domingo, março 10, 2019

Homem foi abocanhado por baleia, mas foi cuspido depois

A notícia que me chamou a atenção hoje foi... 

Homem foi abocanhado por baleia, mas foi cuspido depois

«Um operador turístico teve um encontro demasiado próximo com uma baleia. Rainer Schimpf, de 51 anos, estava a mergulhar na costa de Port Elizabeth, na África do Sul. Filmava a fuga das sardinhas dos seus diversos predadores como os pinguins, as focas, golfinhos, tubarões e baleias. Sem se aperceber tornou-se na inesperada presa de uma baleia e foi abocanhado pelo grande mamífero marítimo, adianta a Sky News.
A baleia, da espécie Bryde, abriu os seus maxilares e apanhou Rainer Schimpf pela cabeça. “Quando somos apanhados por algo que tem cerca de 15 toneladas de peso e é muito rápido na água, percebemos que realmente somos muito pequenos no meio do oceano”, disse Schimpf.
O operador turístico estava com mais duas pessoas na água há dois ou três minutos quando foi abocanhado pela baleia, sem ter percebido de onde veio a baleia. “Eu estava concentrado nos tubarões porque queremos saber se estão à nossa frente ou atrás de nós, à esquerda ou à direita. Estávamos muito concentrados nos tubarões e no seu comportamento. De repente ficou escuro”, recorda.
Rainer Schimpf estima que a baleia teria 15 metros de comprimento e que pesava 20 toneladas e afirma que “não houve tempo para ter medo, apenas puro instinto”.
“O meu primeiro pensamento foi que não podia engolir-me porque eu sou muito grande, por isso foi como que um alívio. Também percebi que a pressão em torno do meu corpo não aumentou, até parou a dada altura”, explicou. “Obviamente (a baleia) percebeu que eu não era aquilo que queria comer e cuspiu-me”.»

Eu até tostava de comentar o assunto, mas nem vale a pena!... 

Homem foi abocanhado por baleia, mas foi cuspido depois

quarta-feira, março 06, 2019

O meu tipo de frigorífico...


Eu aprovo os orçamentos; os orçamentos safam os bancos privados; em ano de eleições mostro-me apoquentada e finjo que não tenho nada a ver com isso...

A mesma fulana que criticou o Passos Coelho por não ajudar o BES... E a mesma fulana que tem aprovado todos os orçamentos deste governo que têm permitido o "lavar bancos privados com dinheiro público"... realmente a hipocrisia da esquerda não tem fim.


Coisas de 'gaija' por uma 'gaija' muito engraçada...


Não é ser populista, é ser popularucho...

O António Costa foi ao programa da Cristina demonstrar duas coisas:

1 – Que sabe mexer bem nos tachos

2 – Que administrar o país está em segundo plano, é muito mais importante ser popularucho…


Isto não é populismo, certo?

terça-feira, março 05, 2019

"Sucesso do Comunismo"... Só que não...

Brilhante! Eu cá acho que foi tudo programado! Afinal representou fielmente a realidade:. Começou bem, encalhou a meio, o líder perdeu o encanto e ainda atrasou os restantes...




