Elas conquistaram essas profissões pelo mérito e não por quotas. E é assim que as metas devem ser conquistadas: Pelo mérito.
Se queremos impor quotas então que o façamos para tudo. Vamos exigir 30% de mulheres nas obras, na recolha do lixo, nos tratamentos de esgotos, na pesca, e 30% de homens como amas, empregadas de limpeza, como cabeleireiros, como esteticistas, ou 30% de homens maquilhadores, etc... Ninguém pensa em fazer tal coisa porque percebe que umas profissões são mais "masculinas" e as outras mais "femininas". Não há preconceito nenhum em assumi-lo. Nós somos diferentes. A administração, por muito que as mulheres gostassem do contrário, é mais masculina, o que não significa, tal como em qualquer outra profissão (até há mulheres futebolistas), que não existam mulheres pontuais que se destacam. Essas chegam lá. Por mérito. Homens e mulheres são diferentes e se, por vezes, uma mulher é, de facto, melhor administradora e gestora, isso não é a regra.
Já agora pergunto: Para quando quotas para negros, para ciganos, para orientais, para deficientes, para homossexuais, para lésbicas, para transsexuais, para judeus, para muçulmanos, para budistas, para estrangeiros, para loiros de olhos azuis, para ruivos, para pessoas com menos de 1,60 cm, para pessoas com mais de 1,90 cm, para jovens até aos 25 anos, para pessoas com mais de 45 anos?
quinta-feira, janeiro 15, 2015
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Socialismo e a igualdade
O Socialismo das igualdades sociais, das boas políticas da defesa do trabalhador (não?): Primeiro-ministro concordou com opção da TAP apesar da Comissão para Igualdade acusar a operadora aérea de "discriminação". José Sócrates concordou com a opção da TAP de não pagar prémios de desempenho às dez trabalhadoras que estiveram de baixa por maternidade em 2007.
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