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sábado, fevereiro 28, 2015

Citações

"Hoje em dia todos querem ser "o rei". Todos se acham no direito. Todos questionam por que é que o Bill Gates tem e eu não?! E isso retira o esforço na sociedade e torna-a medíocre"
Ruby Wax

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Criar uma comunidade comunista... é possível! força nisso!

Não entendo o que se queixam os comunistas... vivemos numa sociedade com saúde e educação gratuita para todos. Onde inclusivamente quem não trabalhar tem direito a um rendimento mínimo. Onde quem não tem casa a pode pedir ao Estado. Se mesmo assim não gostam do "sistema" e não querem classes nem patrões, não há nada que os impeça de formar uma cooperativa. São muitos, com certeza têm dinheiro suficiente entre o partido e os seguidores para comprarem um condomínio onde podem abrir empresas e distribuir casas por todos os que para lá queiram ir trabalhar. Com certeza entre os comunistas existem médicos, professores, operários da construção civil, engenheiros, enfermeiros. Têm, de certeza, gente de todas as áreas capazes de se juntar e PROVAR a toda a gente que o comunismo de facto funciona. Abram uma cooperativa, distribuam moradia e trabalhem todos para o mesmo, sem patrões e empregados, todos sócios igualitários, distribuindo os lucros de igual modo por todos. Não precisam de obrigar ninguém a ser o que vocês querem. No mundo em que vivemos é possível ser comunista e viver de acordo com o comunismo. Já quem é liberal tem de continuar a pagar o socialismo alheio e não há como se livrar disso.



segunda-feira, janeiro 12, 2015

Uma sociedade sem vergonha

Ouvi uma velhinha de 87 anos afirmar que sente vergonha de uma sociedade que não tem vergonha de viver de subsídios pagos pelos outros: "Chamam progresso, mas eu acho que é exactamente o contrário, quando uma sociedade deixa de ter vergonha e se acha no direito de receber o dinheiro alheio sem trabalhar para isso".

sexta-feira, janeiro 02, 2015

INEPTOCRACIA

"Um sistema de governo onde os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir e onde os membros da sociedade aparentemente menos capazes de se sustentarem a eles próprios ou terem sucesso, são recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada a um número cada vez mais diminuído de produtores”.

Autor desconhecido

sexta-feira, janeiro 31, 2014

"Um país que perdeu referências morais tem as praxes que merece"


Deixo excertos, mas vão ler este artigo que José Manuel Fernandes escreveu no Público por inteiro. A crónica foi escrita por um anti-praxe mas eu, a favor da praxe, subscrevo: "Este país é assim. Ninguém sabe exactamente o que se passou naquela noite no Meco em que uma onda arrastou para a morte seis jovens estudantes, mas em nome do que talvez se tenha passado discute-se acaloradamente se as praxes académicas devem ou não ser proibidas. É a nossa velha tendência para achar que uma proibição resolve tudo, e que uma lei muda o país e as pessoas. [...] O que nos indigna é a alarvidade, o sadismo, o sexismo, a porcaria, a violência. Só é pena que não indignemos também por a alarvidade se ter tornado cultura dominante e aceite, por encher a programação das televisões, por ganhar às vezes estatuto de arte [...] Vivemos numa sociedade onde a boa educação é vista como uma coisa antiquada, onde a ideia de cavalheirismo é vilipendiada como sendo reaccionária, onde o insulto grotesco é mais depressa visto como um exercício de liberdade do que como um abuso, onde a exibição pública das misérias da natureza humana garante audiências no prime-time das televisões, onde se aceita essa estranha “normalidade” de as claques dos clubes só se deslocarem rodeadas por polícias, onde se perdeu a noção de que há uma diferença entre vícios e virtudes e reina um relativismo que faz com que tudo se torne equivalente. [...] Há aqueles que acham que uma sociedade se molda a talhe de sucessivas investidas legislativas, e por isso já por aí andam a pedir leis e regulamentos. Eu acredito mais nas pessoas e nos combates culturais e morais. Os excessos que existem são crime e como crimes devem ser tratados. Mas o que nas praxes é reflexo da rasquice dominante e da amoralidade pós-moderna não se ultrapassa a não ser começando por dizer que não toleramos a degradação dos valores da civilidade, uma degradação que nos toca todos os dias. Quem é que, por exemplo, ainda se levanta num transporte público para dar o lugar a uma pessoa idosa? É que isso custa um pouco mais do que o único acto de boa educação que parece resistir entre os portugueses, o de dar aos outros a passagem à entrada do elevador... Quem pensa que se pode viver bem em sociedade sem valores e sem referências morais, à vontade de cada um, sempre a pensar no prazer imediato e irrestrito, só pode esperar uma sociedade reduzida ao código das praxes. É isso que gostava que também estivéssemos a discutir."