segunda-feira, agosto 07, 2017

Novos conceitos

Conceitos que têm surgido neste século:
- Se um "não branco" ofender um branco por ser branco, ou os brancos em geral, isso não é racismo. Só o branco é racista, os outros, porque são a minoria, não o são.
- A mulher manda no seu corpo, e no corpo que carrega dentro do seu e que foi criado também por um homem que não tem uma palavra a dizer sobre o mesmo.
- A mulher pode rejeitar um filho antes de nascer. O homem não. Se o homem não quer o filho é obrigado a pagá-lo de qualquer modo, a mulher não.
- As empresas só pensam no lucro e as mulheres são muito mais mal pagas do que os homens, apesar de trabalharem o mesmo.
- As empresas, mesmo podendo ter funcionários competentes mais mal pagos - mulheres - preferem empregar homens e, por isso temos de abrir quotas para mulheres porque de outra forma elas não chegam lá, apesar de representarem uma enorme poupança para as empresas.
- Os transsexuais não violam. Se alguém tiver sexo forçado com um transsexual (normalmente mulher com pila) não foi violado porque é impossível um transsexual violar porque eles são as vítimas, os outros os opressores.
- Os símbolos religiosos ofendem, como tal os organismos públicos estão proibidos de ter cruzes exposta, mas não podemos impedir o hijab, o burkini, a burka, o nikab, etc., porque isso vai contra a liberdade religiosa.
- Tocar em alguém, ou numa porta, com um pedaço de bacon é um crime mais grave que violar uma menina de 12 anos.
- A pedofilia tem de ser aceite para muçulmanos porque faz parte da sua cultura.
- Uma mulher ou um menino que tenha sexo forçado com um muçulmano não foi violada porque nos valores do muçulmano não aconteceu nada errado.
- Agarrar numa lâmina e cortar o clítoris de uma criança não é errado porque é importante preservarmos a cultura de quem o faz.
- Um branco não pode usar rastas porque isso é apropriação cultural.
- Um branco não pode vestir um kimono porque isso é apropriação cultural.
- Um branco não pode usar tranças porque isso é apropriação cultural.
- Há ainda uma série de tipos de música, danças, comidas, etc. que os brancos não podem experimentar porque isso é apropriação cultural e a apropriação cultural é agressão.
- O branco não pode proibir os outros de usar e alterar a sua cultura, proibindo coisas que se considerem "agressões, porque se o faz, é racista.
- Afirmar que todos os cidadãos são iguais perante a lei e, como tal, devem responder perante a mesma da mesma forma em direitos e deveres, é racista e machista.
- Olhar para as mulheres na rua (ou filmá-las na TV) é violação com o olhar.
- Dar um peido alto é violação por peido porque as mulheres não conseguem dar peidos tão altos.

Nenhum destes conceito é inventado por mim, cruzei-me com todos eles por "essa net fora".

quinta-feira, março 23, 2017

A lenda do Manuel e do João

O Manel e o João cresceram no mesmo bairro, andaram na mesma escola. O Manuel sempre foi aplicado, o João nem por isso. O Manuel hoje tem um emprego que lhe paga as contas e ainda sobra algum ao final do mês para umas saídas à noite com os amigos. Um desses amigos é o João, que vai fazendo uns trabalhos aqui e ali que nem sempre lhe dão para pagar as contas, mas quer sempre sair à noite. Em Janeiro, Fevereiro e Março o João pediu sempre dinheiro emprestado ao Manuel para "não passar fome". Mas todas as semanas o Manuel continuava a ver o João na noite, a divertir-se. O João não pagava o que tinha pedido ao Manuel, mas continuava a pedir. Às tantas o Manuel, responsável como é, deixou de ter aquele excesso para sair à noite. Falou com o João e explicou-lhe que não lhe podia continuar a emprestar para "mulheres e bebida". O João apontou o dedo e disse ao Manuel que ele também gostava de mulheres e bebida. "pois gosto! Mas eu pago-as do meu dinheiro e tu... bom, pagas do MEU dinheiro. Tens de aproveitar o que te empresto para pagares as tuas contas e tentares investir para melhorares de vida". O João disse que sim.
O Manuel durante os meses seguintes continuou a emprestar ao João com o acordo que ele, João, ia investir e endireitar a vida. Para o fazer o Manuel teve de deixar de sair, de se divertir. Mas era por uma boa causa: o João ia endireitar a vida. Qual não é o seu espanto quando, uns meses depois, vê o João chegar a casa completamente bêbedo, com duas mulheres pelo braço. Ao confrontá-lo, o João chamou-lhe fascista e sexista e disse que não lhe pagava nada porque tinha direito de se divertir e ter a sua vida.
O Manuel está, neste momento, num dilema: deve continuar a emprestar ao amigo para este não passar fome, ou deve parar o empréstimo dado que ele é um ingrato que não se sabe governar?

domingo, novembro 27, 2016

"O meu assassino é melhor que o teu"

Na sequência das afirmações da Catarina Martins sobre Castro, revelando que "Foi um grande homem da revolução cubana, uma revolução vitoriosa" e "Erros não podem apagar homenagem a grande revolucionário" (por erros entenda-se assassinatos, perseguições, ditadura, miséria do povo cubano), ou as e Jerónimo de Sousa afirmando que Castro foi "o exemplo de uma vida consagrada aos ideais da liberdade” podemos igualmente afirmar sobre:

