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sexta-feira, abril 17, 2015

Costa acha que as mulheres são incapazes

Costa defende a cota de mulheres em empresas porque também deve achar que as mulheres são umas coitadinhas, inferiores, que têm de ser ajudadas porque não têm capacidade de chegar lá pelo mérito. Por mim não, obrigada! Prefiro vencer pelo que valho, ou perder porque não valho, do que ser imposta a uma empresa que tem de preencher uma quota obrigatória com esse ser inferior e incompetente que é a mulher.

sexta-feira, março 27, 2015

Se querem respeito, dêem-se ao respeito

Fãs histéricas de Justin Bieber
Os direitos das mulheres percorreram um longo caminho. Actualmente, no mundo ocidental, as mulheres já possuem os mesmos direitos legais que os homens. Mas há um longo caminho a percorrer relativamente ao respeito, a levá-las a sério.

As mulheres não são tão respeitadas, nas suas profissões e nas suas vidas, como os homens. Não é uma mania, é um facto. Algumas conseguem esse respeito por serem a pessoa mais capacitada para o cargo que ocupam, ou por terem comportamentos que levam a que sejam respeitadas. Por serem sérias. Mas, no geral, não são e não basta refilar e dizer que os homens, e a sociedade em geral, não as respeitam nem as levam a sério, é necessário que se comportem de forma a serem levadas a sério, e isso, no geral, não acontece. Nunca aconteceu.

Infelizmente não creio que seja nas próximas gerações adultas que se vai começar a olhar e a respeitar uma mulher tal como se faz a um homem e a culpa não é da sociedade, não é dos homens, é apenas delas próprias que, ao crescer (e já crescidas), mostram que são diferentes dos rapazes e têm comportamentos que levam a que ninguém as leve a sério. Não é de hoje e, infelizmente, não acaba hoje, aliás piora, pois agora estão mais expostas (e expõe-se mais), com as redes sociais. E escrevo isto por causa da histeria à volta do facto de Zayn ter deixado os 1D.

Toda a gente conhece a Beatlemania que levou a que nos anos 1960 os The Beatles deixassem de dar concertos porque não conseguiam ampliar mais o seu som e era impossível combaterem com as mulheres histéricas na plateia. Conseguem imaginar o que se perdeu, em termos históricos, por causa das histéricas das mulheres?


Mas, infelizmente, não foi aqui que começou (nem sei como ou onde começou), mas já nos anos 40 do século XIX, sim nos anos 1840, havia a Lisztomania. O pianista Franz Liszt tinha de enfrentar uma multidão de mulheres histéricas que queriam cortar madeixas do seu cabelo, lutavam pelas suas luvas e até pelas cordas do piano, se tinham a "sorte" de se partir alguma. (Felizmente não havia youtube na altura).

O mesmo acontecia nos concertos de Vladimir De Pachmann, pianista Russo. Que em 1907 deu concertos nos Estados Unidos provocando uma onda de histeria que levou os jornais a noticiarem com títulos como "foolish women almost in riot over De Pachmann".

E há relatos de acontecer o mesmo nos concertos de Mozart (no século XVIII)...

Não sei se havia antes de Mozart ou Liszt, mas, infelizmente, acredito que sim. As mulheres são histéricas desde tenra idade, não se dão ao respeito.
Nem sequer é apenas pelos homens que o fazem. Quando a Ginger saiu das Spice Girls, uma "Girls Band", não foram os rapazes quem entrou em histeria e a pensar que a sua vida ia acabar, foram as raparigas. Fosse porque tinham nas Spice Girls um modelo, fosse porque estavam apaixonadas pelas raparigas, o certo é que o grosso da histeria não foi feita pelos rapazes e sim pelas raparigas. As mulheres, desde tenra idade, mostram o seu lado mais ridículo, actualmente divulgando-o através das redes sociais, não se envergonhando de o fazer. Não só divulgam como incentivam outras a fazê-lo, incluindo com comportamentos perigosos para si. Como o hashtag #cutforzayn no Twitter, onde fãs mais obsessivas se cortam, e postam as imagens, para mostrar o quanto estão a sofrer.


Deveriam ter vergonha? Deveriam esconder mais os seus sentimentos e sofrer sozinhas a perda de uma banda da qual gostam (não há nada de errado em sofrer por isso)? Sou da opinião que sim. Sou igualmente da opinião que toda a gente deve ter o direito de se expor da forma que quiser e ninguém tem o direito de impedir essa exposição. Mas depois também não têm o direito de exigir que, mais tarde na vida, as levem a sério. O problema é que os comportamentos de uma "pequena" maioria prejudica aquela minoria, ainda bastante grande, que se quer dar ao respeito, e que os considera ridículos e depreciativos para as mulheres em geral.





sábado, março 07, 2015

Se não chegamos lá por mérito, gritamos preconceito!

E fazemos leis para nos impormos aos homens...


Não gosto de imposições. Gosto que as metas sejam atingidas por mérito e não porque "tem de ser". Recentemente o governo, pela voz da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, afirmou que "pretende que haja 30% de mulheres até 2018 na gestão de empresas cotadas". A pretensão acho muito bem que exista. As pretensões devem existir para se arranjarem medidas para educar nesse sentido  e não impor nesse sentido. Mas, de seguida ameaça que "se não o fizerem voluntariamente, deixarão aberto esse caminho para a possibilidade de se criarem formas mais imperativas de atingir o mesmo objectivo", ou seja, ou fazem a bem ou fazem a mal. Ou colocam nos seus quadros directivos mulheres a bem, ou, caso não encontrem 30% mulheres para ocuparem os cargos, o Estado obriga a que isso aconteça, nem que para isso se recusem homens claramente mais competentes... mas temos de cumprir a "quota".

