Mostrar mensagens com a etiqueta arte contemporânea. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arte contemporânea. Mostrar todas as mensagens

domingo, março 17, 2019

Em vez de Leonor Antunes, desBlogueador de Conversa - Verdadeira arte!

Quero propor este blog como artista para representar Portugal na Bienal de Veneza em vez de Leonor Antunes, para tal apresento 10 Instalações da autoria do desBlogueador de Conversa:

Espingalhado: aço inoxidável, pingos, 2007

Pequena Subida, Alumínio, ferrugem, 2009

Pedaços: plástico, 2010

Assimétrico: plástico, quartzo, tijolo, cimento, 2011



Apanha caca pendurado: Plástico, tinta, metal: 2018






Mangueira: pvc, plástico, 2008


Engano: cartão, laranjas: 2019

Sapatos: Ferro, sapatos, 2018

Restaurante: vime, serrapilheira, alumínio, 2018

Bruxa esquecida: galhos, madeira, 2013


sábado, janeiro 17, 2015

A arte contemporânea é uma farsa

ALELUIA QUE HÁ UMA CRÍTICA DE ARTE A DIZER AQUILO PENSO E QUE TANTAS VEZES DIGO (de forma mais simplória, mas digo):


"Lésper assegura que, nos dias que correm, a arte deixou de ser inclusiva, pelo que voltou-se contra seus próprios princípios dogmáticos e, caso não agrade ao espectador, acusa-o de “ignorante, estúpido e diz-lhe com grande arrogância que, se não agrada é por que não a percebe“. “O espectador, para evitar ser chamado ignorante, não pode dizer aquilo que pensa, uma vez que, para esta arte, todo público que não submete-se a ela é imbecil, ignorante e nunca estará a altura da peça exposta ou do artista por trás dela. Desta maneira, o espectador deixa de presenciar obras que demonstrem inteligência”. "A substituição constante de artistas dá-se pela fraca qualidade de seus trabalhos, “tudo aquilo que o artista realiza está predestinado a ser arte, excremento, objectos e fotografias pessoais, imitações, mensagens de Internet, brinquedos, etc. Actualmente, fazer arte é um exercício ególatra; as performances, os vídeos, as instalações estão feitas de maneira tão óbvia que subjuga a simplicidade criativa, além de serem peças que, em sua grande maioria, apelam ao mínimo esforço e cuja acessibilidade criativa revela tratar-se de uma realidade que poderia ter sido alcançada por qualquer um“." ao conceder o status de artista a qualquer um, todo o mérito é-lhe dissolvido e ocorre uma banalização. “Cada vez que alguém sem qualquer mérito e sem trabalho realmente excepcional expõe, a arte deprecia-se em sua presença e concepção. Quanto mais artistas existirem, piores são as obras. A quantidade não reflecte a qualidade“. Sua obra dirá se são ou não artistas e, se produzem esta falsa arte, repito, não são artistas”. "a arte contemporânea é endogâmica, elitista; com vocação segregacionista, é realizada para sua própria estrutura burocrática, favorecendo apenas às instituições e seus patrocinadores. “A obsessão pedagógica, a necessidade de explicar cada obra, cada exposição gera a sobre-produção de textos que nada mais é do que uma encenação implícita de critérios, uma negação à experiência estética livre, uma sobre-intelectualização da obra para sobrevalorizá-la e impedir que a sua percepção seja exercida com naturalidade“. A criação é livre, no entanto a contemplação não é. “Estamos diante da ditadura do mais medíocre”