Hitler:

Foi um grande homem que reduziu o desemprego de 30% para 0%

Foi um grande homem que aumentou o PIB de 60 para 110

Foi o exemplo de uma vida que, à semelhança da Catarina Martins, do Jerónimo de Sousa e do Castro, que eles admiram, passou a sua vida a lutar contra o capitalismo e o mercado livre

E os seus erros não podem apagar a homenagem ao grande revolucionário que implementou uma importante reforma cultural e social, lutando pela liberdade do povo alemão (tendo em conta o conceito de liberdade defendido por Jerónimo de Sousa ou Catarina Martins).

Podíamos fazer o mesmo exercício para qualquer ditador. E, para finalizar, afirmo eu:

Existem dois tipos de pessoas: as que abominam qualquer tipo de ditadura e lutam por direitos iguais para todos os cidadãos independentemente da cor, género ou classe social e as que arranjam desculpas para ditadores que atacam o tipo de pessoas que elas consideram inimigos seja por motivos de cor, género e/ou classe social. A Catarina Martins, o Jerónimo de Sousa, o Hitler, o Castro e os admiradores de qualquer um deles estão nesta segunda categoria.


domingo, novembro 20, 2016

Dos deploráveis aos "sem dentes".


Há muito que no mundo ocidental as pessoas têm vindo a ficar saturadas de uma série de coisas. A crise dos refugiados, e ataques que se seguiram, foram apenas a gota de água. Há uns anos um padre foi preso por dizer a um casal de homossexuais que, provocando-o directamente aos beijos à sua frente, lhe perguntou se a homossexualidade era pecado e o padre, de acordo com a sua consciência e a sua religião, respondeu que sim. Foi preso por "crime de ódio". O crime dele: seguir a sua religião e ter uma opinião diferente. Não tentou impedir ninguém de nada, não agrediu ninguém. Respondeu, de acordo com a sua crença, a uma pergunta. A meu ver, o crime de ódio foi a prisão ao padre e não a opinião do mesmo. Este é só um caso entre tantos outros. Desde gangues de muçulmanos a violar crianças com a polícia a olhar para o lado para não ser acusada de racismo, ao ataque em Orlando com vizinhos a desconfiar daquele casal muçulmano, mas a não denunciar por medo de serem chamados racistas, aos ataques em Colónia, ao bolo para o casamento gay retirando a liberdade de opinião a quem o recusa fazer, aos "safe spaces" que segregam os brancos e judeus, à proibição dos jornalistas e apresentadores de televisão de usar cruzes porque podia ofender alguém, ao mesmo tempo que se permite usarem hijabs e ai de quem se sinta ofendido. Aos conselhos para que as meninas vistam discretamente para não provocar os muçulmanos ou para que as mulheres se mantenham a um braço de distância de desconhecidos e usem pulseiras a dizer "don't touch" para resolver a crescente onda de violações a que as mulheres europeias ficaram sujeitas. A padres degolados em plena igreja e pessoas
esborrachadas até à morte com um camião, aos polícias a serem emboscados e agredidos em França, às ondas de roubos, vandalismo e destruição de propriedade privada, e "no go zones", entre tantas outras barbaridades que temos tido de enfrentar nos países ocidentais. Tudo isto sempre com os líderes políticos a tentarem manter a "correcção política" no discurso, a condenar quem quer que fosse que usasse a palavra "islâmico" associado ao terror que ocorria, mesmo que os próprios autores se declarassem islâmicos. A acusar aqueles que cada vez mais se sentiam vítimas, passando a ser vítimas não só de agressões físicas, como de ofensas por sequer terem o descaramento de se queixar ou de ficar do lado de quem se queixou. Ofensas de serem o que não eram: racistas. Há poucos dias, inclusivamente, uma jornalista foi despedida por manifestar-se apoiante do Trump e revelar que não gostava do Obama. Passámos a viver assim numa tirania que cada vez mais começou a retirar às pessoas o direito de, sequer, pensar. O medo de pensarem diferente, ou das consequências que sofreriam caso alguém descobrisse, tomou de tal modo conta das pessoas que as sondagens, tanto no Brexit como no Trump, se enganaram todas. Enganaram-se porque as pessoas perderam o direito de manifestar a sua opinião sem serem automaticamente vítimas de um rol de, no mínimo, ofensas (chegando algumas a ser vítimas de agressões).
Neste mundo é natural que discursos que até então não cativavam, pelo perigo escondido de opressão que trazem, passem a cativar. Não é por as pessoas serem racistas, nem fascistas (ainda que os racistas e os fascistas aproveitem para navegar a onda), é porque elas já estão em perigo e já se sentem oprimidas. Os problemas aumentam a cada dia que passa e os políticos habituais em vez de os assumirem continuam nos seus discursos politicamente correctos a recusar os problemas que existem, a recusar reconhecê-los, e, sem reconhecermos um problema não o podemos solucionar. E qual solução de quem tem de viver com o problema e de quem se sente em perigo? Virar-se para quem, pelo menos, o reconhece. É um passo à frente do que qualquer outro fez. Por isso ganhou o Brexit, mas foi mais fácil dizer que foi porque milhões de racistas votaram; por isso ganhou o Trump, mas foi mais fácil afirmar que os seus votantes eram "deploráveis" sem instrução, e se a Le Pen ganhar, será também por isso, mas vamos continuar a chamar a quem votar nela "sem dentes" ignorantes.