Homens e mulheres são diferentes e, só quem for preconceituoso (normalmente chamam-lhes politicamente correctos, eu acho que o politicamente correcto é uma forma de preconceito) é que não assume que, por norma, as mulheres não são tão boas administradoras. Falta-lhes atitude, falta-lhes foco. Os cérebros do homem e da mulher são diferentes.De acordo com um estudo da Universidade da Pensilvânia "o cérebro dos homens é mais bem estruturado para facilitar a conectividade entre a percepção e a acção coordenada, e o das mulheres facilita a comunicação entre seu lado analítico e sua intuição", o que as torna mais dotadas para umas coisas, melhor numa série de campos, mas menos dotadas noutras, logo, menos competentes. Somos diferentes, e não há preconceito nenhum em assumi-lo.
Mas nem é necessário ir a estudos científicos para concluir sobre essa diferença (apesar de os mesmos poderem servir como apoio às conclusões): Pensem nas vossas empresas, nos vossos locais de trabalho. Quantas das mulheres que lá trabalham vocês gostavam de ter como chefe? Quantas acham que têm perfil para o cargo? Respondam, a vocês próprios, sinceramente. E agora pensem nos homens. Por norma, as mulheres têm menos perfil para administradoras do que os homens. Reafirmo, por NORMA. Não significa isso que não existam mulheres fantásticas como administradoras. Normalmente, quando são boas são mesmo mesmo muito boas, melhores do que os homens. MAS as que são boas são muito menos e mais difíceis de encontrar e é ridículo que se imponha a uma empresa uma quota de mulheres na administração. Não há empresa de sucesso que rejeite o melhor funcionário por causa do sexo, cor, ou seja o que for, que esse funcionário tem. Se é o melhor vai ficar com o cargo, seja homem ou mulher. Cortar a liberdade de escolha da empresa é condená-la ao fracasso ou a um menor sucesso do que o que poderia ter.

Já há tantas, ou mais, mulheres médicas do que homens, e não foi necessária qualquer lei de quotas para tal. Elas têm tanta ou mais capacidade para a profissão e, como tal, conquistaram-na. O mesmo para professoras, enfermeiras, advogadas ou arquitectas, entre outras. Elas conquistaram essas profissões pelo mérito e não por quotas. E é assim que as metas devem ser conquistadas: Pelo mérito.
Se queremos impor quotas então que o façamos para tudo. Vamos exigir 30% de mulheres nas obras, na recolha do lixo, nos tratamentos de esgotos, na pesca, e 30% de homens como amas, empregadas de limpeza, como cabeleireiros, como esteticistas, ou 30% de homens maquilhadores, etc... Ninguém pensa em fazer tal coisa porque percebe que umas profissões são mais "masculinas" e as outras mais "femininas". Não há preconceito nenhum em assumi-lo. Nós somos diferentes. A administração, por muito que as mulheres gostassem do contrário, é mais masculina, o que não significa, tal como em qualquer outra profissão (até há mulheres futebolistas), que não existam mulheres pontuais que se destacam. Essas chegam lá. Por mérito. Homens e mulheres são diferentes e se, por vezes, uma mulher é, de facto, melhor administradora e gestora, isso não é a regra.

Já agora pergunto: Para quando quotas para negros, para ciganos, para orientais,  para deficientes, para homossexuais, para lésbicas, para transsexuais, para judeus, para muçulmanos, para budistas, para estrangeiros, para loiros de olhos azuis, para ruivos, para pessoas com menos de 1,60 cm, para pessoas com mais de 1,90 cm, para jovens até aos 25 anos, para pessoas com mais de 45 anos?

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Feminismo

As feministas britânicas (e em geral) não gostam de Margaret Thatcher, o que considero irónico. Por um lado gritam por "mulheres ao poder", mas quando tiveram a primeira mulher a ser primeiro-ministro não gostaram dela porque ela tratou as mulheres da mesma forma que tratava os homens, não as privilegiando em detrimento dos homens e, por isso, era uma "cabra"...
O que eu gosto de extremistas pá...


quinta-feira, janeiro 15, 2015

Um guia para a Ana Gomes não ofender os muçulmanos

Pergunta a eurdeputada Ana Gomes: “Porquê insistir na representação do Profeta, que se sabe ofender os muçulmanos?”

Pergunto eu à Ana Gomes:

Porquê insistir em usar maquilhagem, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar vestida com a cabeça destapada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar com a cara destapada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar com as mãos destapadas, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em fazer declarações sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em comer porco, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ter outra religião (ou não ter nenhuma), que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em postar no twiter livremente, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em conduzir sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em andar na rua sozinha sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ler livros não islâmicos, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em defender o casamento homossexual, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ser eurodeputada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ir ao médico que se sabe ofender os muçulmanos?

Por que tirou um curso sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em dar umas gargalhadas, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em usar saltos altos, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em aparecer em meios de comunicação sendo mulher, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em usar calças, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porquê insistir em ser fotografada e filmada, que se sabe ofender os muçulmanos?

Porque insistir em ver televisão, ouvir rádio, ver filmes, cantar, que se sabe ofender os muçulmanos?

E se beber cerveja, não o faça, porque se sabe ofender os muçulmanos.




segunda-feira, janeiro 04, 2010

Hoje ao comprar umas botas fui atendida por um homem, empregado de sapataria, que passou todo o tempo a comparar a aderência do tacão das botas com um pneu de um carro acabado de comprar... Em lojas de calçado/vestuário, por favor ou mulheres ou gays!...