sábado, maio 28, 2016

Resumindo o caso "escolas com contrato de associação"

Quem sai beneficiado com os contratos?
- cerca de 80 administradores (donos?) das escolas.
- Milhares de alunos e suas famílias abrangidos pelo sistema que de outra forma não teriam acesso à dita escola.
- Milhares de professores e funcionários que têm emprego graças ao sistema.

Quem sai prejudicado?
- Ninguém. Dado que para o contribuinte é igual. Ou pagava esta escola ou outra. A não ser que quem seja contra os contratos de associação seja também contra qualquer pagamento por parte do contribuinte para educação.

terça-feira, maio 24, 2016

Eleições na Áustria e a urgência da mudança de mentalidade na Europa

No Domingo o candidato da denominada extrema-direita ganhava na Áustria com 51,9% dos votos. Foi através dos "votos postais" (dos emigrantes) que o candidato "verde" o ultrapassou. Ficaram assim praticamente empatados com o "verde" a ganhar por 0,4% devido a votos vindos de gente que não está a morar no país, logo não está a sentir na pele os problemas que levaram 51,9% dos residentes a votar na denominada extrema-direita.
A Europa suspirou de alívio. Alívio porque por 0,4% não se tem um presidente da denominada extrema-direita num país Europeu. A minha pergunta é: depois do suspiro de alívio, o que vão fazer para alterar a tendência cada vez mais evidente dos europeus de voltarem-se para partidos da denominada extrema-direita? O que vai mudar? Que resposta vão dar aos medos desses cidadão. Ou acreditam mesmo que 51,9% dos austríacos residentes no seu próprio país são racistas como, convenientemente (e por falta de melhores argumentos), se chama a quem vota nos referidos partidos e candidatos?

quinta-feira, maio 19, 2016

Geração de meninos mimados...

Vamos lá então aos novos conceitos tirados deste artigo:

- "Apropriação da cultura alheia" 
É errado. (e eu que sempre achei que vestirmos ou usarmos algo de outras culturas era parte do multiculturalismo e uma forma de mostrar aceitação). Mas vamos a exemplos (e resumos das palavras no artigo): Brancos (brancas) não podem usar tranças porque estão a apropriar-se da cultura alheia e isso está errado. As negras não têm outra opção, e são marginalizadas e têm de usar tranças, as brancas não podem porque retiram às negras o que lhes pertence e as negras, apesar de isso se tornar moda e aceite, continuam a ser marginalizadas. Calculo que o mesmo para peças de roupa de outras culturas.

- "Micro-agressão"
São palavras e actos que temos sem pensar e que são ofensivos. Ora não podemos dizer que os asiáticos são inteligentes (mesmo que sejam). Não podemos tocar no cabelo dos negros (mesmo que seja porque estamos a gostar do vemos/sentimos), é uma micro-agressão. Não os podemos dar como exemplos de "diversidade"...

- "Espaço seguro" 
Resumindo: um espaço proibido aos brancos (ai se fossem os brancos a pedir isto...). Um apartheid, portanto, mas ao contrário (e ninguém vê nada de errado nisto).

- "Sinal de Alarme"
Basicamente um aviso para que quem pensa diferente deles esteja caladinho.

E quando os chamamos de mimados a resposta é, basicamente:




domingo, abril 24, 2016

25 de Abril, uma reflexão

A questão é que não podemos ficar agarrados a ideias... o 25 de Abril é celebrado, continuará a ser e espero que não deixe de ser, porque abriu as portas à democracia no país e nos trouxe liberdade de expressão (este é, a meu ver, o maior benefício da data). Mas não, não acabou com os militares a voltar para os quartéis a seguir com a "obra feita". A seguir tornaram-se terrorista que invadiram ou mandaram invadir, mataram, ocuparam, roubaram, prenderam, e aterrorizaram milhares de portugueses e, fora algumas boas excepções, não foi o desejo de democracia, e muito menos de liberdade, que os levou a fazer a revolução e sim a perda de privilégios dos mesmos e depois a vontade de aqui instalar, com a ajuda do PCP, uma ditadura comunista. Felizmente foram travados, não sem antes, como referi, terem aterrorizado e roubado milhares de portugueses e matado algumas centenas... Mas isso não se pode dizer ou somos logo "fascistas". É por isso que refiro que vamos continuar a viver de cravos vermelhos e "elefantes cor-de-rosa", em vez de celebrar o que realmente foi bom e, finalmente, corrigir o que foi errado. Porque muitas das "conquistas de Abril" não foram mais do que abusos, do que roubo e pilhagem do que várias gerações de portugueses, que antes viviam os "horrores" da ditadura, que viveram em austeridade permanente e pouparam para o futuro a verem esse "futuro" acabar ao fim 3 anos com a primeira falência nacional e chamada do FMI para nos salvar... Passámos agora a 3ª falência desde o 25 de Abril e, mesmo assim, ainda achamos que temos direitos e que há conquistas que "não podemos perder"... porque, aparentemente, o dinheiro nasceu das árvores, ou era o Salazar que o "obrava"... e agora basta esperar que os "ricos" (entenda-se por "ricos" todos os que entendem que é preciso trabalhar para viver) o "obrem" para irmos lá todos roubar e continuar com as "conquistas" de Abril. Gostava que a democracia e a liberdade de expressão fossem as conquistas de Abril que todos lutaríamos para não perder, mas, aparentemente, as conquistas que interessam aos que se dizem "donos de Abril" vão continuar a ser os roubos, as mortes, a opressão a todos os que não pensem como eles. Liberdade? Nem pensar.

terça-feira, abril 19, 2016

Bruxelas pede mil milhões de austeridade. Governo recusa

Depois desta recusa o resultado vai ser o seguinte: Os juros vão subir (porque ninguém vai querer emprestar a quem não dá garantias de pagamento), com isso a percentagem de dívida vai aumentar muito mais, o que leva a que o défice aumente, o que leva a que seja necessário mais dinheiro, o que leva a que se tenha de pedir mais emprestado porque não se quer "fazer austeridade", o que leva a que aumentem os juros, o que leva a que a percentagem de dívida volte a aumentar, o que leva a que o défice volte a aumentar, o que leva a que seja necessário mais dinheiro, o que leva a que seja necessário pedir emprestado (idem, idem, " "), o que , depois de mais uns passos iguais ao anterior, leva a que não se consiga empréstimos, o que leva a aumento de impostos, o que leva aumento de desemprego, o que leva a falências, o que leva a que o défice aumente, o que leva a que se precise de mais dinheiro, o que leva a intervenção das "Instituições anteriormente denominadas de Troika", o que leva a que o governo peça demissão, o que leva a novas eleições com o governo actual a culpar o neo-liberalismo, os mercados e o capital pela situação onde estamos metido, o que leva a uma austeridade muito maior do que aquela que teríamos de sofrer agora caso eles não recusassem o que tem de ser feito. O que leva a 4 anos de povo a gritar e berrar que o governo sob intervenção e a dizer que a culpa é deles, o que leva vermos a lata da esquerda a acusar o neoliberalismo pelos problemas que eles trouxeram, o que leva a que quem tiver juízo emigre e desista deste buraco onde moramos.

quinta-feira, abril 07, 2016

Por muito que gritemos, o progresso não pára

Estão a chegar às estradas europeias os camiões que se conduzem sozinhos

Não há como parar o progresso e a substituição dos humanos por máquinas.
O futuro tem dois caminhos: Num continuamos teimosamente a "cuspir" nos criadores de emprego e a exigir mais direitos para os humanos que trabalham, a insistir em ter um Estado Social enorme baseado nos impostos extorquidos aos que trabalham, resultando numa substituição cada vez mais rápida de quem "cospe" por máquinas que estão sempre contentes e podem trabalhar 24 horas sem exigir direitos, a população em geral empobrece, o desemprego torna-se gigantesco. Noutra entendemos que o mundo evolui, alteramos leis, damos mais liberdade ao ser humano, promovemos a criação de emprego próprio, criamos novos empregos baseados na nova realidade, e novas regras de trabalho que permitam trabalhar menos horas para haver empregos para mais pessoas, reduzimos o tamanho do Estado para ser possível às pessoas ficaram com rendimento disponível sem ter de o entregar todo às finanças e segurança social e ensinamos cada um a responsabilizar-se por si, pelo seu futuro, pelas suas poupanças.
Mas vá, continuem a acreditar que é possível vivermos todos bem continuando a seguir políticas que ficaram paradas na realidade dos anos 70 do século XX, ainda que essas tenham falhado mesmo na realidade da altura.

quarta-feira, abril 06, 2016

O politicamente correcto e o fim da sociedade ocidental


Entre 1970 e 2010 alcançámos, em geral e no ocidente, democracia, direitos iguais perante a lei para mulheres e homens, negros (não brancos) e brancos, nacionais e imigrantes. Todos têm direitos iguais. Mas as mulheres acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos homens. Os negros  acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos brancos. E os imigrantes acham que é preciso mais. É preciso forçar a sociedade e pensar de outra forma nem que para isso se tenham de retirar direitos aos nacionais e impor uma cultura que não é deles.


Alguns começaram a reclamar contra essa exigência das mulheres, a esses basta chamar fascistas e machistas e eles vão-se calando. Outros começaram a reclamar dessa exigência dos negros (não brancos). Basta gritar "racista" e eles calam-se. E houve os que começaram a reclamar contra essa exigência dos imigrantes. Basta gritar "xenófobo" e eles calam-se.

Eles calam-se e aquela igualdade conseguida vai-se perdendo. E as "minorias" oprimidas voltam. Voltam mas não são as mesmas, são as que antes eram consideradas opressoras. Pior, passam a ser minorias oprimidas que continuam a ser intituladas de opressoras. E a culpa, de um passado que não foi deles, lá está a assombrar qualquer reacção à injustiça de que agora são vítimas. Vítimas de uma intolerância que se disfarça de justiça e democracia.

Hoje é melhor ser mulher do que homem. É melhor ser negro do que branco. É melhor ser imigrante que nacional. O homem, o branco e o nacional tem todas as obrigações e são acusados de todas as injustiças.

Mas as vozes "intolerantes" levantam-se cada vez mais e ganham cada vez mais simpatizantes. Apesar disso, aqueles que defendem a culpa do homem, do branco, do nacional, não entendem e acham que essas vozes aparecem do nada e por razão nenhuma. Ou que a razão de aparecer é da culpa que os homens, os brancos e os nacionais sempre irão carregar consigo. Continuam a achar-se oprimidos e a achar os que têm uma opinião diferente os opressores. Não entendem que a popularidade dos discursos da Marine Le Pen sobre a "insegurança dos franceses", ou do Donald Trump sobre "fazer a América novamente grande", se deve ao facto de cada vez mais e mais gente originária desses países se sentir oprimida por quem vem de fora, por cada vez mais homens se sentirem atacados nos seus direitos e cada vez mais brancos se sentirem cansados de serem o saco de pancada contra o qual se atiram todas as culpas dos males que assolam o mundo.

E creio que quando se aperceberem é demasiado tarde e não vamos conseguir salvar as liberdades, direitos e a igualdade alcançados nestes últimos 40 anos.